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Áudio extraído do canal da Vera PSTU no Youtube.
BOLSONARO INELEGÍVEL!
O que foi comemorado por muitos de forma eufórica e com toda razão!
Mas será que isso é suficiente, para derrotar o Bolsonarismo e a ultra direita?
Ouça a pílula política do PSTU Curitiba e comente qual sua opinião.
Leia a matéria completa em nosso site:
https://www.pstu.org.br
E fique por dentro das notícias numa perspectiva socialista e revolucionária.
O mundo ruma rapidamente para um caminho sem volta.
Avançamos como sociedade rapidamente para o colapso ambiental cujos efeitos, atingirão grande parte da população mundial a partir de 2030, se não for mudada radicalmente a maneira como a sociedade se organiza para produzir mercadorias no mundo atual.
A degradação ambiental, a distribuição desigual de suas consequências sociais e as saídas que estão sendo postas hoje em debate, são o assunto de nosso primeiro bate-papo, gravado no dia 05 de Abril e já disponível em nossas plataformas.
Venha acompanhar o papo, opinar e contribuir com esse debate importantíssimo para os trabalhadores e a minha juventude.
Leiam também nosso site e materiais para conhecer a posição socialista e revolucionária do PSTU sobre o tema.
Você sabe o que está acontecendo na França?
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Um levante social toma as ruas, fábricas e escolas em toda a França. O dia 28 de março foi o nono dia nacional de manifestação convocado pelas centrais sindicais.
Um levante social toma as ruas, fábricas e escolas em toda a França. O dia 28 de março foi o nono dia nacional de manifestação convocado pelas centrais sindicais.
Leia mais:
https://www.pstu.org.br/osapp.html?ed=650
https://litci.org/pt/
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O ano começou com um novo governo, com Lula e Alckmin tomando posse e, uma semana depois, também com uma tentativa de golpe bolsonarista, apoiada por militares. A tentativa foi frustrada. Mas é uma demonstração do perigo representado pela ultradireita, ainda mais quando sabemos que, mais pra frente, ela poderá tentar novas coisas como essa, pois alguns têm um projeto de ditadura. Dá o play ai!
Este episódio, sai a público quando as forças armadas da Rússia sob as ordens de Vladimir Putin travam uma guerra de ocupação contra a Ucrânia, em uma clara violação da soberania do país. É uma brutal violência da segunda potência militar do planeta contra a autodeterminação de um país menor e muito mais fraco. Apesar disso, partidos stalinistas do mundo inteiro, que continuam a se dizer comunistas, apoiam essa agressão militar e a ocupação da Ucrânia pela Rússia. O apoio dos stalinistas, mesmo quando alguns reconhecem que a Rússia é um país capitalista e Putin é um governante burguês, tem uma lógica apoiada em dois pilares: a colaboração de classes com um campo burguês (o de Putin), supostamente progressista e anti-imperialista, e o desconhecimento do direito a autodeterminação dos povos e nações.
No episódio anterior, vimos que durante o curso da Segunda Guerra Mundial, Stálin se reuniu com os líderes das potências aliadas, Roosevelt (substituído depois por Truman quando este morreu) e Churchill, em conferências realizadas nas cidades de Teerã, Yalta e Potsdam. Nessas reuniões, além da condução da guerra foi celebrado um Pacto entre os governos imperialistas e a burocracia stalinista, para dividir o mundo. Esses acordos garantiam que a União Soviética poderia manter uma área de influência nos países da Europa Oriental, isso é, Polônia, Bulgária, Tchecoslováquia, Hungria, Bulgária, Romênia e Alemanha Oriental, além da anexação dos países Bálticos (Estônia, Letônia e Lituânia). Até o fim da guerra, todos esses países foram ocupados pelo Exército Soviético.
A atuação da União soviética na Segunda Guerra Mundial foi decisiva para vencer o nazismo. Ao contrário da lenda sobre o papel dos Aliados a partir do desembarque do dia D na Normandia em junho de 1944, o fato é que foi o Exército Vermelho que sustentou praticamente sozinho a guerra contra as tropas alemãs durante três anos e foi o grande responsável pela derrocada final de Hitler. Essa derrota acabou com um regime ditatorial racista que praticou o genocídio de judeus em câmaras de gás; que pretendia escravizar as nacionalidades não-arianas, inferiores segundo a ideologia de Hitler e seus seguidores e buscava se constituir como a potência dominante do mundo. Foi, sem dúvida, uma extraordinária vitória do povo soviético, que pagou com um enorme sacrifício a vida de 25 a 27 milhões, entre soldados e população civil. Mas foi também um triunfo de todos os trabalhadores do mundo e dos povos que se viam diante da ameaça do nazismo.
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