JULIA E LITERATURA

JULIA E LITERATURA

By Julia De Bortoli LupionArtsBooks
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JULIA E LITERATURA episodes

  • PS: 3 “The Busy Heart” - Rupert Brooke

    Olá, queridos ouvintes. Em continuação à nossa homenagem ao Dia dos Namorados, a nossa próxima leitura é o poema “The Busy Heart” (1913) do poeta inglês Rupert Brooke, que hoje representa, na literatura inglesa, o espírito da Inglaterra georgiana antes e durante o período da Primeira Guerra Mundial.


    Link do poema:

    • ​“The Busy Heart” (1913)

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    O Coração Ocupado  (tradução autoral):

    Agora que terminamos o nosso melhor e pior, e partimos,

    Eu encheria minha mente com pensamentos que não me laceram.

    (Ó coração, eu não ouso partir com o coração vazio)

    Pensarei no amor dos livros, amores que prosperam;

    Mulheres grávidas, satisfeitas; e homens velhos descansando;

    E terras de lavoura úmidas e férteis, destinadas ao grão;

    E bebês que choram e logo esquecem que estão chorando;

    E os céus jovens e frescos, esquecidos após a chuva de verão;

    Silencioso entardecer, quebrado pelo bater das asas que regressam ao ninho;

    E a nobreza do Canto, e a Sabedoria do sagrado,

    Que vivem, nós morremos. Eu pensaria em mil coisas que tenho contemplado,

    Belas e duráveis, e as saboreio devagarzinho

    Uma após o outra, como se estivéssemos provando um quitute,

    Em que eu preciso ocupar o meu coração com quietude.

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    INSTAGRAM: @juliaeliteratura

     

    Até a próxima! 

    🎙️🧡👋🏼

    7 min
  • PS: 2 “How Do I Love Thee?” - Elizabeth Barrett Browning

    Olá, queridos ouvintes. Em nosso segundo episódio do quadro Poemas Seletos (PS), em homenagem ao Dia dos Namorados, iremos fazer a leitura do poema “How Do I Love Thee? (Sonnet 43)” (1850) da poeta britânica Elizabeth Barrett Browning, considerada por muitos como a maior poeta do período vitoriano. O soneto escolhido é um dos poemas de amor mais citados de toda a literatura inglesa. 


    Link do poema:

    • ​“How Do I Love Thee? (Sonnet 43)” (1850)




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    Como eu te amo? (Soneto 43) (tradução autoral):

    Como eu te amo? Deixa-me contar as maneiras.

    Eu te amo com a profundidade, amplitude e vista retumbante que minha alma pode atingir,

    quando está fora do alcance, para os fins do ser e a graça autêntica.

    Eu te amo com a necessidade mais silenciosa que salienta a cada dia, à luz do sol e à luz de velas.

    Eu te amo livremente, como quem luta com alma sincera

    Eu te amo puramente, como quem não procura recompensa.

    Eu te amo com a paixão que sempre guardei em minhas antigas mágoas, e com a fé singular.

    Eu te amo com um amor que quase desperdicei com meus santos perdidos.

    Eu te amo com o respirar, sorrisos, lágrimas, de toda a minha vida;

    e, com a divina lei, após a morte, eu ainda vou te amar.

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    INSTAGRAM: @juliaeliteratura


    Até a próxima! 

    🎙️🧡👋🏼

    6 min
  • #02 Bruges, a morta: a cidade como personagem e a obsessão pela “a morta”

    Olá, queridos ouvintes. No nosso segundo episódio, iremos falar sobre o livro “Bruges, a Morta” (1892), um clássico da literatura simbolista que retrata o luto de Hugo, numa cidade medieval caída no esquecimento.




    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:


    Brown, Andrew; Dumolyn, Jan. Medieval Bruges: C. 850-1550. United Kingdom: Cambridge University Press, 2018.


    Pudles, Lynne. Fernand Khnopff, Georges Rodenbach, and Bruges, the Dead City. The Art Bulletin 74, no. 4 (1992): 637–654.


    Rodenbach, George. Bruges, a Morta. Tradução especial e introdução: Juracy Daisy Marchese. São Paulo: Editora Clube do Livro, 1960.



    Link do livro: Bruges-La-Morte (do francês e traduzido por IA para o português)




    POSTS NO INSTAGRAM:

    ◦ IMAGENS DO LIVRO “BRUGES, A MORTA”

    ◦ ADAPTAÇÕES CINEMATOGRÁFICAS



    INDICAÇÃO DE FILMES:

    • ​Devaneios (Daydreams) (1915)
    • ​Além do Esquecimento (1956)
    • ​Um Corpo que Cai (Vertigo) (1958)
    • ​Bruges-la-Morte (1978)
    • ​Brugge, die stille (1981)
    • ​Na Mira do Chefe (In Bruges) (2008)





    Até a próxima!

    🎙️🧡👋🏼


    20 min
  • PS: 1 “We Are Seven” - William Wordsworth

    Olá, queridos ouvintes. Em nosso mini episódio, quadro de estreia de Poemas Seletos (PS), iremos fazer a leitura do poema “We Are Seven” (1798) do poeta inglês William Wordsworth, considerado por muitos o maior líder do movimento romântico inglês, e a leitura da versão traduzida pelo poeta e tradutor José Lino Grunewald.




    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:


    • ​WORDSWORTH, WILLIAM. English Romantic Poetry: An Anthology (Dover Thrift Editions), 1996.




    POST NO INSTAGRAM:

    ◦ INTERPRETAÇÃO DO POEMA E CURIOSIDADES



    Link do poema: “We Are Seven” (1798)




    Plataformas: ⁠⁠Instagram⁠⁠ | ⁠⁠YouTube⁠⁠



    Até a próxima!


    👋🏼🧡🎙️



    11 min
  • #01 Walt Whitman: o pai do verso livre

    Olá, queridos ouvintes. Em nosso episódio de estreia iremos falar sobre o poeta norte-americano Walt Whitman e o processo da criação do verso livre. Abaixo coloco as informações que forneci ao longo do áudio.



    POEMAS CITADOS:

    • ​The Base of All Metaphysics (1871)
    • ​Song of Myself (1855)
    • ​I Sing The Body Electric (1867)



    As 6 edições de “Leaves Of Grass”: U.S. Editions of Leaves of Grass (Edição original de Folhas de Relvas)



    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:


    • ​AVELAR, Mário. O essencial sobre Walt Whitman. Lisboa: Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 2011.


    • ​DEUTSCH, Babette. Walt Whitman. 12. ed. Tradução: Brenno Silveira. São Paulo: Livraria Martins Editora, 1957.


    • ​FERNANDES, Luiz Estevam. et.al. História dos Estados Unidos: das origens ao século XXI. Ed. Contexto, 2007.


    • ​WHITMAN, Walt. Leave of Grass: The original 1855 edition. Mineola, New York: Dover Thrift Editions, 2007.


    • ​WHITMAN, Walt. Folhas de Relvas. Tradução: Rodrigo Garcia Lopes. São Paulo: Iluminuras (edição bilíngue, revista e ampliada), 2021.


    POSTS NO INSTAGRAM:

    ◦ IMAGENS DA 1ª EDIÇÃO DO LIVRO

    ◦ A POLÊMICA DO RETRATO

    ◦ O POEMA "A BASE DE TODA A METAFÍSICA"

    ◦ INDICAÇÃO DE FILMES


    Poemas de Walt Whitman lido por homens:

    • ​“I Sing The Body Electric” por Richard Mitchley (Spotify)
    • ​“I Sing The Body Electric” por Richard Mitchley (Youtube)
    • ​“Song of Myself” pt. I por Michael Ullyot (Spotify)
    • ​“Song of Myself” pt. VI por Orson Welles (Youtube)
    • ​“Song of the Open Road” por Dan O’Herlihy (Spotify)
    • ​“Song of the Open Road” por Dan O’Herlihy (Youtube)
    • ​“The Base of All Metaphysics” por Mike Yu (Youtube)
    • ​“A base de toda metafísica” tradução por Bernardo Souto (Youtube)



    Outros autores citados ao longo do episódio: (I) poeta romano Ovídio e seu livro “A Arte de Amar”, (II) poeta transcendentalista Ralph Waldo Emerson, (III) escritor transcendentalista H.D. Thoreau e seu livro “Walden”, (IV) poeta Robert Frost e seu poema “The Road Not Taken”.



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    Até a próxima!

    🎙️🧡👋🏼





    Composição e execução da vinheta: Ceci Penido e Vasconcelos Sentimento


    Edição: Vasconcelos Sentimento

    42 min
  • #0 O que é literatura?

    Nosso marco zero é definir e conceituar o que é literatura a partir do pensamento de dois críticos literários brasileiros.


    Definição: Dicionário Houaiss (Antônio Houaiss)


    Conceito: Do direito à literatura (Antonio Candido)


    Post no Instagram: Definição e conceitos sobre o que é literatura


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    🎙️🧡





    Edição: Vasconcelos Sentimento

    4 min
  • Apresentação

    Oii, pessoal 👋🏼


    Meu nome é Julia e sou apaixonada por literatura clássica!


    Resolvi criar este podcast para compartilhar minhas percepções sobre grandes obras e autores, além de trazer curiosidades e informações que enriqueçam a sua imersão nos temas.


    Espero que, ao ouvir, você sinta como se estivesse tomando um café comigo ☕️ em uma conversa leve e descontraída.



    🎙️🧡


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    Edição: Vasconcelos Sentimento

    3 min

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