Tomar os grandes escritores como referência para se autorizar a dizer aquilo que poderia ser julgado como proibido, criando uma originalidade a partir de uma modificação.
Machado vai reproduzindo a literatura a partir de modificações daquilo que lê, e fica inspirado, em dar uma nova roupagem, com isso, trazendo para o leitor uma forma de fazer psicologia pessoal tendo como suporte autores originais.
Machado precisa ser relido de um modo que nunca foi lido antes.
É possível anexar a história pessoal a partir daquilo que Machado escreveu.
Hoje, já não mais é a mulher ser arrojada, arrojada, é bom ser, agora, arrojar, desrespeitando quem dá todo o suporte, enriquecendo, depois, dizer, que viveu uma vida com um psicótico, já ultrapassou todos os limites.
É preciso narrar essa nova modalidade de mulher que está surgindo, que quer impor uma ditatura com domínio total não somente no lar, isso, sempre existiu, agora, ela quer a submissão irrestrita do marido, o que tem, como consequência levado ao grande aumento do número de autistas.
Ela quer humilhar o marido na frente dos filhos, mostrando-se mais poderosa do que o marido!
Agora a mulher quer tomar o poder dominando o marido fazendo a revolução comunista dentro de casa.
Deixou de ser a mulher que quer apoio do marido para se desenvolver, é a mulher já empoderada que não precisa de homem, por que esse homem está aqui me impedindo de ser a única mandatária.
Sou Eu quem decido!