Quarentena Cult

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Quarentena Cult episodes

  • Quarentena Cult #54: O que há para falar sobre cinema depois de “A Caça”?
    Este é o último episódio do podcast Quarentena Cult. Não, não é. Mas bem poderia ser. Porque, depois de “A Caça”, de Thomas Vinterberg, o que mais há para dizer sobre o cinema contemporâneo? Não se deixe enganar pela sinopse um tanto quanto preguiçosa: um homem é acusado de molestar uma criança. O filme é sobre isso e muito mais. É sobre o sofrimento inerente à vida humana, sobre honra, sobre amizade, sobre ritos de expiação, sobre a capacidade ou não de perdoar. Neste episódio, falaremos sobre essa preciosidade. Assista ao filme e depois venha cá conversar com a gente.
    1 hr 17 min
  • Quarentena Cult #53: "Meu pai" é arrebatador. E ainda tem Anthony Hopkins
    À primeira vista, “Meu Pai” é um filme simples que gira em torno de um idoso com Alzheimer. Nada que não tenhamos visto antes. Mas é só à primeira vista. Quem olhar com um pouco mais de cuidado, contudo, perceberá o tamanho da empreitada a que se propôs o diretor e roteirista Florian Zeller. Ele buscou expressar, primeiro pelo teatro e depois pelo cinema, o estado de confusão mental de pacientes incapazes de expressar essa confusão. Tudo ali é imaginação, mas uma imaginação muito próxima do que, em nossos piores pesadelos, é essa doença. Se a aposta ou não valeu a pena, é o que discutiremos neste episódio do Quarentena Cult. Ah, e o filme tem o Anthony Hopkins também.
    1 hr 13 min
  • Quarentena Cult #52: "Shirkers" atrai mais pelo que esconde do que pelo que revela
    Aos 16 anos de idade, uma promissora artista singapurense escreve o roteiro de um filme. Trata-se de algo sem paralelo no cinema da pequena cidade-estado ao sul da Malásia. A artista, Sandi Tan, mostra o roteiro a seus amigos e a seu professor de cinema, um homem de passado obscuro chamado Georges Cardona. Sob a direção de Cardona, o grupo decide realizar o filme, um thriller sobre uma assassina adolescente à moda do cinema independente que fazia sucesso nos anos 90. As filmagens consomem o tempo e criam uma grande expectativa naqueles jovens e na pequena "cena" cinematográfica de Singapura. Até que Cardona simplesmente desaparece, levando consigo as latas do filme e sumindo com aquela que poderia ter sido uma referência do cinema independente asiático daquela década. Este é o tema do documentário "Shirkers - O Filme Roubado", de 2018, em exibição na Netflix, e dirigido pela própria Sandi Tan. É ele que debatemos neste episódio do Quarentena Cult.
    1 hr 1 min
  • Quarentena Cult #51: "Spaceballs" é do tempo em que o cinema ria de si mesmo
    Nossa proposta é trazer, todo mês, a discussão de um filme clássico da história do cinema indicado por nós, no mesmo formato de sempre: quem indica argumenta as razões da sua indicação e os demais dizem se recomendam ou não o filme.

    E o primeiro clássico a motivar nossa conversa será… “S.O.S – Tem um Louco Solto no Espaço”. O filme de 1987 dirigido por Mel Brooks foi indicação do Ewandro Schenkel. E, de cara, essa primeira indicação deu vazão a um acalorado debate sobre “o que é um clássico?”.

    O que conseguimos decidir: que nesses episódios especiais vamos indicar filmes antigos, produzidos até a década de 1980, de diretores reconhecidos, e que não sejam óbvios - em outras palavras, que não sejam aqueles que costumeiramente frequentam as batidas listas de "melhores do cinema".

    No original "Spaceballs", "S.O.S. - Tem um Louco Solto no Espaço" é uma das últimas criações de Mel Brooks e ri (e pretende fazer o espectador rir) de alguns filmes (esses, sim, clássicos inequívocos) da ficção científica, sobretudo “Star Wars” (que na época ainda chamávamos de “Guerra nas Estrelas”).

    Com um elenco reunindo o grande baixinho Rick Moranis no papel de "Lorde Capacete", Bill Pullman como o herói "Lone Starr" e o saudoso John Candy no papel do cachorro Baba, o filme aposta suas fichas na capacidade do espectador de entender as muitas referências cinematográficas das quais tira sarro.

    Passados mais de 30 anos de seu lançamento, será que esse cinema satírico continua fazendo rir? É o que tentaremos responder neste primeiro episódio do Quarentena Cult - Clássicos.
    1 hr 10 min
  • Quarentena Cult #49: “Nomadland” e a busca nada tranquila por um porto seguro na vida
    “Eu não sou uma pessoa sem lar. Sou uma pessoa sem casa”. Essa fala de Fern, protagonista de “Nomadland” interpretada por Frances McDormand, resume bem o espírito de Nomadland, ganhador de 3 Oscars naquela que deve ter sido a pior premiação de todos os tempos, mas tudo bem. Sem apelar para os bodes expiatórios ou as soluções mágicas de sempre, o filme conta a história de uma mulher que decide vagar pelos Estados Unidos, trabalhando aqui e ali e morando em seu furgão. Ao contrário do que possa parecer, contudo, “Nomadland” não precisa compor toda uma grande tragédia social para criticar os excessos do capitalismo e defender a liberdade – até mesmo a liberdade de não querer ser livre.

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    58 min

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