Ela queria que o homem fosse curado daquilo que ela se beneficiou.
Ou então, dizendo de outra maneira, ela queria que o homem fosse curado daquilo que o permite sobreviver.
É um massacre total, a morte mesmo.
Como disse uma colega: são mulheres de calça querendo homens de saia.
Primeiro, quer um homem de calça porque ela veste saia, inclusive, aquela dali andava muitas vezes sem calcinha por baixo para atrair mais ainda o homem dela.
Lá na frente, quando ela passou a ter duas calças, duas pernas, com dinheiro, vinte e poucos mil reais por mês, foi propor ao homem que ele vestisse uma saia.
Quis trocar o papel.
Mas então, ela queria que ele se curasse daquilo pelo qual ela se beneficiou para conquistar o que tinha, porque assim ele agora, castrado, era dependente dela, doente mental, um psicótico, com o qual ela não ia ficar porque ele não ia se se curar, ele não ia aceitar o tratamento que a feminista propunha que era castrar-se da sua coragem para ser um dependente dela.
Foi interessante porque com esse critério ela arrumou uma ótima justificativa para se separar e deixar na mão do marido uma das mais belas histórias a serem publicadas.