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Laura Ferreira é a voz das manhãs da Cidade FM. Nasceu e cresceu no Porto, mas foi em Lisboa que se cruzou com o mundo da rádio. Nesta conversa, explica-nos a exigência e a alegria de fazer manhãs, “como se estivéssemos todos no mesmo carro”, conta o seu gosto pelo digital e dá ainda alguns conselhos a quem ambiciona entrar neste meio.
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Tomás Anahory, músico e sonoplasta, é o convidado deste PontoCom. Uma conversa sobre o lançamento do seu primeiro álbum, “So Much Of Me”, sobre as suas lutas pessoais e sobre a carreira profissional. Uma entrevista com boa disposição, gin tónico, guitarras atiradas pela varanda, paixões, dois temas acústicos tocados no estúdio e um de antecipação para o CD que sai em maio.
É o Ricky da novela “Amor Amor”, chama-se Gonçalo Almeida. Veio do Teatro de Cascais, integrou o elenco da série “Esperança”. O jovem ator conta como está a correr esta nova experiência na televisão, como são os bastidores, e explica porque se sente agora, “ainda mais miúdo” do que quando começou.
Joana Costa está a correr Portugal, de uma ponta a outra, com o projeto de certificação nacional de escolas de surf, em representação da Federação Portuguesa de Surf. Joana só regressa a casa no fim da ronda, até lá continua a certificar todas as escolas de surf que se inscreveram no projeto. O objetivo é melhorar a qualidade do surf em Portugal e criar um ranking, “quase como as estrelas dos hotéis”, para classificar a variedade e qualidade das escolas.
Uma entrevista realizada no âmbito da unidade curricular de Atelier Rádio da licenciatura em Ciências da Comunicação da Universidade Autónoma de Lisboa.
Nuno Miguel, ou Nuno1706 como é chamado no mundo digital, é conhecido pelo seu canal de YouTube e pelo seu TikTok, que há bem pouco tempo teve de apagar devido a uma promessa feita aos fãs. É estudante de gestão e entre a vida académica e a vida mediática tenta conciliar ambas e viver no melhor de dois mundos.
Uma entrevista realizada no âmbito da unidade curricular de Atelier Rádio da licenciatura em Ciências da Comunicação da Universidade Autónoma de Lisboa.
A banda que por vezes é confundida com “Andrade” ou “Andrâge” tem maioritariamente raízes alentejanas, tal como a planta nativa da região, o andrage, que lhe deu origem ao nome.
O projeto nasceu em 2017 devido ao desejo de formar uma banda e para isto cada amigo trouxe um novo elemento para a mesma. É composta por seis elementos e três estão à conversa connosco sobre o álbum de estreia e as dificuldades em ser artista em plena pandemia.
Uma entrevista no âmbito da unidade curricular de Atelier Rádio da licenciatura em Ciências da Comunicação da Universidade Autónoma de Lisboa.
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