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Este é o episódio do tormento.
O tormento da liberdade roubada.
O tormento de não ver quem se ama.
O tormento da fome, do frio, da espera.
O tormento de viver… e até o tormento de fugir.
Aqui, o inverno de 1941 não congela só o corpo ,congela a alma.
Cercados e sem munição, Henri e seus companheiros se rendem.
Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
Em meio à chuva, à lama e ao fogo inimigo, Henri encara seu batismo de guerra.
Entre lembranças da família e o peso insuportável do combate, cada linha do diário ecoa a dor de uma geração lançada ao abismo.
Sirenes soam, canhões trovejam, e Henri enfrenta os primeiros confrontos da guerra. Um avião inimigo é abatido diante dos olhos dos soldados — e, mesmo ferido, o piloto revela o fanatismo cruel que os move.
Entre a marcha exaustiva e a ausência que dilacera, Henri descobre que, na guerra, nada é mais implacável que a espera por notícias de casa.
Entre marchas exaustivas e ordens absurdas, Henri enfrenta um dia que vai do cansaço ao colapso. Do gesto mais doloroso à ousadia de desafiar autoridades, seu diário se aproxima do limite. E é com um poema de guerra que ele encerra, revelando que o desmoronamento não é só do mundo… é também de quem o vive
No segundo episódio do Que Horror, Bruna!, seguimos os passos de Henri e seus companheiros pelas paisagens da França, durante os primeiros dias da Segunda Guerra Mundial. Entre noites mal dormidas e marchas sem sentido, os soldados descobrem o calor da solidariedade nas vilas — e a indiferença em outras cidades, como Étrepigney.
Henri relata com emoção o contraste entre a hospitalidade de camponeses desconhecidos e a frieza dos que se recusam a oferecer até um café, mesmo quando pago.
Neste episódio, o passado encontra sua voz.
🕊 Um relato real. Um diário esquecido. Uma história que precisava ser ouvida.
Ouça agora e compartilhe com quem precisa lembrar que, em tempos sombrios, o gesto mais simples pode ser um ato de resistência.
EPISÓDIO 1 – Diário de um Soldado Mobilizado
Em setembro de 1939, a vida de Henri Souty, artesão de metais preciosos e pai de um bebê de apenas 11 meses, muda para sempre. Ao ser mobilizado pelo exército francês, Henri deixa para trás o café recém-inaugurado com a esposa e é lançado em meio à tragédia da Segunda Guerra Mundial.
Neste primeiro episódio, mergulhamos nos primeiros dias dessa jornada: a despedida silenciosa, os trens lotados, as marchas exaustivas, as primeiras noites sem conforto e o inesperado calor humano encontrado no interior da França. Ao mesmo tempo brutal e profundamente sensível, o diário de Henri nos mostra a guerra longe do heroísmo e mais próxima do medo, da saudade e da tentativa de manter alguma humanidade diante do caos.
Entre trincheiras, caminhadas clandestinas, refeições improvisadas e encontros com camponeses generosos, o episódio revela o contraste entre a rotina militar e os pequenos momentos de ternura e humor como a insólita caçada a uma galinha que termina com um banho de esterco. Cada página do diário é uma janela para uma história real, vivida por alguém que só queria sustentar sua família e viver em paz, mas foi forçado a lutar.
No final do episódio, ouvimos o emocionante poema "Oração de uma Criança", escrito por um soldado francês durante a guerra e dedicado à sua filha. Uma prece singela, comovente e atemporal.
🎧 Escute agora o primeiro episódio do podcast “Que Horror, Bruna!” no Spotify e no YouTube.
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Um diário escondido.
Uma guerra real.
Uma história que ficou em silêncio por mais de 80 anos e agora ganha voz.
Em 1939, Henri Souty foi mobilizado como soldado francês. Durante a Segunda Guerra Mundial, ele escreveu tudo: o medo, o cansaço, as pequenas alegrias e os horrores do front.
Décadas depois, esse diário veio parar em minhas mãos.
Eu sou a bisnora de Henri.
E senti que essa história precisava ser contada.
Em voz alta.
Esta é a primeira temporada do podcast Que Horror, Bruna! construída diretamente a partir do diário original de Henri Souty.
Palavras reais. Emoções preservadas.
Uma viagem íntima à Segunda Guerra Mundial.
SCP-x6x (Hopes)" Kevin MacLeod (incompetech.com)
Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License
http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
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