Entre o poder silencioso de Jesus e a leveza apática de Pilatos, vemos o drama da indiferença diante da Verdade. Muitos não rejeitam Cristo por incredulidade, mas por falta de peso no coração.
Pilatos não odiava Jesus — apenas não se importava o suficiente para se comprometer. Seu gesto de “lavar as mãos” é o retrato de uma geração que evita decisões eternas por conveniência momentânea. É mais fácil permanecer neutro do que se curvar diante do Rei.
Mas a indiferença também é uma escolha. Esta mensagem nos chama a dar à eternidade a gravidade que ela merece, a olhar para Cristo com o temor e a entrega que Ele exige.
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