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De acordo com relatório do Monitor Global de Empreendedorismo, 53% dos empreendedores brasileiros operam sem sócios ou funcionários e não pretendem contratar
A qualidade do empreendedorismo é avaliada, entre outros indicadores, pela capacidade de gerar emprego e renda. O relatório executivo GEM Brasil - 2018 aponta que o empreendedorismo no Brasil, por sua vez, é marcado pelo “autoemprego”, condição em que o indivíduo atua de forma independente.
O levantamento, coordenado pelo Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBQP) em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), revela que mais de 80% dos empreendedores iniciais e estabelecidos declaram não possuir empregados e afirmam faturar, em média, entre 1 e 3 salários mínimos mensais.
Dados do Portal do Empreendedor, mantido pelo Governo Federal, indicam que o número de empresários individuais com empresas de micro porte formalizadas já ultrapassou os 8 milhões no Brasil, com crescimento superior a 120% nos últimos 5 anos. Somente no primeiro trimestre do ano, o país ganhou mais 379 mil empreendedores nessa condição.
De acordo com o relatório do Global Entrepreneurship Monitor (GEM) - 2018/2019, principal estudo contínuo dedicado à dinâmica empreendedora, o “empreendedorismo solo” representa 9% da atividade empreendedora mundial. No Brasil, 53% dos empreendedores operam sem sócios ou funcionários e não pretendem contratar. O número, que corresponde a aproximadamente 27,5 milhões de pessoas, faz do país líder em iniciativas individuais. Leia mais
Empresas familiares de micro e pequeno porte também podem ser longevas. Segredo está em inovar e fazer a empresa crescer
Mais da metade das micro e pequenas empresas brasileiras são consideradas familiares, ou seja, possuem um membro da família como sócio ou empregado. De acordo com o Sebrae, de cada cem empresas familiares abertas no país setenta fecham as portas na segunda geração. O ciclo médio dessas empresas é de 24 anos, e somente uma minoria perdura até a terceira geração.
Uma dificuldade é preparar a sucessão, principalmente quando os filhos não têm os mesmos interesses que os pais. Outro fator que influencia é o tamanho da empresa, alerta o economista Fernando José, diretor da Problem Solution - Consultoria de Gestão Empreendedora e Performance. “Se ficar a vida inteira como uma empresa tão pequena, por que ela vai ser sucedida, por que vai durar uma, duas ou três gerações?”.
O economista defende que o interesse à sucessão da empresa seja despertado pela lucratividade. Segundo ele, a empresa familiar tem que valer a pena pelo esforço, pelo risco. E isso irá definir se ela pode se tornar uma empresa com uma perspectiva de vida maior.
O planejamento sucessório deve ser adotado por todos os empresários que visam manter o comando do seu patrimônio empresarial com a família por longos anos. Mas capacitar os herdeiros não será suficiente se não houver um plano adequado a cada situação e tipo de negócio. A empresa precisa ser planejada, saber enfrentar crises, inovar e se renovar o tempo inteiro, o que passa por um pensamento de gestão. “Ter o pensamento ordenado desde o início do negócio faz com que os conflitos sejam solucionados de maneira mais eficaz, e o ambiente de crescimento se torna muito melhor”, conclui o diretor da Problem Solution.
Leia este e outros artigos no Blog da Problem Solution
Sustentar a família e dar lucro, empregar os filhos, cunhados e genros e ainda ter uma relação de confiança que permita crescer. Estas e outras questões desafiam os negócios familiares.
No início é apenas um sonho para chegar ao sucesso. É uma ideia ou necessidade em que se imagina contar com a esposa, irmãos e, futuramente, com os filhos, todos em torno do ideal da empresa construída com o esforço familiar.
O desenho inicial do projeto considera a harmonia como um fator sempre presente, sem prever que as relações de parentesco terão interferência nas decisões profissionais. Mas situações não planejadas ou esperadas podem gerar conflitos e mudar os rumos da tão sonhada empresa da família. Leia Mais...
A Missão Vale do Silício, iniciada esta semana na Califórnia, segue com programação intensa. No segundo dia do treinamento em inovação, o grupo de empresários brasileiros que participa do programa visitou a cidade de Palo Alto, onde se localizam a inovadora loja b8ta e a Universidade Stanford, e seguiu para a sede do Google, na vizinha Moutain View.
De acordo com o economista Fernando José, diretor da Problem Solution – Consultoria e Assessoria Econômico Financeira, a mentalidade que impera em Stanford traduz a cultura de negócio do Vale do Silício.
A sede do Google transpira criatividade e liberdade, é planejada para atender as necessidades dos funcionários e criar um ambiente estimulante para que os empregados se mantenham focados na resolução de problemas. “Encontrar uma solução, isso é inovação”, afirma Fernando José.
Leia mais sobre empreendedorismo no Blog da Problem Solution
Em Fevereiro de 2019, o economista Fernando José de Paula e Silva, diretor da Problem Solution, participou da MISSÃO VALE DO SILÍCIO: uma viagem à cidade de São Francisco (Califórnia - EUA) para encontros, reuniões ao centro pulsante das inovações mundiais. As visitas se deram em empresas, startups e aceleradoras. No 1º dia, o programa inaugural foi dedicado à apresentação do mindset (mentalidade) local, ao desenvolvimento de narrativas eficientes, ao reconhecimento das características de uma startup e à história da cidade americana.
Além deste depoimento de Fernando José, acesse o BLOG da PROBLEM SOLUTION e leia o artigo sobre o DIA 1 da MISSÃO.
Consumidores mais conscientes conhecem seus direitos e cobram resolução rápida. Fornecedores devem se antecipar e corrigir o erro.
Além da entrevista, leia aqui o artigo completo sobre o tema no Blog da Problem Solution!
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