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Durante o Radar das Treze, dentro do A Tarde é Sua desta terça-feira (05), na Rádio Pajeú, com Juliana Lima e Alyson Nascimento, as vereadoras de Tabira Nelly Sampaio e Estefany de Júnior repercutiram o veto do prefeito Flávio Marques a projetos de lei voltados às mulheres vítimas de violência doméstica.
Entre as propostas vetadas está o Projeto de Lei 0006/2026, de autoria de Estefany de Júnior, que prevê a criação da “Sala Lilás” no hospital municipal de Tabira. O espaço seria destinado ao acolhimento de mulheres em situação de violência, com atendimento integrado e humanizado.
Durante a entrevista, Estefany destacou a importância da iniciativa e demonstrou surpresa com o veto. Segundo ela, o projeto foi amplamente discutido, aprovado em dois turnos pela Câmara e contou com parecer favorável do setor jurídico. A vereadora também questionou as justificativas apresentadas pelo prefeito, consideradas por ela insuficientes diante da relevância social da proposta.
Ainda de acordo com Estefany, o argumento de que a iniciativa deveria partir do Executivo não seria um obstáculo, ressaltando que o mais importante é que ações como essa sejam efetivamente implementadas em benefício das mulheres do município.
By Rádio PajeúDurante o Radar das Treze, dentro do A Tarde é Sua desta terça-feira (05), na Rádio Pajeú, com Juliana Lima e Alyson Nascimento, as vereadoras de Tabira Nelly Sampaio e Estefany de Júnior repercutiram o veto do prefeito Flávio Marques a projetos de lei voltados às mulheres vítimas de violência doméstica.
Entre as propostas vetadas está o Projeto de Lei 0006/2026, de autoria de Estefany de Júnior, que prevê a criação da “Sala Lilás” no hospital municipal de Tabira. O espaço seria destinado ao acolhimento de mulheres em situação de violência, com atendimento integrado e humanizado.
Durante a entrevista, Estefany destacou a importância da iniciativa e demonstrou surpresa com o veto. Segundo ela, o projeto foi amplamente discutido, aprovado em dois turnos pela Câmara e contou com parecer favorável do setor jurídico. A vereadora também questionou as justificativas apresentadas pelo prefeito, consideradas por ela insuficientes diante da relevância social da proposta.
Ainda de acordo com Estefany, o argumento de que a iniciativa deveria partir do Executivo não seria um obstáculo, ressaltando que o mais importante é que ações como essa sejam efetivamente implementadas em benefício das mulheres do município.