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Neste ano de 2026, o Brasil e o mundo comemoram os 70 anos da publicação de Grande Sertão: Veredas. E nosso Podcast de hoje versa sobre meus inesquecíveis encontros pessoais com seu autor, o Embaixador e o Escritor João Guimarães Rosa, uma das maiores figuras da literatura universal do Século XX.
Portanto, o que vamos fazer agora, nesta nossa conversa informal, não será em absoluto uma análise da obra insuperável e original de "Grande Sertão: Veredas”, mas apenas uma evocação de momentos e contatos inesquecíveis, em que tive o prazer e o privilégio de conviver, por algum tempo, com seu genial autor.
Instagram: @laurobmoreira
Como está aberta a temporada de caça...à bola - eu lhes proponho falar hoje sobre Copas do Mundo. Quero lhes contar um pouco de minha experiência pessoal nesse campo, com destaque para as duas Copas realizadas no México, em 1970 e 1986, as únicas a que assisti em carne e osso.
Na de 86, fiz bem mais que assistir, ao receber do Itamaraty a missão de organizar a Casa do Brasil em Guadalajara e funcionar como elemento de ligação com a CBF, ocasião em que vivenciei momentos de absoluto surrealismo...
Vamos conversar, não propriamente sobre futebol, mas sobre muita coisa que está por dentro e por fora de uma Copa do Mundo, especialmente no tocante às participações do Brasil. A essas aventuras, dedicaremos três episódios deste nosso Prosa e Verso: falando de tudo um pouco.
A Obra poética de Augusto dos Anjos (1884-1914) ocupa um lugar de importância e de absoluta originalidade na história da Poesia brasileira. Ela está entre o rigor formal do Parnasianismo de Bilac e a musicalidade do Simbolismo de um Cruz e Souza, mas alguns críticos, como Ferreira Gullar, preferem identificá-la como pré-modernista. Embora ainda hoje cause para alguns leitores uma certa estranheza, pelo pessimismo por vezes macabro, pelo vocabulário inusitado, pela presença constante da morte, da angústia, do sofrimento e da dor, não cabe a menor dúvida de que estamos diante não só de um criador absolutamente original, como de um dos poetas mais populares, lidos e admirados do Brasil.
Instagram: @laurobmoreira
Entre os mais de 200 contos escritos por Machado de Assis, muitos de qualidade insuperável, como O Espelho, A Missa do Galo, Noite de Almirante, etc., proponho que ouçamos agora um relato pouco conhecido, até pelos leitores machadianos. Na verdade, uma surpreendente paródia, repleta de humor e de ironia a três diferentes estilos literários. Com vocês, portanto, o conto intitulado " UM CÃO DE LATA AO RABO”, publicado em 1881.
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Hoje falaremos da Paz e de seu oposto, a Guerra. Mas vamos falar sobretudo o que tem Poesia a ver com tudo isso. Instagram: @laurobmoreira
Luís Vaz de Camões (Lisboa, 1524 -1580) é o Poeta Maior da nacionalidade portuguesa e da Lusofonia, um dos grandes nomes da tradição ocidental, cuja obra continua cada vez mais estudada e admirada em todo o mundo. Neste podcast, além de destacarmos aspectos relevantes de sua conturbada biografia e sua criação excepcional, ouviremos algumas belas homenagens poéticas de Machado de Assis, Manuel Bandeira, Drummond, Mário Máximo e Jorge Luis Borges, ao gênio de Os Lusíadas.
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Vamos fazer uma rápida visita a alguns dos grandes poetas brasileiros do Séculos 18 e 19. Ou seja, uma breve antologia de autores árcades, como Thomas Antônio Gonzaga e Cláudio Manoel da Costa; românticos, como Gonçalves Dias, Fagundes Varela, Álvares de Azevedo e Castro Alves; e simbolistas, como Cruz e Souza e Alphonsus de Guimaraens. Além de uma homenagem especial a dois dos maiores ícones da Lusofonia: Camões e Machado de Assis.
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Como prometido ao final do último episódio deste nosso Podcast, daremos agora a conhecer o meu famigerado e nunca pronunciado discurso de formatura do Instituto Rio Branco. Apurem os ouvidos.
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Hoje não trataremos nem de poesia nem de prosa, mas das incríveis peripécias de um discurso de formatura no Itamaraty, que depois de muitas idas e vindas, acabou impedido de ser pronunciado...
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“ Sentir as Amazônias em Portugal”.
O dia 21 de março está consagrado não apenas como o Dia Mundial das Florestas, mas também como o Dia Mundial da Poesia. Em Portugal, esse dia foi escolhido para inaugurar o Mês das Amazónias, com uma rica programação de eventos relativos ao tema. Para a abertura, houve um debate com a presença de especialistas portugueses e brasileiros, a inauguração de uma exposição fotográfica, e um breve recital poético que, a convite dos organizadores, coube-me a honra de encenar.
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