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Brisa de la Cordillera, Mapuche, é filha de artesãos chilenos que saíram do país em 1987 durante a ditadura de Pinochet. Cresceu no Brasil, num bairro periférico de Belo Horizonte, em Minas Gerais, onde começou o seu percurso artístico.
É rapper, cantora, compositora, produtora, educadora. A sua obra traça um percurso singular que passa pelo rap, cantos ancestrais, jazz, electrónica e música andina. Lançou três álbuns: "Newen", "Selvagem como o vento" e "Janequeo". Foi a primeira artista indígena a actuar no Lollapalooza.
Falámos com Brisa durante a sua passagem por Portugal, onde participou no FOLIO - Festival Literário Internacional de Óbidos, e onde realizou uma residência artística promovida pela plataforma Terra Batida, que tem convidado artistas indígenas brasileiros a explorar as políticas de memória e apagamento que atravessam os acervos mantidos em museus e arquivos em Portugal.
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Mergulhe no imaginário de Brisa Flow:
Youtube: https://www.youtube.com/user/brisaflowmc
Spotify: https://open.spotify.com/artist/78XNtbcRuW435NYDYV0rWO?si=1rQYtBYKQg-Yf-Auua92_w
Instagram: https://www.instagram.com/brisaflow/
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Saiba mais sobre o FOLIO: https://foliofestival.pt
Saiba mais sobre a Terra Batida: https://terrabatida.org/
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VEJA a versão em vídeo desta entrevista ou LEIA a versão escrita aqui: https://azimuthworldfoundation.org/pt-pt/historias/brisaflow
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AZIMUTH WORLD FOUNDATION:
- WEBSITE: https://www.azimuthworldfoundation.org
- INSTAGRAM: https://www.instagram.com/azimuthworldfoundation
- FACEBOOK: https://www.facebook.com/azimuthworldfoundation
- LINKEDIN: https://www.linkedin.com/company/azimuth-world-foundation/
By Azimuth World FoundationBrisa de la Cordillera, Mapuche, é filha de artesãos chilenos que saíram do país em 1987 durante a ditadura de Pinochet. Cresceu no Brasil, num bairro periférico de Belo Horizonte, em Minas Gerais, onde começou o seu percurso artístico.
É rapper, cantora, compositora, produtora, educadora. A sua obra traça um percurso singular que passa pelo rap, cantos ancestrais, jazz, electrónica e música andina. Lançou três álbuns: "Newen", "Selvagem como o vento" e "Janequeo". Foi a primeira artista indígena a actuar no Lollapalooza.
Falámos com Brisa durante a sua passagem por Portugal, onde participou no FOLIO - Festival Literário Internacional de Óbidos, e onde realizou uma residência artística promovida pela plataforma Terra Batida, que tem convidado artistas indígenas brasileiros a explorar as políticas de memória e apagamento que atravessam os acervos mantidos em museus e arquivos em Portugal.
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Youtube: https://www.youtube.com/user/brisaflowmc
Spotify: https://open.spotify.com/artist/78XNtbcRuW435NYDYV0rWO?si=1rQYtBYKQg-Yf-Auua92_w
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Saiba mais sobre a Terra Batida: https://terrabatida.org/
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