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Quando a gente resiste os nossos sentimentos difíceis, eles se tornam mais fortes. Porém, quando a gente acolhe e cuida do que sente, ficamos mais fortes pra levantar e seguir o nosso caminho.
Estamos vivendo um período de ansiedade e incertezas, as preocupações são muitas, e pra gente continuar com mais resiliência, com mais calma, e sabedoria, é preciso tirar o nosso cérebro desse estado de alerta e ameaça. E nós acalmamos o nosso cérebro da mesma forma que a gente acalma uma criança ou qualquer outro ser humano. Precisamos de afeto e conexão. Quando nos sentimos compreendidos e cuidados, produzimos hormônios que sinalizam pro nosso corpo e cérebro que vai ficar tudo bem.
Venha aprender como fazer isso nessa prática da autocompaixão
By Adriana DrullaQuando a gente resiste os nossos sentimentos difíceis, eles se tornam mais fortes. Porém, quando a gente acolhe e cuida do que sente, ficamos mais fortes pra levantar e seguir o nosso caminho.
Estamos vivendo um período de ansiedade e incertezas, as preocupações são muitas, e pra gente continuar com mais resiliência, com mais calma, e sabedoria, é preciso tirar o nosso cérebro desse estado de alerta e ameaça. E nós acalmamos o nosso cérebro da mesma forma que a gente acalma uma criança ou qualquer outro ser humano. Precisamos de afeto e conexão. Quando nos sentimos compreendidos e cuidados, produzimos hormônios que sinalizam pro nosso corpo e cérebro que vai ficar tudo bem.
Venha aprender como fazer isso nessa prática da autocompaixão