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A emancipação subjetiva e a construção de narrativas que privilegiam o indivíduo em detrimento do coletivo interrompem o nosso processo de individuação, que se constitui a partir das relações com outros. Ao nos deixar atravessar, reconstituímos quem somos e buscamos ampliar nossas possibilidades de interseção. Buscar o comum é interromper a lógica política/liberal que se aproveita do enfraquecimento coletivo.
Aqui falamos sobre a endorfina social, nossa necessidade de performar diante das diferentes demandas por atenção e entretenimento, mas também falamos sobre o poder fabulatório que nos salva do massacre da vida.
Na hierarquia relacional, quem ocupa o topo da pirâmide? E por quê? Quais são as dinâmicas que sustentam o jogo de poder que perpetua a lógica nuclear e a quem ela serve?
O "eu" digital tomou conta do outro, aquele habitante do campo físico? Ou somos uma única pessoa, reduzindo nossa existência a dinâmicas plataformizadas?
Errância: substantivo feminino
Das 11h de exposição a Ananda anotou 2 trechos das explicações das obras que a marcaram e um deles era:
“Admito o erro constituinte de todo voo: redesenho as rotas da minha sensibilidade outra vez”
A primeira rede social das nossas vidas, cheia de fofocas, intrigas e
Celebrar a mais existência dos nossos mortos é também celebrar a existência daqueles que nos constituíram. Não há história que resista sem o atravessamento de outras histórias que nos reconstituem. Maria Paula Hampshire faz um lindo brinde a mais existência daqueles que não estão mais aqui.
Partindo do livro de Christine Greiner, "Corpos Crip: Instaurar
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