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Conversar sobre o tempo, silêncios constrangedores e outras coisas que todos tentamos fugir. Pesquisamos no google tópicos de conversas para quebrar o gelo, mas achamos que eles ainda conseguem piorar toda a experiência. Sigam antes os nossos conselhos Ok?
Pela primeira vez gravamos sem ter um tema definido. Se falamos do Sócrates e de repente estávamos a falar do bébé da Helena Coelho e de nomes para dar a animais? Sim. Se sabemos como é que isso aconteceu? Não. Se isso é relevante? Também não.
Temos este tipo de conversas imensas vezes e chegamos sempre à mesma conclusão: vaguear pelo espaço não é assim tão fixe e os déjà vus são a verdade mais mentira de sempre. No fundo, nada do que aqui foi falado tem uma explicação, mas nós tentamos arranjar uma. Sem sucesso.
Tivemos um jantar de família e decidimos relatar tudo o que se passa nestes convívios, que conseguem ser tão bons quanto difíceis. Perguntas sobre o futuro, mães com dois copos de vinho e cantar os parabéns.
Aquelas mentiras zero credíveis, mas que em putos todos acreditávamos tipo cenouras fazem os olhos bonitos e peles de bacalhau aumentam as mamas. Pobres oftalmologistas e cirurgiões plásticos. Aconselhamos a guardarem este episódio para um dia quando tiverem filhos.
Falamos sobre as coisas que fazemos com 2 anos de namoro que eram impensáveis de se fazer com 2 meses. É possível que seja ligeiramente polémico.
Uma sessãozinha de preferias e dilemas morais onde morreram duas pessoas e uma foi torturada. Obrigada a todos que contribuíram para este episódio :) Esperamos que gostem!
Um episódio que funcionou como cobaia para esta brincadeira. Adiantamos que um de nós é fã de Big Brother, mas não vamos dizer nomes. Começa em G e acaba em Onçalo.
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