O Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Criciúma e Região (Sindsaúde) realizou na manhã desta segunda-feira (20) um protesto em frente ao Hospital da Unimed. Na ocasião, os líderes sindicais denunciaram uma série de perdas dos direitos para os funcionários.
De acordo com o diretor tesoureiro do Sindsaúde, Cléber Cândido, o hospital está cobrando o plano de saúde integral de dependentes, a coparticipação de exames e consultas que antes não eram cobrados e obrigando trabalhadores usuários do plano a fazerem exames na Unimed sem opção de escolha. Segundo o Sindsaúde, a situação é vista não só no hospital da Unimed, mas também no Hospital São João Batista, que é administrado pela cooperativa.
“O sindicato vem há quase um ano discutindo a pauta da categoria, entre elas alguns direitos retirados, como o plano de saúde integral, obrigação do pagamento de coparticipação e a pauta do Sindisaúde não vem sendo atendida”, afirmou Cândido.
O Sindsaúde já moveu oito Ações Coletivas contra a Unimed, já que segundo o líder sindical, mais de cinquenta ofícios foram encaminhados sem resposta da cooperativa./ Se as pautas não forem atendidas, o sindicato deve voltar à justiça.
Em nota, a Unimed Criciúma se posicionou. A empresa disse reconhecer o valor dos colaboradores e reforça manter o compromisso com eles. Em contraponto ao que afirma o sindicato, a Unimed destaca que desde o início da atual gestão, em 2019, nenhum direito foi retirado dos funcionários. Confira a nota:
A Unimed Criciúma reconhece o valor de seus colaboradores e reforça que mantém o seu compromisso com os mesmos. Desde o início da atual gestão, em 2019, nenhum direito foi retirado dos seus funcionários, pelo contrário, a cooperativa amplia constantemente os benefícios proporcionados a eles, sempre com o objetivo de promover o bem-estar, a satisfação e segurança no ambiente de trabalho.
Confira abaixo a reportagem completa: