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Olá, queridos ouvintes. Em nosso segundo episódio do quadro Poemas Seletos (PS), em homenagem ao Dia dos Namorados, iremos fazer a leitura do poema “How Do I Love Thee? (Sonnet 43)” (1850) da poeta britânica Elizabeth Barrett Browning, considerada por muitos como a maior poeta do período vitoriano. O soneto escolhido é um dos poemas de amor mais citados de toda a literatura inglesa.
Link do poema:
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Como eu te amo? (Soneto 43) (tradução autoral):
Como eu te amo? Deixa-me contar as maneiras.
Eu te amo com a profundidade, amplitude e vista retumbante que minha alma pode atingir,
quando está fora do alcance, para os fins do ser e a graça autêntica.
Eu te amo com a necessidade mais silenciosa que salienta a cada dia, à luz do sol e à luz de velas.
Eu te amo livremente, como quem luta com alma sincera
Eu te amo puramente, como quem não procura recompensa.
Eu te amo com a paixão que sempre guardei em minhas antigas mágoas, e com a fé singular.
Eu te amo com um amor que quase desperdicei com meus santos perdidos.
Eu te amo com o respirar, sorrisos, lágrimas, de toda a minha vida;
e, com a divina lei, após a morte, eu ainda vou te amar.
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INSTAGRAM: @juliaeliteratura
Até a próxima!
🎙️🧡👋🏼
By Julia De Bortoli LupionOlá, queridos ouvintes. Em nosso segundo episódio do quadro Poemas Seletos (PS), em homenagem ao Dia dos Namorados, iremos fazer a leitura do poema “How Do I Love Thee? (Sonnet 43)” (1850) da poeta britânica Elizabeth Barrett Browning, considerada por muitos como a maior poeta do período vitoriano. O soneto escolhido é um dos poemas de amor mais citados de toda a literatura inglesa.
Link do poema:
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Como eu te amo? (Soneto 43) (tradução autoral):
Como eu te amo? Deixa-me contar as maneiras.
Eu te amo com a profundidade, amplitude e vista retumbante que minha alma pode atingir,
quando está fora do alcance, para os fins do ser e a graça autêntica.
Eu te amo com a necessidade mais silenciosa que salienta a cada dia, à luz do sol e à luz de velas.
Eu te amo livremente, como quem luta com alma sincera
Eu te amo puramente, como quem não procura recompensa.
Eu te amo com a paixão que sempre guardei em minhas antigas mágoas, e com a fé singular.
Eu te amo com um amor que quase desperdicei com meus santos perdidos.
Eu te amo com o respirar, sorrisos, lágrimas, de toda a minha vida;
e, com a divina lei, após a morte, eu ainda vou te amar.
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INSTAGRAM: @juliaeliteratura
Até a próxima!
🎙️🧡👋🏼