Pretoteca

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By Grupo BandeirantesSociety & CultureHistory
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Pretoteca episodes

  • #126 - Prettos: A gente segue a linha do "empretecer", levando nossa música ao Brasil
    Os irmãos Magnu Sousa e Maurílio de Oliveira, que formam a dupla "Prettos", abrem os trabalhos deste ano do Pretoteca com uma conversa sobre música, samba, alegria, família e resistência. Comemorando 10 anos, a dupla, que é fundadora do "Quintal dos Prettos" e do "Samba da Vela", contou sobre a trajetória deles na música, além de histórias sobre as madrinhas que os ajudaram na caminhada, como as cantoras e compositoras Dona Ivone Lara e Beth Carvalho. Confira o episódio completo apresentado por Cynthia Martins e Larissa Alves.
    1 hr 4 min
  • #125 - CEO da Feira Preta fala como o evento impactou o próprio processo de racialização
    No último episódio de 2023 do Pretoteca, Cynthia Martins recebe Adriana Barbosa, CEO do Instituto Feira Preta, considerada uma das mulheres negras com menos de 40 anos mais influentes do mundo. Ela criou a maior feira de cultura negra da América Latina.

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    29 min
  • #124 - "Tatuagem em preto parece sujeira"
    O tema do novo episódio do podcast Pretoteca é uma arte milenar, encontrada em corpos de múmias egípcias de 2000 antes de Cristo. Arte tão antiga quanto a humanidade, e cada vez mais presente em corpos nos dias de hoje. Arte que já foi demonizada, vista como 'coisa de bandido' e até mesmo utilizada pra marcar presidiários e escravizados em outros tempos. O Cristianismo foi muito responsável por demonizar essa arte, condenando a marcação de corpos. Tatuagem é o tema deste Pretoteca. Mais especificamente, tatuagem em pele preta. Cynthia Martins (@cynmartins) e Larissa Alves (@larissa.alvesls) conversam com uma das referências em tatuar pele preta no Brasil, o pernambucano Fábio Lopes (@fabiolopes_ttt), de 27 anos, nascido e criado na comunidade de Peixinhos, Olinda.
    42 min
  • #123 - Bia Ferreira: eu vivo de arte em um país que nega minha existência
    No episódio do Pretoteca desta semana, as apresentadoras Cynthia Martins e Larissa Alves conversaram com Bia Ferreira, artista preta, lésbica, cantora, compositora e multi-instrumentista.
    Dona do sucesso "Cota Não É Esmola", que se tornou leitura obrigatória para o vestibular da Universidade de Brasília e já foi citado em exames universitários.
    Bia Ferreira é uma artista visceral e política, "papo reto", sem medo de falar o que pensa sobre o mundo e sobre as próprias vivências.
    Uma conversa sobre música, arte, representatividade, fé, família, amores e afetos e espaços a serem conquistados para quem não segue os padrões priorizados pela indústria fonográfica.
    Bia Ferreira também explicou os princípios da igreja lesbiteriana e o que pretende levar com a arte que faz.
    1 hr 27 min
  • #122 - Menino de 9 anos da Cidade de Deus conquista vaga em escola internacional de balé
    Imagina concorrer com mais de quatro mil pessoas e conseguir uma vaga na filial brasileira de uma das escolas mais renomadas de dança do mundo? E mais, ser morador da Cidade de Deus, no Rio de Janeiro, ter apenas 9 anos, e ter iniciado no balé há pouco tempo em um projeto da comunidade. Essa é a história de Wellington Almeida. Uma criança preta da periferia que tem, nas palavras dele, dois sonhos: dar uma casa do jeitinho que a mãe dele sonha e dançar por todo o país. Sim, Wellington faz parte da exceção, mas o que separa a maioria dos alunos da escola de dança Bolshoi de tantas crianças pretas de favelas de vários lugares do mundo é a oportunidade! No episódio do Pretoteca dessa semana, as apresentadoras Cynthia Martins e Larissa Alves conversaram com Wellingnton Almeida, com a mãe dele, Jaqueline Almeida, e com Valéria Martins, responsável pelo projeto social de dança na Cidade de Deus.
    36 min
  • #120 - Lei de cotas como aliada na luta pela democratização do acesso ao ensino superior
    No dia da Consciência Negra, o Pretoteca traz uma discussão sobre as modificações na lei de cotas, sancionadas pelo presidente Lula na última semana. Dados recentes da PNAD Educação, divulgados pelo IBGE, apontam que, pela primeira vez desde 2016, a quantidade de pretos e pardos nas universidades caiu em relação aos brancos. A curva estava crescente desde 2015, saiu de 45,9%, chegou a 49% em 2019 e, em 2022, foi para 48,3%. Ou seja, a população preta é maioria no Brasil, mas ainda não é maioria no ensino superior. Nesse dia 20 de novembro, que relembra a morte de Zumbi dos Palmares, um dos maiores líderes quilombolas e símbolo da resistência e da luta do povo preto, a pergunta que esse episódio do Pretoteca faz é: por que as cotas são importantes? Para tratar sobre esse assunto, a apresentadora Larissa Alves conversou com a presidente da União Nacional dos Estudantes, Manuella Mirella.
    25 min
  • #117 - Alaide Costa, o auge da voz negra que a Bossa Nova tentou apagar
    Tentam apagar a história, mas o Pretoteca já trouxe pra mesa o que é fato: o blues é preto, o samba é preto, o jazz é preto, o rock é preto, o funk é preto, o soul é preto.
    E como diria 'Baco exu do blues' na música Bluesman, "tudo que quando era preto era do demônio e depois virou branco e foi aceito".
    E assim também foi com a Bossa Nova.


    O novo episódio do Pretoteca fala sobre apagamento, mas também de resgate, de homenagem tardia mas merecida para ela está mais que viva do que nunca e produzindo pra poder ver a homenagem que sempre mereceu.


    O Pretoteca tem a honra de receber Dona Alaíde Costa, que aos 87 anos nos dá a honra dessa conversa.
    33 min

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