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Criciúma inicia inscrições para a realização de pedágios em 2022
Os trabalhadores do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Criciúma e região podem deixar de cumprir o aviso prévio nesta quarta-feira (22). A decisão foi discutida durante assembleia do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Serviços de Saúde (Sindisaúde) realizada na manhã desta terça-feira (21), na sede da entidade. O encontro discutiu o atraso no pagamento do 13º salário e a rescisão dos contratos de trabalho.
De acordo com o presidente do Sindisaúde, Cléber Cândido, o sindicato vai notificar o Governo do Estado e a OZZ, empresa que gerencia o Samu, e aguardará uma solução por 24 horas. Caso contrário, os trabalhadores deixarão de cumprir o aviso prévio. “Como eles estão no aviso prévio, demitidos [o contrato do Estado com a OZZ está se encerrando], e não tem as garantias do pagamento, não foi feito o pagamento do 13º, é dar o prazo de 24 horas para o estado resolver o problema, senão todos vão deixar de cumprir o aviso prévio e o Samu vai ficar sem contingente para atender a região”, avisa Cândido.
Ouça abaixo a reportagem completa:
Falta menos de uma semana para a finalização do concurso para o cargo de auxiliar médico-legal no Instituto Geral de Perícias (IGP). São 70 vagas para o estado inteiro e há disponíveis aqui para os municípios do sul. Quatro são destinadas para Criciúma e há ainda uma para Araranguá, uma para Laguna e uma para Tubarão. As inscrições do concurso para o cargo de auxiliar médico-legal ficarão abertas até o próximo dia 27. O processo foi organizado pela Fundação de Estudos e Pesquisas Socioeconômicos (Fepese).
O diretor da Academia de Perícias, Rogerio de Medeiros Tocantins, explica que para participar do concurso é necessário ter concluído o ensino médio. Os candidatos inscritos serão submetidos a uma prova objetiva de conhecimentos, com caráter eliminatório e classificatório. A taxa de inscrição é de R$ 180,00.
“As pessoas estão fazendo certa confusão achando que precisa de um curso de formação profissional, quando na verdade, no edital, está escrito que o curso de formação é fornecido pelo IGP após a nomeação dos candidatos classificados”, explicou. “O processo de seleção terá uma prova escrita, depois tem uma prova de aptidão física, uma avaliação psicológica e ainda passa por exame toxicológico, investigação social, até a classificação final dos aprovados”, detalhou Tocantins.
A prova está marcada para o dia 6 de fevereiro. Mais informações podem ser encontradas no site do concurso.
Divulgado recentemente pelo Observatório Fiesc, o Panorama da Educação traz dados em cinco eixos, entre eles, a taxa de analfabetismo. Para Santa Catarina, os números nesse aspecto são considerados positivos. Conforme a análise do Observatório, o percentual dos catarinenses de 15 anos ou mais que não sabem ler e escrever caiu para 2,3% em 2019. Isso significa 24 mil pessoas analfabetas a menos em relação a 2016.
Segundo Celson Pantoja, gerente da rede de ensino superior do Senai, o índice é o segundo menor do país. Apenas o Rio de Janeiro, com 2,1%, supera Santa Catarina, enquanto a taxa nacional está em 6,6%.
O Panorama da Educação ainda analisa os dados do IDHM Educação, Número Médio de Anos de Estudo, Taxa de Escolarização e Situação de Ocupação e Estudo, além da já destacada Taxa de Analfabetismo. No entendimento de Pantoja, esse índice referente ao analfabetismo converge com outros dois bons números: Santa Catarina se tornou o terceiro estado do país com o maior percentual de escolarização de jovens entre 18 e 24 anos no ensino superior e o maior percentual de pessoas entre 15 e 29 anos que estavam ocupados e estudando.
“Esses três índices se juntam. Estamos formando jovens profissionais com uma mentalidade diferente e que estão reconhecendo que mesmo nesse momento de crise, também para eles a melhor coisa que tem é investir na educação. É um panorama muito positivo para Santa Catarina nos próximos anos”, analisou Pantoja.
O painel Panorama da Educação está disponível de forma pública no portal. Por lá, o usuário encontra informações de Santa Catarina e das outras 26 unidades da federação na série histórica de 2016 a 2019.
Ouça abaixo a reportagem completa:
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A Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) promove nesta terça-feira (20), em Sombrio, a IV Abertura da Colheita do Maracujá e o Dia de Campo sobre a cultura. A programação começa às 8h15, na propriedade de Douglas Machado Nunes, comunidade Santa Fé.
Segundo Diego Adilio da Silva, extensionista da Gerência Regional da Epagri em Criciúma e líder do Projeto Fruticultura na região, Santa Catarina deve produzir 45 mil toneladas de maracujá na safra 2021/22. Isso corresponde a uma produtividade média de 25 toneladas por hectare numa área de produção de 1.800 hectares. Para o evento desta terça-feira, Silva destaca as demandas técnicas que serão tratadas.
“Além da abertura da colheita do maracujá, também vamos abordar alguns assuntos técnicos, como a demanda hídrica e sistema de irrigação do maracujazeiro”, citou. Outro tema que estará em discussão será o diagnóstico e as estratégias necessárias para controlar a mosca do botão floral do maracujazeiro, problema esse que vem causando algumas dores de cabeça aos produtores. O vazio sanitário e o monitoramento de resíduos de agrotóxicos também entram na pauta dos participantes.
Ouça abaixo a reportagem completa:
O Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Criciúma e Região (Sindsaúde) realizou na manhã desta segunda-feira (20) um protesto em frente ao Hospital da Unimed. Na ocasião, os líderes sindicais denunciaram uma série de perdas dos direitos para os funcionários.
De acordo com o diretor tesoureiro do Sindsaúde, Cléber Cândido, o hospital está cobrando o plano de saúde integral de dependentes, a coparticipação de exames e consultas que antes não eram cobrados e obrigando trabalhadores usuários do plano a fazerem exames na Unimed sem opção de escolha. Segundo o Sindsaúde, a situação é vista não só no hospital da Unimed, mas também no Hospital São João Batista, que é administrado pela cooperativa.
“O sindicato vem há quase um ano discutindo a pauta da categoria, entre elas alguns direitos retirados, como o plano de saúde integral, obrigação do pagamento de coparticipação e a pauta do Sindisaúde não vem sendo atendida”, afirmou Cândido.
O Sindsaúde já moveu oito Ações Coletivas contra a Unimed, já que segundo o líder sindical, mais de cinquenta ofícios foram encaminhados sem resposta da cooperativa./ Se as pautas não forem atendidas, o sindicato deve voltar à justiça.
Em nota, a Unimed Criciúma se posicionou. A empresa disse reconhecer o valor dos colaboradores e reforça manter o compromisso com eles. Em contraponto ao que afirma o sindicato, a Unimed destaca que desde o início da atual gestão, em 2019, nenhum direito foi retirado dos funcionários. Confira a nota:
A Unimed Criciúma reconhece o valor de seus colaboradores e reforça que mantém o seu compromisso com os mesmos. Desde o início da atual gestão, em 2019, nenhum direito foi retirado dos seus funcionários, pelo contrário, a cooperativa amplia constantemente os benefícios proporcionados a eles, sempre com o objetivo de promover o bem-estar, a satisfação e segurança no ambiente de trabalho.
Confira abaixo a reportagem completa:
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