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A PALAVRA DE DEUS FALA COM VOCÊ!
Veja aqui a mensagem sobre os textos das SENHAS DIÁRIAS para esse dia 26 de fevereiro de 2021. O tema de hoje é Oração e Diálogo. Vamos ouvir a mensagem do Papa Francisco sobre esse tema, lida na voz do jornalista do VaticanNews, Silvonei Protz.
Queridos irmãos e irmãs do Brasil!
Com a Quaresma, somos convidados a um tempo de intensa reflexão e revisão de nossas vidas. O Senhor Jesus, que nos convida a caminhar com Ele pelo deserto rumo à vitória pascal sobre o pecado e a morte, faz-se peregrino conosco também nestes tempos de pandemia. Ele nos convoca e convida a orar pelos que morreram, a bendizer pelo serviço abnegado de tantos profissionais da saúde e a estimular a solidariedade entre as pessoas de boa vontade.
Convoca-nos a cuidarmos de nós mesmos, de nossa saúde, e a nos preocuparmos uns pelos outros, como nos ensina na parábola do Bom Samaritano (cf. Lc 10, 25-37). Precisamos vencer a pandemia e nós o faremos à medida em que formos capazes de superar as divisões e nos unirmos em torno da vida. Como indiquei na recente Encíclica Fratelli tutti, «passada a crise sanitária, a pior reação seria cair ainda mais num consumismo febril e em novas formas de autoproteção egoísta» (n. 35). Para que isso não ocorra, a Quaresma nos é de grande auxílio, pois nos chama à conversão através da oração, do jejum e da esmola.
Como é tradição há várias décadas, a Igreja no Brasil promove a Campanha da Fraternidade, como um auxílio concreto para a vivência deste tempo de preparação para a Páscoa. Neste ano de 2021, com o tema “Fraternidade e Diálogo: compromisso de amor”, os fiéis são convidados a «sentar-se a escutar o outro» e, assim, superar os obstáculos de um mundo que é muitas vezes «um mundo surdo». De fato, quando nos dispomos ao diálogo, estabelecemos «um paradigma de atitude receptiva, de quem supera o narcisismo e acolhe o outro» (Ibidem, n. 48). E, na base desta renovada cultura do diálogo está Jesus que, como ensina o lema da Campanha deste ano, «é a nossa paz: do que era dividido fez uma unidade» (Ef 2,14).
Por outro lado, ao promover o diálogo como compromisso de amor, a Campanha da Fraternidade lembra que são os cristãos os primeiros a ter que dar exemplo, começando pela prática do diálogo ecumênico. Certos de que «devemos sempre lembrar-nos de que somos peregrinos, e peregrinamos juntos», no diálogo ecumênico podemos verdadeiramente «abrir o coração ao companheiro de estrada sem medos nem desconfianças, e olhar primariamente para o que procuramos: a paz no rosto do único Deus» (Exort. Apost. Evangelii gaudium, n. 244). É, pois, motivo de esperança, o fato de que este ano, pela quinta vez, a Campanha da Fraternidade seja realizada com as Igrejas que fazem parte do Conselho Nacional das Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC).
Desse modo, os cristãos brasileiros, na fidelidade ao único Senhor Jesus que nos deixou o mandamento de nos amarmos uns aos outros como Ele nos amou (cf. Jo 13,34) e partindo «do reconhecimento do valor de cada pessoa humana como criatura chamada a ser filho ou filha de Deus, oferecem uma preciosa contribuição para a construção da fraternidade e a defesa da justiça na sociedade» (Carta Enc. Fratelli tutti, n. 271). A fecundidade do nosso testemunho dependerá também de nossa capacidade de dialogar, encontrar pontos de união e os traduzir em ações em favor da vida, de modo especial, a vida dos mais vulneráveis.
Desejando a graça de uma frutuosa Campanha da Fraternidade Ecumênica, envio a todos e cada um a Bênção Apostólica, pedindo que nunca deixem de rezar por mim.
Olá, a Palavra de Deus fala com você nesse tempo da Campanha da Fraternidade Ecumênica. Eu sou Eder Weber, pastor da IECLB na Comunidade Bom Pastor de Curitiba.
A palavra de Deus nos diz em Amós 4.13: “Foi Deus quem fez as montanhas e criou o vento. Ele revela os seus planos aos seres humanos. Ele faz o dia virar noite e anda por cima das montanhas. Este é o seu nome: o Senhor, O Deus Todo Poderoso”.
O tema desta mensagem é ‘Oração e Diálogo’. Quantas vezes não nos perguntamos porque Deus demora tanto a nos responder? Ou ainda ‘de que adianta orar se Deus nem sempre responde às nossas preces da maneira que gostaríamos?’
O ato de orar demonstra muito mais do que ter fé de que Deus nos escuta; orar requer também a coragem de aceitar que Deus nem sempre nos responde como gostaríamos - e ter a capacidade de conviver com esta resposta de Deus.
O verso de Amós que nos serve de base traz duas figuras interessantes: montanhas e ventos. As montanhas representam sempre um grande desafio em nossa vida. Certamente seria bem mais fácil uma jornada por um caminho plano e reto, mas enfrentar as montanhas que aparecem são definitivamente uma parte do nosso viver.
Da mesma forma, os ventos, incontroláveis por sua própria natureza, podem significar um tempo difícil e desafiador que, cedo ou tarde, teremos de enfrentar.
Amós, contudo, não usa estas figuras para apresentar um Deus que quer complicar a nossa vida, mas como forma de demonstrar sua força, capacidade e poderio. Olhando pelo lado positivo, pense na vista majestosa que um topo de montanha oferece. A subida pode demandar esforço, mas o prêmio de chegar lá é poder perceber a grandeza e a beleza desse nosso mundo de Deus. Da mesma forma, um velejador experiente não reclama do vento, mas ajusta suas velas para aproveitá-lo ao máximo.
Amados irmãos e irmãs, a oração não demanda um esforço físico tão grande, mas ela pede por uma fé que reconheça que os planos - e as respostas - de Deus são perfeitos para a nossa vida.
Nesse espírito, te convido a orar : Senhor Deus, em meio aos desafios do cotidiano, permita-nos ver a tua face a nos chamar e a tua mão a nos guiar. Que reconheçamos a tua grandeza, para que tua vontade seja feita em nossa vida. Amém!
A Campanha da Fraternidade Ecumênica 2021 foi organizada pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs – CONIC com o tema Cristo é a nossa Paz e o lema Fraternidade e diálogo: um compromisso de amor.
Olá, a Palavra de Deus fala com você nesse tempo da Campanha da Fraternidade Ecumênica.
Eu sou Israel Felipe Teixeira, Bacharel em Teologia, atuando na Paróquia Castelo Forte de Pinhais, da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil. O tema da nossa reflexão de hoje é: fé e diálogo.
Quando lemos em Romanos 8.38-39 – “Eu tenho a certeza de que nada pode nos separar do amor de Deus: nem a morte, nem a vida; nem os anjos, nem outras autoridades ou poderes celestiais; nem o presente, nem o futuro; nem o mundo lá de cima, nem o mundo lá de baixo. Em todo o Universo, não há nada que possa nos separar do amor de Deus, que é nosso por meio de Cristo Jesus, o nosso Senhor”, entendemos que a principal ênfase de Paulo ao escrever este texto está na palavra NADA.
Paulo começa afirmando que NADA pode nos separar do amor de Deus. A partir disto, todos os “nem” que aparecem em seguida no texto estão conectados com este NADA que apareceu ali no início – nem a morte, nem a vida; nem presente, nem futuro; e por aí vai. E ainda por fim, para concluir aquilo que queria deixar claro para os leitores da carta, Paulo finaliza mais uma vez afirmando que não há NADA em todo o Universo que possa nos separar do amor de Deus.
Vejo este como um dos textos mais belos e impactantes da Bíblia. Em momentos difíceis, de luto, sofrimento, dor, desânimo, depressão, dúvidas... para todos estes momentos, uma leitura consciente destes versículos de Romanos pode ajudar em muito.
Tendo a fé de que NADA pode nos separar do amor de Deus, o que poderia nos causar temor ou medo? Como é dito em alguns versículo anteriores: “Se Deus é por nós, quem será contra nós?”. Em todas as coisas deste mundo nós somos mais do que vencedores, não por mérito próprio, mas sim por meio daquele que nos amou.
Por isso, podemos ter fé de que as palavras de Davi em 2 Samuel 22.3 certamente são verdadeiras. Deus é o nosso abrigo, nosso escudo forte. O Todo Poderoso que nos nutre, supre e satisfaz. Por amor, Ele não poupou o seu próprio Filho, mas por todos nós o entregou. Há consolo maior do que este? Há esperança maior do que esta?
E você? Tem fé de que estas palavras são verdadeiras?
Estamos no tempo da quaresma, o período que antecede a Páscoa. É um tempo de oração, de reflexão... tempo de abrir mão de maus hábitos, tempo de rever conceitos. Por isso hoje, te convido para refletir: como está a sua fé? Como está o seu relacionamento com Deus? E como está o seu relacionamento com o próximo, com as pessoas com as quais você convive?
Oremos:
Senhor, nosso Deus, fortaleça a nossa fé. Ajude-nos a confiar mais em Ti e compreendermos que NADA poderá nos separar do teu amor por nós, que é nosso por meio de Cristo Jesus. Queremos a cada dia estarmos mais próximos da Tua vontade para a nossa vida e, por isso, entregamos as nossas vidas a Ti. Que em gratidão ao teu imensurável amor por nós, possamos também amar e dialogar com respeito com nossos irmãos e irmãs. Amém.
A Campanha da Fraternidade Ecumênica 2021 foi organizada pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs – CONIC com o tema "Fraternidade e diálogo: compromisso de amor" e o lema "Cristo é a nossa paz: do que era dividido fez uma unidade".
Olá, a Palavra de Deus fala com você nesse tempo da Campanha da Fraternidade Ecumênica. Eu sou Israel Felipe Teixeira, Bacharel em Teologia, atuando na Paróquia Castelo Forte de Pinhais, da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil. O tema da nossa reflexão de hoje é: fé e diálogo.
Quando lemos em 2 Samuel 22.3 – “O meu Deus é uma rocha em que me escondo. Ele me protege como um escudo; ele é o meu abrigo, e com ele estou seguro. Deus é o meu Salvador; ele me protege e me livra da violência”, entendemos que o nosso Deus é Todo Poderoso, assim como um escudo impenetrável, uma rocha inabalável, Ele protege os seus filhos e filhas dos males deste mundo.
Um dos nomes hebraicos utilizados para referir-se a Deus no Antigo Testamento é o “El Shaddai”, o qual é traduzido para nossas Bíblias em português como “Deus Todo Poderoso”. Porém, buscando uma tradução mais precisa e próxima da ideia original deste nome hebraico dado para Deus, temos a seguinte tradução: “Deus peitudo”.
Esse atributo “peitudo” parece bastante estranho, não é? Mas acreditem, ele possui um significado incrível! Um primeiro ponto a ser entendido é a relação deste atributo com a tradução comum “Todo Poderoso”. O atributo “peitudo” significa: aquele que possuí peito forte, musculoso, que é valente e enfrenta tudo o que está a sua frente. Ou seja, um Deus que é Todo Poderoso.
Mas além deste atributo de força e poder, o nome “Deus Peitudo” também possui forte relação com os peitos maternos. Neste sentido, o atributo “peitudo” vem a significar: aquele que nutre, supre, satisfaz, protege e cuida dos seus filhos e filhas.
Por isso podemos, assim como Davi, ter fé neste Deus que é Todo Poderoso. Ele é como uma rocha forte, nEle podemos nos esconder e encontrarmos abrigo. Como um escudo Ele nos protege e nos livra do mal que quer nos derrubar e nos destruir.
Por isso podemos, como irmãos e irmãs, unidos/as pela mesma fé em um só Deus, que é Todo Poderoso e Criador de todas as coisas, dialogar com o nosso próximo, com respeito, discernimento e boa conduta. No versículo é dito que Deus nos protege e nos livra da violência. Se Ele nos livra da violência, certamente não devemos promovê-la de modo algum, pelo contrário, nossas ações, palavras e pensamentos, fundamentados na fé em um único e Todo Poderoso Deus, devem promover o amor, a paz e o respeito.
E você? Se sente seguro e protegido por Deus? Consegue viver sua vida de forma calma e plena, tendo a certeza de que Deus cuida de ti e supre todas tuas necessidades? Como está a sua fé?
Oremos:
Senhor, nosso Deus, Todo Poderoso e Pai de amor, ajude-nos a ter mais fé. Ajude-nos a confiar mais em Ti e compreendermos que a Tua graça nos basta. Tu és o nosso refúgio, nossa rocha, nosso escudo. Um Deus Todo Poderoso que nunca abandona seus filhos e filhas. Nada pode nos separar do teu amor por nós e te somos gratos por isso. Amém.
A Campanha da Fraternidade Ecumênica 2021 foi organizada pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs – CONIC com o tema "Fraternidade e diálogo: compromisso de amor" e o lema "Cristo é a nossa paz: do que era dividido fez uma unidade".
Olá, a Palavra de Deus fala com você nessa Campanha da Fraternidade Ecumênica 2021 com o tema Cristo é a nossa Paz:
Meu nome é Padre Edivaldo Donato Bernardo sou da da Paróquia Santo Antônio, município de Santa Helena Paraná, Diocese de Foz do Iguaçu, Igreja Católica Apostólica Romana em e o tema de hoje – transformação e diálogo, nesta terça feira, 23 de fevereiro de 2021.
Quando lemos na segunda Carta de São Paulo aos Coríntios, capítulo cinco, versículo vinte, “Nós somos, portanto, embaixadores de Cristo; é Deus quem vos exorta por nosso intermédio. Nós vos pedimos em nome de Cristo: reconciliai-vos com Deus”, entendemos que reconciliar com Deus é reconhecer de seu perdão, pois muitas vezes não vivemos como família de Deus: muito preconceito, discriminação, racismo e intolerância. Por isso, podemos e devemos viver em paz entre nós, PROMOVENDO O diálogo reconciliador onde há conflitos: entre igrejas cristãs, culturas, classes sociais etc, pois somos diferentes, mas somos irmãos. E você? Está disposto a promover a reconciliação? Promover a unidade na diversidade?
Campanha da Fraternidade 2021, Cristo é nossa Paz, do que era dividido fez-se uma unidade. Fraternidade e Diálogo, compromisso de amor.
Olá, a Palavra de Deus fala com você nesse tempo da Campanha da Fraternidade Ecumênica. Eu sou Alfredo Jorge Hagsma pastor na Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Paróquia Cristo Salvador em Curitiba, vice pastor-sinodal do Sínodo Paranapanema. O tema de nossa reflexão para este momento é: Disposição e Diálogo.
Quando lemos no livro do profeta Isaías 6.8: “Ouvi o Senhor dizer: Quem é que eu vou enviar? Quem será o nosso mensageiro? Então respondi: Aqui estou eu. Envia-me a mim”. Compreendemos, a partir dessa palavra, que Deus chama pessoas para a sua obra. Assim Ele chamou Isaías para ser profeta e este prontamente se colocou à disposição para servir. Diferente de outros profetas, Isaias não arruma desculpas, mas ele próprio se oferece antes mesmo que Deus o convoque.
A função de um profeta no Antigo Testamento consistia basicamente em denunciar o pecado humano e anunciar a graça e o poder de Deus. O profeta Isaias insiste que o pecado, a desobediência e a falta de fé em Deus podem levar a nação a desgraça. E de fato, o que o profeta alertava acaba acontecendo. O povo é levado em cativeiro para fora de seu país, advém um tempo de desgraça, exploração, humilhação e sofrimento. No entanto, a história não termina assim, para este povo, o profeta anuncia a libertação, garantindo que Deus mesmo os trará de volta do cativeiro para recomeçarem a vida em Israel. E isto, não por mérito do povo, mas pela infinita misericórdia divina. Isaías é também aquele que anuncia a vinda de um descende de Davi, que será o rei ideal, e fala de uma época de paz e prosperidade para o mundo.
Também nós somos chamados e chamadas para denunciar o pecado humano, tudo aquilo que nos afasta de Deus e que causa desgraça para a humanidade, e ao mesmo tempo anunciar que em Deus podemos experimentar graça e paz, vida plena e abundante aqui, agora e depois. E nós, assim como Isaías, temos disposição para esta missão?
Oremos: Querido Deus, que o teu Espírito desperte em nós a mesma disposição dada ao profeta Isaías. Dá-nos coragem para denunciar o pecado humano e anunciar com alegria salvação que só Tu podes dar. Por Cristo, Jesus, nossa Paz. Amém.
A Campanha da Fraternidade Ecumênica 2021 foi organizada pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs – CONIC com o tema: Fraternidade e diálogo: compromisso de amor e o lema: Cristo é a nossa paz: do que era dividido fez uma unidade.
Olá, a Palavra de Deus fala com você nessa Campanha da Fraternidade Ecumênica.
A atribulada oração de Ana alcança o olhar amoroso de Deus. Ela derrama sua angústia perante Ele. Ela conversa com Deus. Ela procura Deus em sua oração e aguarda sua resposta.
O exemplo de Ana convida a você a mim para chegarmos mais perto de Deus e clamarmos unidos para que Ele olhe para este mundo em dor e sofrimento, em aflição e violência física e verbal. Clamamos para que Deus derrame seu olhar amoroso e alcance todos os espaços de nossa vida e todos os rincões de seu amado mundo. Assim como Deus não seu esqueceu de Ana ele também não se esquece de nenhum de nós.
Oremos: Amado Deus! Ouve nosso clamor e nossa aflição como também ouviste tua serva Ana. Estende o teu olhar amoroso sobre este mundo que geme e clama pelo teu amor, mundo dividido e que pela força de teu amor será novamente unido. Amém!
A Campanha da Fraternidade Ecumênica 2021 foi organizada pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs – CONIC com o tema "Fraternidade e diálogo: compromisso de amor" e o lema "Cristo é a nossa paz: do que era dividido fez uma unidade".
Olá, a Palavra de Deus fala com você nessa Campanha da Fraternidade Ecumênica.
Meu nome é Vera Maria Immich, sou Pastora da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Comunidade e Pastoral da Consolação, Curitiba, Paraná e o tema de hoje, 22 de fevereiro de 2021 é sobre o diálogo e o olhar de Deus, orientados pelo NT em Lucas 1.46-48: “Maria disse: a minha alma anuncia a grandeza do Senhor. O meu espírito está alegre por causa de Deus, o meu Salvador. Pois, ele lembrou de mim, sua humilde serva!”
Maria visita sua prima Isabel e no cântico relata uma experiência íntima com o Espírito Santo de Deus. Disse Lutero sobre esta experiência que ninguem pode ter o entendimento correto de Deus e de sua palavra a não ser que o tenha através do Espírito Santo; todavia, ninguém o pode ter se não o esperimentar, sentir ou perceber.
Através do Espírito Santo Deus escolhe exaltar o humilde, humihar o que é elevado, quebrar o que está feito e refazer o que está quebrado e ele nos convida a unirmos nossos esforços e nossa fé para espalharmos amor e comunhão neste mundo que ainda é seu. Ele nos convida a lançarmos suas sementes e transbordamos o seu amor incondicional e nos alegramos em nosso Salvador por que ele se lembra dos humildes.
Oremos: Querido e eterno Deus. Rendemos-te graças por esse tempo especial de quaresma e comunhão contigo e com irmãos e irmãs. Agradecemo-se por que te revelaste a tua serva Maria. Clamamos para que tua palavra encontre morada em nossas vidas e não volte vazia. Amém.
A Campanha da Fraternidade Ecumênica 2021 foi organizada pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs – CONIC. Ela tem como lema: Cristo é a nossa paz: do que era dividido, fez uma unidade e como tema "Fraternidade e Diálogo: compromisso de amor.
Olá, a Palavra de Deus fala com você nesse tempo da Campanha da Fraternidade Ecumênica. Eu sou Jefferson Schmidt, pastor da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil e trabalho na Paróquia da Araucárias, com sede em Irati. O tema da nossa reflexão de hoje é: Pão e Diálogo.
Quando lemos em 1 Coríntios 1.8: “Cristo vai conservá-los firmes até o fim”.
Compreendemos que o Apóstolo Paula fala a primeira comunidade cristã das bênçãos que recebemos por meio de Cristo e que Ele, Cristo irá manter-nos firmes até o fim. O fim descrito pelo Apóstolo acontecerá na volta de nosso Senhor Jesus Cristo.
Inevitavelmente, Paulo nos faz olhar para nossa vida. Que vida é essa? Uma vida unida a Cristo em quem posso encontrar orientação e consolo, ânimo para viver? Ou uma vida sem sentido, sem esperança, sem rumo? Muitas vezes durante nossa vida passamos por momentos difíceis, onde até mesmo nossa comunhão com Deus parece ficar fragilizada. A sensação de estarmos perdendo a fé, diante das nossas incapacidades, frente aos desafios que volta e meia confrontam os seguidores de Cristo, nos levam a muitos questionamentos.
Ela é tão fugaz como a brisa matinal. Cada minuto é precioso para Deus e para mim. Não é uma vida só de bênçãos, não é uma vida só de desgraça. Que possamos dividir o pão, dialogar, respeitar e amar também aquele que é diferente de mim. Assim, ao chegarmos ao fim teremos a certeza de que tivemos sim, a presença amorosa de Deus que me ama e que sempre buscou e esperou de mim o melhor.
Portanto, não importa o tamanho dos desafios que nos atingem; não importa a intensidade dos problemas que nos cercam. De uma forma maravilhosa, no dia de nosso Senhor Jesus Cristo, seremos irrepreensíveis. Isso não acontecerá devido as nossas boas obras; ou devido ao nosso intelecto; nem mesmo pela nossa condição econômica ou pela posição que ocupamos na sociedade. Porém, nesse pequeno versículo, o apóstolo Paulo nos mostra uma promessa tão sublime: É Deus quem nos manterá firmes até o fim!
Que a cada dia possamos entender que não há mérito algum em nós. Os méritos são unicamente de Cristo! Devemos descansar nessa promessa extraordinária. Devemos confiar inteiramente em Deus, pois Ele é fiel, e sustenta o seu povo até o fim.
A Campanha da Fraternidade Ecumênica 2021 foi organizada pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs – CONIC com o tema: Fraternidade e diálogo: compromisso de amor e o lema: Cristo é a nossa paz: do que era dividido fez uma unidade.
Olá, a Palavra de Deus fala com você nesse tempo da Campanha da Fraternidade Ecumênica. Eu sou Jefferson Schmidt, pastor da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil e trabalho na Paróquia da Araucárias, com sede em Irati. O tema da nossa reflexão de hoje é: Pão e Diálogo.
Quando lemos em Mateus 4.4: “Jesus respondeu: Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus”.
Compreendemos que para viver não basta somente o pão, o alimento perecível. É preciso mais, é preciso saciar-se da Palavra de Deus.
Jesus pede que possamos nos empenhar mais pelo alimento que permanece, e não apenas pelo alimento perecível. Esse empenho deve ocupar a vida da pessoa cristã em sua totalidade. O verdadeiro pão do céu quem dá é o Pai. E o pão do céu é o próprio Jesus, que veio dar a vida eterna àquelas pessoas que o buscam. Vida eterna significa uma existência reconciliada com Deus. Por isso, essa vida inicia-se já aqui na história que escrevemos a cada novo dia. Quem vai a Jesus nunca mais terá fome nem sede. Vida cristã é uma vida permanente junto aquele que sacia nossa fome e nossa sede.
Ao lado do pão que sacia nossa fome, Jesus mesmo se compara a esse pão e nos diz que ele é o pão da vida. Assim, Jesus quer saciar a fome e a sede que brotam do interior de cada pessoa. Ao enviar seu filho ao mundo, Deus reconhece a nossa fome e sede e quer nos alimentar. Dessa forma, não permite que ninguém morra sem ter comido do pão da vida.
Somos pessoas vocacionadas para ser mais solidárias, mais humanas, mais atentas às necessidades das pessoas ao nosso redor, necessidades essas que vão desde o pão até o abraço que reconforta e reanima. Quando sentimos que estamos perdendo essas qualidades, é hora de novamente nos alimentarmos do pão de Cristo, o pão da vida. Cabe aqui mais uma constatação. Como nutrir-se desse pão? Cada um pode nutrir-se individualmente, com sua espiritualidade. Mas a comunidade é o lugar central da busca pelo pão. Aqui Deus nos serve com sua palavra, alimento para a nossa fé.
Aceitar este pão que Jesus oferece transforma o jeito de viver aqui no mundo e no relacionamento com as pessoas e a criação. Agradeçamos pelo pão de cada dia, pelos sinais do amor de Deus que este pão nos dá e, através dos sinais, deixemos que o Cristo nos abra olhos e coração para os outros, para que sejamos pequenos sinais do amor de Deus.
A Campanha da Fraternidade Ecumênica 2021 foi organizada pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs – CONIC com o tema: Fraternidade e diálogo: compromisso de amor e o lema: Cristo é a nossa paz: do que era dividido fez uma unidade.
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