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A hesitação do governo de Luiz Inácio Lula da Silva em condenar no Conselho de Direitos Humanos da ONU as violações dos direitos humanos cometidas pelo regime de Daniel Ortega, na Nicarágua, criou ruído na base aliada e desafios à diplomacia brasileira. "O Brasil tem essa política externa muito consolidada de abrir e não fechar portas; manter o diálogo. Conversar faz parte da diplomacia, mas o caso da Nicarágua é muito complicado e Lula e o Itamaraty estão em cima do muro. Isso divide a própria base do Lula; é um erro diplomático", opina Cantanhêde.
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By Estadão5
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A hesitação do governo de Luiz Inácio Lula da Silva em condenar no Conselho de Direitos Humanos da ONU as violações dos direitos humanos cometidas pelo regime de Daniel Ortega, na Nicarágua, criou ruído na base aliada e desafios à diplomacia brasileira. "O Brasil tem essa política externa muito consolidada de abrir e não fechar portas; manter o diálogo. Conversar faz parte da diplomacia, mas o caso da Nicarágua é muito complicado e Lula e o Itamaraty estão em cima do muro. Isso divide a própria base do Lula; é um erro diplomático", opina Cantanhêde.
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