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Parentalidade suficientemente boa é um conceito que surge a partir do trabalho do pediatra e psicanalista britânico Donald Winnicott , como resultado da tese “A mãe dedicada comum”, de 1987. “Seria um jeito de ser pai ou um jeito de ser mãe que atende às necessidades do outro indivíduo, ou seja, consegue colocar as necessidades do outro à frente das suas próprias. Não vai ser possível o tempo todo, porque vai ter momentos em que você vai estar irritado, vai estar cansado, vai estar frustrado, e nesses momentos vai se colocar à frente das necessidades do seu filho”, explica o psicólogo Walter Mattos.
Entrevistado neste podcast, o especialista prefere o termo à chamada parentalidade positiva. Ele defende que mães e pais “suficientemente bons” são aqueles que estabelecem diálogos e buscam a convivência mais solidária e compreensiva. Nisso, aproximam-se também das bases da comunicação não-violenta .
“Esse encontro, fundamental nas relações maduras, nas relações de trabalho, só vai acontecer se houver essa parentalidade ‘suficientemente boa’, essa percepção de que o filho foi amado e reconhecido na sua potência pelas pessoas que fizeram o papel de mãe e de pai”, conclui.
By Instituto ClaroParentalidade suficientemente boa é um conceito que surge a partir do trabalho do pediatra e psicanalista britânico Donald Winnicott , como resultado da tese “A mãe dedicada comum”, de 1987. “Seria um jeito de ser pai ou um jeito de ser mãe que atende às necessidades do outro indivíduo, ou seja, consegue colocar as necessidades do outro à frente das suas próprias. Não vai ser possível o tempo todo, porque vai ter momentos em que você vai estar irritado, vai estar cansado, vai estar frustrado, e nesses momentos vai se colocar à frente das necessidades do seu filho”, explica o psicólogo Walter Mattos.
Entrevistado neste podcast, o especialista prefere o termo à chamada parentalidade positiva. Ele defende que mães e pais “suficientemente bons” são aqueles que estabelecem diálogos e buscam a convivência mais solidária e compreensiva. Nisso, aproximam-se também das bases da comunicação não-violenta .
“Esse encontro, fundamental nas relações maduras, nas relações de trabalho, só vai acontecer se houver essa parentalidade ‘suficientemente boa’, essa percepção de que o filho foi amado e reconhecido na sua potência pelas pessoas que fizeram o papel de mãe e de pai”, conclui.