Ela saiu correndo na frente contando a versão dela, detonando com o marido, com casamento dela mesma, tão bem cuidado por ela.
Um casamento tão bem cuidado, saiu na frente correndo detonando, achando que iria ficar assim.
Esqueceu que depois, atrás, poderia, depois, como vem sempre, o marido analisando os erros dele mesmo, dela, da empresa, do mercado de ações.
O que é um homem?
É aquele que volta ao local que caiu, corrigir, aonde teve a fissura.
Ela conhece esse modo de agir do marido, desde o princípio. Isso é que surpreendente.
Desde o princípio viu o marido caindo, levantando, construindo a vida do casal, levando ela a tiracolo, na garupa da moto, e nenhum mostrou que aprendeu com o marido que tem que ter muito cuidado na hora de causar um estrago, porque pode ser irreversível.
Se você não processar dessa maneira a sua vida, você vai causando prejuízo, prejudicando, machucando, e nunca analisa nada!
Tudo é culpa dos outros.
Na vida prática, sempre teve a mesma dificuldade, do início ao fim. Sempre era o homem que ia resolver para ela.
Para vir consertar que não esteve uma vida casada com um psicótico, o marido precisou vir narrando como o casal enriqueceu, como o casal viveu...
Sempre que tem uma falha, produzir um documento desse, é preciso vir corrigir a falha.
Consertar para se tornar racional
Que lógica você pode extrair desse paradoxo?
A falha é um paradoxo: o que ela fez é um movimento contrário a ela mesma. Que sempre cuidou tanto do casamento de uma para a outra desmoronou todo o casamento que ela mesma havia construído.
Dessa confusão, que inteligência você pode tirar? Narrando do início ao fim transformando então numa obra prima.
A cidade estava toda apavorada, ele ia explodir toda a cidade, vai ser hoje? “O escritor terrorista identificou-se ao Marcelo, já tinha dito que ia explodir tudo...”
A noite inteira e ninguém dormia ... pronta para virar geléia.
A Geni queria que explodisse tudo, mas o comandante desceu do Zepelin Gigante e mudou de ideia.