Quanto mais desenvolvemos os colaboradores, mais fazemos crescer as empresas. O contexto em que cada profissional se insere ajuda-o – ou não – a dar o melhor de si junto da entidade patronal. “A dor social é um ato de rejeição, humilhação, discriminação e injustiça. Ser líder é ser regulador desta dor social, é ter a capacidade de gerar um ambiente no qual as pessoas se sintam bem no trabalho tal como em casa: mimadas, acarinhadas, cuidadas, protegidas”. Foi na Leadership Summit Portugal que Patrícia Santos, CEO da Zome, apresentou a sua talk, “Neuroliderança como catalisador da humanização das empresas”, onde alertou para a importância de se proporcionar um ambiente de trabalho seguro, para que todos tenham espaço “para crescer, errar e evoluir”.
A liderança “é feita de coisas muito simples”. A preocupação genuína pelas pessoas e pelo seu desenvolvimento contribui não só para um ambiente mais humano dentro dos espaços laborais, mas também para resultados mais rentáveis no seio empresarial.
Liderar não é para super-homens nem para supermulheres – mas “para todos aqueles que estão na disposição de tirar a capa de super-heróis e mostrar que são seres humanos”. Revelar e compartilhar receios e reptos faz parte do percurso dos líderes junto dos colaboradores: “Ensinar e partilhar como é que superámos os medos e desafios, fazer desta capa uma écharpe com a qual abraçamos as pessoas e as fazemos sentir seguras em momentos de vulnerabilidade. As empresas são pessoas, quanto mais as desenvolvermos, mais se sentem realizadas – e mais vamos fazer crescer a empresa.”
Assista a todos os conteúdos da Leadership Summit Portugal 2021, disponível on demand, com acesso universal e gratuito, na posição 165 do MEO, no canal 560 da grelha NOS (UMA TV) e no site https://lidertv.pt/