"A morte é continuidade e não interrupção. Ninguém devia pensar na morte como fenômeno que separa, mas sim como acontecimento que liga ainda mais. Liga o indivíduo a si mesmo, à sua história, ao seu carma geral, obrigando-o a sujeitar-se a um estado forçado, contra o qual só poderão novas realizações, através de futuras vidas."