O perseguidor Saulo, cego em seu zelo excessivo, determinado por sua própria justiça, é encontrado por Jesus no caminho de Damasco. Caído ao chão, seus olhos antes cegos foram impactados por uma grande luz, sua vida converte em uma outra direção. Agora Paulo, não mais perseguidor tornando se perseguido, missionário, falando do Cristo que antes perseguia, odiado por muitos a ponto de ser preso, isolado pela vontade de Deus. Sua culpa foi libertar uma jovem adivinha prejudicando o lucro de poderosos daquele lugar. Paulo e seu amigo Silas agora colocados em uma prisão insalubre, recebem açoites e feridas. A meia noite eles oram e louvam com alegria dando glórias a Deus. Paulo sabia em que tinha crido. Não era sobre o seu sofrimento o foco, haviam outras pessoas a serem alcançadas pelo seu testemunho. O ordinário se tornou extraordinário. Um forte tremor nos alicerces abriu as portas da prisão, despertando o carcereiro que dormia. Ao acordar, fica desesperado e resolve tentar contra a própria vida, mas é impedido pela brado de Paulo que o tranquiliza, dizendo que todos estavam ali. O evangelho é pregado, alcançando os familiares do carcereiro. Paulo passa de cuidador para cuidado, recebe assistência e tem alívio das suas feridas por quem justamente as causou. Na comunhão naquele dia, novas alianças, Deus é visto e glorificado. Podemos então refletir em tempos de isolamento, pois independentemente de como estejamos o que fará a diferença será a onde está as nossas prioridades. A vida com Cristo precisa ser de relacionamento diário, jamais nos tornaremos acima da média sem essa comunhão. Vendo Deus como ele é e não como um Deus conveniente a nós. Podemos nos desligarmos das coisas efêmeras desse mundo para nos ligar ao céu onde está Deus.