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Porque é que nos metemos em triângulos amorosos sabendo, quase sempre, que alguém vai sofrer? Nesta conversa franca e sem moralismos fáceis, José Gameiro ajuda a perceber o desejo, a fantasia, o ego e a fuga que alimentam estas relações. Fala-se de amor, erotismo, culpa, silêncio, instinto e da dificuldade humana em lidar com a falta, o tédio e a finitude.
Entre a psicologia clínica, a experiência de vida e a escrita, emerge uma ideia desconfortável mas necessária: os triângulos amorosos dizem menos sobre o outro e mais sobre aquilo que ainda não conseguimos dizer a nós próprios.
• O triângulo amoroso como fuga e como necessidade emocional.
• Desejo, erotismo e amor não são a mesma coisa.
• Fantasia, culpa e a ilusão de controlo.
• O ego ferido e a necessidade de validação.
• As marcas emocionais que ficam, mesmo quando tudo parece discreto.
Citação de Ouro
“O desejo não é controlável, mas pode ser pensado.”
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