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O verdadeiro julgamento não acontece nos tribunais do mundo. Ele se dá no silêncio.
Quando o homem se coloca, sozinho, diante da balança da própria consciência. Não há testemunhas. Não há defesa. Não há absolvição concedida por aplausos externos.
Há apenas a verdade, nua, justa e inevitável.
Nesta reta final de ano, quando o tempo parece nos cobrar resultados, vale a pergunta que não admite maquiagem: Quem eu fui quando ninguém estava olhando? Fui fiel aos meus valores, ou negociei princípios por conveniência? O que construí em mim enquanto tentava conquistar o mundo?
Evolui moralmente… ou apenas acumulei experiências vazias? Usei meu livre-arbítrio para servir ou apenas para satisfazer o ego?
O esquadro da razão e o compasso da moral não medem cargos, títulos ou vitórias aparentes. Eles medem retidão de caráter.
Coerência entre pensamento, palavra e ação. E talvez seja esse o grande chamado deste tempo final de ano: menos julgamento do outro, mais reforma íntima.
Porque, no fim, não seremos avaliados pelo que dissemos ser… Mas pelo que a consciência, serena ou inquieta, ousar responder quando a luz se acender. E aí: que resposta você está preparando para si mesmo?
By Grupo ArautoO verdadeiro julgamento não acontece nos tribunais do mundo. Ele se dá no silêncio.
Quando o homem se coloca, sozinho, diante da balança da própria consciência. Não há testemunhas. Não há defesa. Não há absolvição concedida por aplausos externos.
Há apenas a verdade, nua, justa e inevitável.
Nesta reta final de ano, quando o tempo parece nos cobrar resultados, vale a pergunta que não admite maquiagem: Quem eu fui quando ninguém estava olhando? Fui fiel aos meus valores, ou negociei princípios por conveniência? O que construí em mim enquanto tentava conquistar o mundo?
Evolui moralmente… ou apenas acumulei experiências vazias? Usei meu livre-arbítrio para servir ou apenas para satisfazer o ego?
O esquadro da razão e o compasso da moral não medem cargos, títulos ou vitórias aparentes. Eles medem retidão de caráter.
Coerência entre pensamento, palavra e ação. E talvez seja esse o grande chamado deste tempo final de ano: menos julgamento do outro, mais reforma íntima.
Porque, no fim, não seremos avaliados pelo que dissemos ser… Mas pelo que a consciência, serena ou inquieta, ousar responder quando a luz se acender. E aí: que resposta você está preparando para si mesmo?