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Olá, a paz esteja com vocês! Shalom! Com essa saudação que Jesus fez aos discípulos logo após a ressurreição, saúdo vocês ao trazer a Palavra de Deus que nos fala nessa Campanha da Fraternidade Ecumênica 2021 com o tema Cristo é a nossa Paz: do que era dividido fez-se uma unidade e do lema: Fraternidade e Diálogo - compromisso de amor.
Meu nome é Wania Scarpetto, sou da Igreja Católica Apostólica Romana em Umuarama e estou como coordenadora do CEBI PR e o tema de hoje dia 02 de abril, sexta-feira da Paixão do Senhor é CRUZ E DIÁLOGO.
A Palavra de Deus que nos ilumina é da carta de S. Paulo aos Efésios 2,14-17 que diz o seguinte:
Mas agora, em Jesus Cristo, vós que outrora estáveis longe fostes tornados próximos, pelo sangue de Cristo. É ele com efeito que é a nossa paz: do que era dividido, fez uma unidade. Em sua carne destruiu o muro de separação: o ódio.
Ele aboliu a lei e os seus mandamentos com suas observâncias. Ele quis assim, a partir do judeu e do pagão, criar em si um só homem novo, estabelecendo a paz, e reconciliá-lo com Deus, ambos em um só corpo, por meio da cruz, onde ele matou o ódio.
Esta passagem nos mostra que é a ação salvadora de Jesus que nos traz a verdadeira paz. O sacrifício na cruz derrubou tudo aquilo que separava os “dois povos”, criando uma unidade que agora convive em paz.
Jesus foi morto por questionar essa lei, porque a LEI que deveria defender a vida estava matando. Foi pelo sangue de Jesus, na cruz que ele aproximou judeus e gentios. Foi pela fidelidade de Jesus ao projeto do Reino de Deus que ele foi até as últimas consequências, a morte de cruz. A Cruz é o ponto alto da revelação do amor de Jesus por toda humanidade, sendo fiel ao seu projeto de amor.
A cruz era um instrumento de violência na época de Jesus. A pena de morte era a cruz. O Império Romano mantinha uma ordem e uma paz aparentes com práticas autoritárias e violentas, e até utilizavam a religião como instrumento de manutenção da hierarquia social.
Jesus questionou essas estruturas de poder e desigualdade e com sua morte a lei foi colocada em xeque porque a Lei é insuficiente para estabelecer a verdadeira paz.
Esta meditação da Carta aos Efésios traz um grande desafio para o momento que vivemos hoje. Em nossas condições atuais, vemos uma grande divisão entre as várias igrejas de Cristo, separadas e em grande rivalidade e para vivermos a proposta do lema da CFE deste ano e superarmos a crise de polarização devemos ter a mesma fé de Jesus Cristo como adesão pela salvação que nos é dada gratuitamente por meio da Cruz, só assim, alcançaremos a verdadeira Paz.
Que a Paz esteja com todos e todas vocês.
A Campanha da Fraternidade ecumênica 2021 foi organizada pelo Conselho Nacional de igrejas cristãs - CONIC
Olá, a Palavra de Deus fala com você nesse tempo da Campanha da Fraternidade Ecumênica. Eu sou Alfredo Jorge Hagsma pastor na Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil - IECLB, Paróquia Cristo Salvador em Curitiba, vice pastor-sinodal do Sínodo Paranapanema. O tema de nossa reflexão para este momento é: Cruz e Diálogo.
Hoje, Sexta-Feira Santa, é um dia triste para quem crê em Cristo. Hoje lembramos da morte de Jesus por nós na cruz. E, segundo o apóstolo Paulo: “A mensagem da morte de Cristo na cruz é loucura para os que se perdem; mas para nós que somos salvos, é o poder de Deus.” (1 Co 1.18). A loucura é tamanha que muita gente prefere negar a cruz. E neste sentido, Paulo também faz um alerta: “Já disse isto muitas vezes e agora repito, chorando: existem muitos que, pela sua maneira de viver, se tornam inimigos da mensagem da morte de Cristo na cruz.” (Fp 3.18). Esconder ou camuflar a crueldade da cruz é muito comum. Muita gente tem pavor de olhar para o Cristo crucificado, mas consegue com muita tranquilidade olhar para a cruz vazia. Não poucas vezes saltamos quase que automaticamente da quinta-feira santa direto para o domingo da Páscoa, dia da ressurreição.
Muita gente não deseja olhar para a dor, para o sofrimento e a morte. Não é por acaso que durante esta pandemia por diversas vezes autoridades tentaram esconder ou maquiar a dor, o sofrimento e a morte de pessoas em nosso país. É mais fácil, mais cômodo fazer de conta que a morte não está tão presente e que não é assim tão cruel. Colocar flores aos pés da cruz não diminui toda a dor e sofrimento que ela é capaz de gerar. No entanto, na morte de Jesus na cruz se manifesta o poder de Deus para quem crê. Para nós que cremos negar a cruz isto sim, é loucura. E neste sentido, um hino do Livro de Canto (LC 588) de nossa igreja nos ensina de forma fantástica, assim diz:
1. Quem quer cantar do amor não poderá calar da cruz.
Quero por gratidão dobrar-me diante de Jesus.
Pois pertencer à cruz é sobre si tomá-la.
E não se envergonhar de aqui testemunhá-la. Que assim possamos viver e testemunhar. Amém
A Campanha da Fraternidade Ecumênica 2021 foi organizada pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs – CONIC com o tema: Fraternidade e diálogo: compromisso de amor e o lema: Cristo é a nossa paz: do que era dividido fez uma unidade.
Olá, a palavra de Deus fala com você nesta campanha da Fraternidade ecumênica, sou o Pastor Leandro Luis da Silva, ministro da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil na Comunidade da Cruz de Curitiba, PR.
O tema de hoje é “perseguição e diálogo”, lemos em João 18.20-21 “Jesus respondeu (ao grande Sumo Sacerdote): Eu sempre falei a todos publicamente. Ensinava nas sinagogas e no pátio do templo, onde o povo se reúne, e nunca disse nada em segredo. Então por que o Senhor está me fazendo essas perguntas? Pergunte aos que me ouviram, pois eles sabem muito bem o que eu disse a eles.” Nosso texto está bem no meio da paixão de Jesus onde Ele é interrogado pelo Sumo Sacerdote, pelo homem da religião, que deveria apoiá-lo e reconhecê-lo como Messias. Mas nem seus discípulos fizeram isso. Pedro o havia negado e os demais haviam sumido. As perguntas eram sobre seus seguidores e seus ensinamentos. Se fosse hoje, se fôssemos perguntados a respeito da vida de Jesus e do conhecimento que temos dele, dos seus ensinamentos, o que diríamos? Como confessaríamos nossas divisões por questões teológicas? Como confrontaríamos a liderança com nosso pouco ou nenhum conhecimento bíblico? Como seríamos chamados ou chamadas se não sabemos nem sequer o que o seguimento ao discipulado quer significar na prática em nossas vidas e nossas comunidades. Mas Jesus confessa que sempre ensina nas sinagogas e no pátio do templo! Sim, somos ensinados, no mínimo todos os domingos que temos oportunidade de ouvir e ver a Palavra de Deus sendo pregada. Jesus não entende por que o Sumo Sacerdote precisa fazer essas perguntas. Creio que ele está antecipando a realidade de nossos dias. Da nossa fé fraca e muitas vezes manipulada pela ganância da benção fácil, da nossa irresponsabilidade com o mais fraco, da nossa crescente ânsia por poder, prestígio, glória... E Jesus responde: pergunte aos discípulos, pois eles sabem muito bem o que eu disse a eles. Então pergunto: o Jesus tem dito para ti? O que Jesus tem ensinado a ti? O que você tem visto e ouvido a respeito de Jesus neste um ano de reclusão e pandemia? O que você tem aprendido e praticado nestes tempos? Onde está a tua misericórdia com os mais fracos e inocentes, onde está a tua compaixão na prática do amor, na doação, na partilha do alimento. Tenho visto e ouvido nos noticiários que o número de famintos tem se multiplicado aceleradamente. E você discípulo, e você discípula, e eu, o que fazemos para minimizar este sofrimento? Oremos: Pai querido não permitas que nossa vida se torne manipulável pela ganância, ajuda-nos a lembrar e a praticar que ainda somos teus discípulos e discípulas aos quais tens ensinado tanto, Amém. A Campanha da Fraternidade Ecumênica 2021 foi organizada pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs – CONIC com o tema "Fraternidade e diálogo: compromisso de amor" e o lema "Cristo é a nossa paz: do que era dividido fez uma unidade".
Olá, a palavra de Deus fala com você nesta campanha da Fraternidade ecumênica, sou o Pastor Leandro Luis da Silva, ministro da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil na Comunidade da Cruz de Curitiba, PR.
Você sabe de onde veio a ideia do dia 01 de abril ser o dia da mentira?
A versão mais conhecida para a data remonta ao século 16, na França. Lá, a chegada do Ano Novo era comemorada durante uma semana, do dia 25 de março ao dia 1º de abril. Em 1564, o rei Carlos 9º decidiu que o Ano Novo seria celebrado no dia 1º de janeiro, devido a adoção do calendário gregoriano. Muitas pessoas demoraram para se acostumar com o calendário, e outras resistiram à troca da data. Essas pessoas tornaram-se alvo das mais variadas formas de ridicularização. Eram chamadas de "bobos de abril", recebiam convites para festas que não existiam e ganhavam cartões e presentes esquisitos no dia 1º de abril. Da França, a mania de pregar peças nesta data teria percorrido o mundo. Ou você conhece a história do boneco que queria ser menino, construído com carinho pelo Sr. Gepeto o boneco chamado Pinóquio e, toda vez que mentia, seu nariz crescia. Hoje é 1º de abril, mas a palavra que temos para hoje não tem nada a ver com pregar uma peça, nem falar uma mentira. Ao contrário, é a verdade mais pura e simples da Palavra de Deus. Falamos de Isaías 42.1-4 que diz: “O Senhor Deus diz, aqui está o meu servo, a quem fortaleço, o meu escolhido, que dá muita alegria ao meu coração. Pus nele o meu espírito e ele anunciará a minha vontade a todos os povos. Não gritará, não clamará, não fará discursos nas ruas. Não esmagará um galho que está quebrado nem apagará a luz que já está fraca. Com toda a dedicação ele anunciará a minha vontade. Não se cansará, nem desanimará, mas continuará firme até que todos aceitem a minha vontade. As nações distantes estão esperando para receber os seus ensinamentos” Deus está dirigindo sua palavra a um povo sofrido, em busca de esperança. Essa esperança parece longe de acontecer, parece mais uma mentira, uma anedota contada por um sádico ou manipulador de bonecos. Há quem diga que tudo o que Deus fez foi uma grande invenção, uma grande manipulação para manter as pessoas em cabrestos. Mas aos que tem fé, falam das mais puras verdades e esperanças. A verdade é que não vem de um guerreiro, mas de um servo, humilde, manso, que acolhe o sofrimento do mundo, que se coloca à disposição, sem desanimar, incansável, pois há muitos que querem e precisam ouvir os ensinamentos e verdades que Deus tem para contar. Hoje é quinta-feira santa, início da paixão de Jesus. Que possamos refletir sobre os atos de humildade realizados por Jesus ao lavar os pés dos seus discípulos e a partilhar a última ceia com Ele. Com certeza esta é a maior verdade de todos os tempos neste dia 1º de abril, a verdade do servo Jesus. A Campanha da Fraternidade Ecumênica 2021 foi organizada pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs – CONIC com o tema "Fraternidade e diálogo: compromisso de amor" e o lema "Cristo é a nossa paz: do que era dividido fez uma unidade".
Olá, a Palavra de Deus fala com você nesse tempo da Campanha da Fraternidade Ecumênica. Eu sou Israel Felipe Teixeira, Bacharel em Teologia, atuando na Paróquia Castelo Forte de Pinhais, da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil. O tema da nossa reflexão de hoje é: conscientização e diálogo.
Conforme o texto de Lucas 23.34, Jesus Cristo, já estando crucificado no Calvário, disse o seguinte: “Pai, perdoa esta gente! Eles não sabem o que estão fazendo”.
Jesus pede ao Pai para perdoar “esta gente”, mas a quem exatamente ele estava se referindo? Será que Jesus se referia apenas aos soldados que o estavam zombando e torturando?
No versículo seguinte do texto, nós podemos ler que o povo estava ali ao redor e observava tudo o que acontecia. E ainda no relato da crucificação conforme o evangelista Mateus, lemos que aqueles que iam passando blasfemavam contra Jesus. Lemos que os próprios sacerdotes com os escribas e anciãos zombavam de Cristo e lançavam desafios para que Ele provasse que de fato era o Filho de Deus.
Portanto, entendemos que este pedido de Jesus ao Pai se referia a toda aquela multidão. A todos que estavam assistindo e zombando de Jesus Cristo.
Todos que estavam ali não sabiam o que estavam fazendo, mas achavam que sabiam. Estavam ali no meio da maioria e isso tranquilizava as suas consciências.
E aqui está um dos grandes problemas da humanidade, ainda nos dias de hoje. Grande parte das pessoas não sabe o que está fazendo, mas apenas segue os passos da maioria. Não buscam pela verdade, mas se satisfazem com um “porque sim” ou um “porque não”.
Amados e amadas ouvintes, o tema desta mensagem é conscientização e diálogo. E não é por menos, pois a melhor maneira que temos de tomar consciência de algo é a partir do diálogo. A partir do diálogo com o nosso próximo, diálogo com livros, notícias, e claro, diálogo com o nosso Deus, nosso Criador, a partir da oração e da leitura da sua Palavra.
Desejo que esta mensagem motive você a não ser mais um dos que não sabem o que estão fazendo. Viva com o seu propósito definido, saiba o porquê você está neste mundo.
Não há desculpas para não conheceres a verdade, pois de forma gratuita já podemos ter acesso a Bíblia até mesmo em nossos celulares! Busque ao Senhor, obedeça-o e tenha temor à Ele. Clame à Ele por sabedoria e discernimento. Creia na sua Palavra e, tendo a certeza de que Cristo morreu por você, viva a sua vida para Ele.
Deus o oriente e guie teus passos na direção daquele que é o Caminho, a Verdade e a Vida. Amém!
A Campanha da Fraternidade Ecumênica 2021 foi organizada pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs – CONIC com o tema "Fraternidade e diálogo: compromisso de amor" e o lema "Cristo é a nossa paz: do que era dividido fez uma unidade".
Olá, a Palavra de Deus fala com você nesse tempo da Campanha da Fraternidade Ecumênica. Eu sou Israel Felipe Teixeira, Bacharel em Teologia, atuando na Paróquia Castelo Forte de Pinhais, da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil. O tema da nossa reflexão de hoje é: conscientização e diálogo.
Em Provérbios 23.17 está escrito: “Não tenha inveja dos pecadores. Procure respeitar e obedecer a Deus todos os dias da sua vida”.
Este provérbio que nós lemos hoje, nos instrui a não termos inveja dos pecadores. Quem são esses pecadores? Conforme Rm 3.23, sabemos que todos e todas nós somos pessoas pecadoras. Todavia, este texto de Provérbios está se referindo de um modo mais específico às pessoas que alcançam o seu sucesso a partir de atos pecadores. Ou seja, pessoas que conseguiram muito dinheiro e também poder com mentiras, traições, desonestidade, trapaças e por aí vai.
O salário dessas pessoas normalmente é transformado em casas incríveis, carros luxuosos, viagens e comidas caras. Mas não devemos sentir inveja disso, pois o salário do temor e da obediência ao Senhor é muito maior. O texto nos diz que certamente haverá um futuro, e a esperança daquele que persevera no Senhor não será frustrada.
O temor do Senhor apresenta os benefícios da sabedoria que corrige e guarda não apenas a vereda atual, mas também o destino eterno para onde a vereda conduz.
Por isso, podemos e devemos ter a consciência de que seguir a nossa vida respeitando e obedecendo a Deus é, de longe, a melhor e mais sábia decisão que podemos tomar.
E você? Tem perseverado no temor do Senhor? Obedecer a vontade de Deus é o seu principal propósito de vida?
Se hoje esta mensagem tocou o seu coração, se você refletiu e concluiu que muitas vezes tem tido inveja dos “pecadores”, então te convido a ter um momento de oração assim que terminar esta mensagem. Entregue a tua vida ao Senhor. Peça à Ele por sabedoria, fé e temor. Peça perdão pelos teus pecados e pela tua inveja.
Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nEle e sinta que a Sua graça já te basta.
Deus te abençoe e ilumine teus passos neste dia. Amém!
A Campanha da Fraternidade Ecumênica 2021 foi organizada pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs – CONIC com o tema "Fraternidade e diálogo: compromisso de amor" e o lema "Cristo é a nossa paz: do que era dividido fez uma unidade".
Olá, a Palavra de Deus fala com você nessa Campanha da
Fraternidade Ecumênica 2021 com o tema Cristo é a nossa Paz:
do que era dividido fez-se uma unidade e do lema: Fraternidade
e Diálogo- compromisso de amor.
Meu nome é Padre Edivaldo Donato Bernardo sou da Paróquia Santo Antônio, município de Santa Helena Paraná, Diocese de Foz do Iguaçu, Igreja Católica Apostólica Romana em e o tema de hoje – O tema de hoje: vocação e diálogo, nesta terça feira, 30 de março de 2021.
Quando lemos na segunda Carta de São Pedro, capítulo 1, versículo 17: “Deus, o Pai, lhe deu honra e glória. Ele ouviu a voz da Suprema Glória dizer: Este é o meu Filho querido, que me dá muita alegria”, entendemos que sendo Deus três pessoas vivem a unidade. O Pai dá ao Filho honra e Glória e o Filho dá muita alegria ao ser fiel a sua vocação de Salvador e Messias. Por isso, ao término desta campanha da Fraternidade Ecumênica, podemos dizer que o Senhor Deus se alegra como nossa vocação ao diálogo como compromisso de amor. Derrubamos algumas pontes, outras ainda resistem, mais seguimos firmes na construção de pontes de cooperação e fraternidade entre irmãos e irmãs das Igrejas Cristãs vocacionadas ao diálogo. E você? Se sente chamado a entrar nesta ciranda da fraternidade, sem discriminação, preconceitos e radicalismos?
Campanha da Fraternidade 2021, Cristo é nossa Paz, do que era dividido fez-se uma unidade. Fraternidade e Diálogo, compromisso de amor.
Olá, a Palavra de Deus fala com você nesse tempo da Campanha da Fraternidade Ecumênica. Eu sou Ramona Weisheimer pastora da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil e trabalho na Paróquia de Rolândia, no Paraná. O tema da nossa reflexão de hoje é “Vocação e Diálogo”. O texto bíblico que nos orienta está em Is 9.6: “Já nasceu uma criança, Deus nos mandou um menino que será o nosso rei.”
Este é um texto que comumente ouvimos em tempo de Natal! O profeta Isaías canta, em bela e elaborada poesia, o novo que o Senhor faz: luz que ilumina as trevas, e traz esperança. Por isso se alegrarão como em tempo de colheita, como em tempo de dividir os despojos de guerra, porque a guerra já acabou. Porque o Senhor quebrou o jugo pesado, a vara que feria, o cetro que oprimia. Não mais guerra! E as armaduras e roupas sujas de sangue serão queimadas. Porque uma criança nasceu, um filho nasceu! E a ele foram dados os mais belos nomes: Maravilhoso, Conselheiro, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz!
O texto é um anúncio e é uma oração! Que nem todos quiseram ouvir. Não era tempo de paz, era tempo de guerra, da Guerra Siro-Efraimita (722 a. C.), quando, diante da ameaça da Assíria, o Reino do Norte, Efraim, e a Síria exigiram uma aliança com Jerusalém, que se recusa a ajuda-los, e acaba atacado por eles. Isaías pediu ao rei Acaz que não temesse Israel e a Síria; que não fizesse aliança com a Assíria, pois seria desastroso. Mas Isaías foi visto como traidor. Quando aquilo que ele predisse se concretiza de forma terrível, o profeta, mesmo tendo sido deixado de lado, escreve. Escreve porque a vocação do profeta é não calar, mesmo diante de ouvidos moucos. E escreve de forma poética para ressaltar que o Senhor traz outra vez motivo de grande alegria! A luz brilha! Porque nasceu uma criança. Deus, que quer tudo transformar, assume o risco de concretizar sua vontade numa humilde criança.
Assim, o texto de Isaías, oração proferida por um pequeno grupo de dissidentes, deixa transparecer um panorama de guerra, de opressão, mas também de esperança.
Alegria! Alegria dá o tom, dizem os autores de tantos comentários. E esperança, mesmo em meio à crise que se agiganta. Talvez seja difícil sentir tanta alegria agora, quando os números da perda crescem ao nosso redor, e adquirem rostos e nomes queridos. Talvez nos sintamos muito mais como aqueles que andam nas trevas e que vivem na região da sombra da morte. Dói. Tanta coisa dói. A angústia, a perda, a solidão, a fome. Mas, também para nós canta o profeta: brilhou a luz! E se Quaresma, que já vai findando, é tempo de contrição e preparo do coração, que possamos também abrir nosso coração para esta luz que brilha, e teimosamente nos chama à esperança! Pois um menino nasceu para nós, mas também viveu entre nós, morreu por nós! E ressuscitou! E é este Senhor que nos chama, que vocaciona, que envia como instrumentos da sua paz, do seu amor, do seu perdão, em união, em fé e em esperança.
Oração: Senhor, são difíceis os nossos dias. Temos medo por tantos e por tantas coisas. Mas Tu és Deus bondoso que nos permites falar das nossas dores, que ouves nossas angústias, que nos fortaleces e envias. E, se Tu nos chamas, vocacionas, que nunca nos falte diálogo, esperança e fé. Amém.
A Campanha da Fraternidade Ecumênica 2021 foi organizada pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs – CONIC com o tema "Fraternidade e diálogo: compromisso de amor" e o lema "Cristo é a nossa paz: do que era dividido fez uma unidade".
Olá, a Palavra de Deus fala com você nesse tempo da Campanha da Fraternidade Ecumênica. Sou Cláudio Rieper, pastor da IECLB na Paróquia Luterana em Campo Mourão. O tema de hoje é: Adoração e diálogo; e o texto bíblico de Apocalipse 22.3,4 nos diz assim: "E não haverá na cidade nada que esteja debaixo da maldição de Deus. O trono de Deus e do Cordeiro estará na cidade, e os seus servos o adorarão. Verão o seu rosto, e na testa terão escrito o nome de Deus". Como diz a frase de um famoso pregador: "não se preocupe, eu li a última página da Bíblia, tudo vai dar certo". Para nós que cremos em Cristo, o livro do Apocalipse não fala só do fim, mas em primeiro lugar, do começo de uma nova vida e de um mundo sem feridas e sem maldade. Você costuma pegar a Bíblia na mão? Costuma ler o que esta nela? Pois o verso 4 desse texto, nos lembra também, as palavras do Ap.Paulo de 1Coríntios 13.12: "O que agora vemos é como uma imagem imperfeita num espelho embaçado, mas depois veremos face a face. Agora o meu conhecimento é imperfeito, mas depois conhecerei perfeitamente, assim como sou conhecido por Deus." O que se pode acrescentar a estas palavras? Digo que é a nossa fé em Cristo. São palavras de ânimo, não de tristeza, são palavras de esperança, não de medo, pois é isso que vemos quando olhamos em volta, vemos um ser humano que se perdeu de Deus e da sua humanidade que Cristo resgatou na cruz. Por isso fica a pergunta: Onde você tem posto sua fé? Em pessoas de carne e osso, como eu e você, ou em Cristo? Pois como ainda disse o Ap.Paulo em 1Coríntios 15.13,14: "Se não existe a ressurreição de mortos, então quer dizer que Cristo não foi ressuscitado. E, se Cristo não foi ressuscitado, nós não temos nada para anunciar, e vocês não têm nada para crer". Creia em Cristo e no perdão que Deus te deu na cruz, e com certeza, você poderá descansar nos braços de Deus. Pois como Jesus Cristo mesmo disse: "Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido" (Lc 19.10). Por isso Pai, queremos orar e seguir cantando juntos, dizendo: "Vede que grande amor, nos tem concedido o nosso Pai, de sermos chamados Filhos de Deus". Bom descanso e que Deus te abençoe!
Olá, a Palavra de Deus fala com você nesse tempo da Campanha da Fraternidade Ecumênica. Sou Cláudio Rieper, pastor da IECLB na Paróquia Luterana em Campo Mourão. O tema de hoje é: Adoração e diálogo; e o texto bíblico de Zacarías 14.9 nos diz assim: "O Senhor será Rei sobre toda a terra; naquele dia, um só será o Senhor, e um só será o seu nome". No início da Semana Santa, Jesus Cristo nos diz: Ele é a fonte da "água viva"! Se você tivesse que partir hoje, onde estaria a esperança do teu coração? Textos como o de hoje, lembram o que Jesus disse em seus momentos finais. Quando Ele voltar, encontrará fé na terra (Lc 18.8)? Ou como João 18.36 e Marcos 13.26, onde Ele diz (Mt 24.30, At 1.11): "o meu reino não é deste mundo", e que preciso sempre estar preparado para sua volta. Nós que cremos em Jesus Cristo e na sua obra, agimos com fé e amor, enquanto aguardamos por este dia! Um novo dia, não como outro qualquer, mas como aquele em que Deus trará novo céu e nova terra. Textos como esse, nos põem entre a realidade do já agora, mas ainda não. Parte desta profecia se cumpriu quando Jesus entrou como Rei em Jerusalém, e também quando subiu na cruz e depois foi ressuscitado. Mas que só se completará, quando Ele voltar e reinar sobre todos os povos. Por isso olhamos para hoje, com os olhos da esperança futura que Cristo nos dá e não para o que os nossos lábios e mãos sem Deus, mais produzem: dor e sofrimento! Enquanto esperançamos pela volta do Senhor, não devo deixar de crer e praticar o perdão que Deus me deu naquela cruz, e por isso, preciso perdoar, amar, valorizar e cuidar do outro, assim como Cristo também me amou! Lembre-se: só Jesus Cristo é "água viva", o resto é água morta, que no final, só nos leva para a morte! Se apegue em Cristo e não em obras humanas! Por isso Pai, queremos te pedir: ajuda-nos a seguir viagem, cantando e agindo como o Povo de Deus do Antigo Testamento, no campo de batalha: cantando juntos: "Pelas dores deste mundo, ó Senhor, imploramos piedade. A um só tempo, geme a criação... O teu poder sustente o testemunho do teu povo. Teu reino venha a nós, Kyrie eleison!"; que Deus te abençoe. Amém!
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