No nono programa sob o tema Reflexão e Resistência do Quilombo Academia traz o amor como utopia na perspectiva do ibero-ásio-afro-ameríndio. Sendo o amor o elemento da unidade das diferentes mediações musicais. Essa consideração parece chamar atenção para o fato da dificuldade das relações de amor no processamento da lógica acumulativa do eurocaucasiano.
Percebemos que o matriarcado conjugado com as relações comunais da solidariedade africana se tornam o lugar ideal para um canto da construção da paz, como possibilidade de uma vida pautada pela existencialidade como principal princípio para convivência humana.