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O podcast Rádio Copa chega ao 10º e polêmico episódio do mundial da Argentina em 1978. O jornalista Evilásio Júnior e o escritor e pesquisador Américo Paim viajam ao país vizinho para detalhar o cenário tenso que envolveu o torneio.
Pouco mais de dois anos antes do evento, a ditadura chefiada pelo general Jorge Rafael Videla, que viria a deixar mais de 30 mil mortos, derrubou o governo de Maria Estela Perón. Mesmo assim, dentro de campo, o técnico Cesar Luiz Menotti, embora contrário ao regime, conseguiu montar um excelente grupo e ter a liberdade de trabalhar e desintoxicar os jogadores da propaganda ufanista e do conturbado ambiente político externo.
Os bastidores contaram com gastos excessivos, falta de transparência, campanha pró-boicote, manifestações populares, visibilidade das "mães da Plaza de Mayo", presença de militares nos estádios e até mesmo nos vestiários, bem como a desistência de craques como Johan Cruyff, da Holanda, que vivia um drama familiar, e Paul Breitner, da Alemanha, declaradamente comunista.
Também dominado por militares, o Brasil foi comandado pelo capitão Claudio Coutinho, oriundo do vôlei, escolhido pelo almirante Heleno Nunes, então comandante da Confederação Brasileira de Desportos (CBD). Com um time pouco criativo, lento e excessivamente defensivo, sem convocar astros como Sócrates e Falcão, coube à equipe reclamar dos 6-0 aplicados pelos anfitriões sobre o Peru, que tiraram a amarelinha da decisão.
Afinal, a Argentina teve mérito ao erguer sua primeira taça? A Seleção tinha razão em se proclamar "campeão moral"?
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Após a posse definitiva da Taça Jules Rimet com o tricampeonato do Brasil, a décima Copa do Mundo, a primeira na Alemanha, marcou a estreia do novo troféu esculpido pelo italiano Silvio Cazzaniga, com 18 quilates de ouro, cinco quilos e 36 centímetros de altura – o mesmo disputado até hoje, já que a confecção de uma nova peça está prevista para 2038.
Em campo, o jornalista Evilásio Júnior e o escritor e pesquisador Américo Paim detalham tudo o que marcou a busca pelo valioso artefato no 9º episódio do podcast Rádio Copa.
Sem Gerson, Carlos Alberto e Pelé, que se despediu da equipe nacional em julho de 1971, além de Clodoaldo, contundido, e Tostão, aposentado depois de um descolamento da retina, a Seleção passou por uma drástica reformulação. Dos craques de 1970, restaram apenas Rivellino e Jairzinho, o que obrigou o técnico Zagallo a optar por uma formação conservadora e extremamente cautelosa.
Se de um lado a amarelinha estava ofuscada, por outro brilharam a Laranja Mecânica, do chamado "carrossel" de Rinus Michels, com jogadores sem posição fixa e a genialidade de Johan Cruyff, e os disciplinados donos da casa, atuais campeões europeus.
Sob o comando de Helmut Schöen, os alemães contaram com astros do quilate de Sepp Maier, Paul Breitner, Wolfgang Overath, Gerd Müller e os zagueiros Vogts e Beckenbauer, para, assim como em 1954 contra a grande Hungria, barrar os revolucionários do futebol total e erguer o seu segundo título.
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No oitavo episódio do podcast Rádio Copa, o jornalista Evilásio Júnior e o escritor e pesquisador Américo Paim detalham tudo sobre o mundial realizado no México em 1970, o primeiro fora do eixo Europa e América do Sul e também pioneiro na transmissão em cores para todo o planeta.
Considerado estreia da chamada "era moderna", o torneio ainda introduziu as substituições de atletas durante as partidas e o sistema de cartões amarelos e vermelhos que perduram até hoje.
Dentro de campo, enquanto a atual campeã Inglaterra caiu em desgraça junto à torcida local, acusada de arrogância, com direito a água diferenciada, e até de roubo a uma joalheria na preparação na Colômbia, com prisão do seu principal astro, o Brasil conquistou não só a plateia nos estádios, mas a audiência via satélite e a imprensa.
Embora houvesse dúvidas, em função do trauma de 1966 e da polêmica troca no comando técnico de João Saldanha pelo então inexperiente Zagallo a cinco meses da estreia, bem como por cair no "grupo da morte", o time encaixou mesmo com a improvisação dos três canhotos: Gérson, Tostão e Rivellino.
Se Jairzinho balançou as redes em todos os confrontos, Pelé se destacou pela motivação pessoal. Com a capacidade visual colocada em xeque pelo ex-treinador e abalado emocionalmente pelas contusões em 1962 e 1966, o camisa 10 eternizou a amarelinha não apenas pelos tentos que marcou como pelos gols que não fez.
Além de conquistar a taça Jules Rimet em definitivo, os tricampeões marcaram a história como a única a ter 100% de aproveitamento nas eliminatórias e no campeonato.
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No sétimo episódio do podcast Rádio Copa, o jornalista Evilásio Júnior e o escritor e pesquisador Américo Paim viajam à Inglaterra para descrever o polêmico mundial de 1966, vencido pelos anfitriões.
Até receber a taça Jules Rimet das mãos da rainha Elizabeth II, os "Wingless Wonders" comandados pelo controverso Alf Ramsey contaram não apenas com o talento de nomes como Gordon Banks, Bobby Moore, Bobby Charlton, Nobby Stiles, Geoff Hurst e Roger Hunt, mas também com a "ajudinha" da arbitragem, sobretudo do suíço Gottfried Dienst, na grande final contra a Alemanha Ocidental.
Bicampeão, o Brasil sucumbiu ao declínio técnico dos veteranos, à interferência política da ditadura militar implantada dois anos antes, bem como à arrogância dos dirigentes da CBD, que removeram Paulo Machado de Carvalho da chefia da delegação vitoriosa e retornaram com o obediente treinador Vicente Feola. A desorganização foi tanta que até um jogador errado, homônimo, integrou a lista final de convocados.
O destaque lusófono coube à estreante seleção portuguesa, de Eusébio, o grande artilheiro do certame.
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O sexto episódio do podcast Rádio Copa leva você ao Chile em 1962, um mundial ameaçado pelo forte terremoto que abalou o país sul-americano dois anos antes, mas superado pela tenacidade do organizador Carlos Dittborn, que cunhou o lema "porque no tenemos nada, queremos hacerlo todo".
Em campo, o favorito Brasil, que encantou o mundo com o título na edição anterior, também teve que se reerguer após perder a sua maior estrela, Pelé, contundido ainda na fase de grupos.
Sem o craque, coube a Vavá e Garrincha, com uma ajudinha do árbitro peruano Arturo Yamasaki e do bandeirinha uruguaio Esteban Marino, conduzir o "Esquadrão de Ouro" ao bicampeonato.
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Considerado azarão, o Brasil venceu o chamado "complexo de vira-latas", termo cunhado por Nelson Rodrigues, e chegou ao primeiro título na Copa do Mundo da Suécia, em 1958.
No quinto episódio do podcast Rádio Copa, o jornalista Evilásio Júnior e o escritor e pesquisador Américo Paim contam em detalhes a consagração da equipe comandada por Vicente Feola e todas as curiosidades que envolveram o torneio, a exemplo da Argentina de amarelo e a marcante história da camisa azul brasileira.
O time reunia pela primeira vez a dupla Garrincha e Pelé, à época com 17 anos, e contava ainda com craques como Zagallo, Vavá, Didi e Nilton Santos. Apesar de o talento ser reconhecido pela imprensa europeia, o desafio era atenuar o descontrole emocional, em muito agravado pela eliminação diante da Hungria na Batalha de Berna, em 1954, e pelo traumático "Maracanazzo" de 1950, quando perdeu o torneio em casa para o Uruguai.
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O quarto episódio do podcast Rádio Copa conta em detalhes o mundial da Suíça em 1954, marcado por recordes, batalhas e milagre, além da estreia da hoje tradicional camisa amarela vestida pela Seleção Brasileira.
No programa, o jornalista Evilásio Júnior e o escritor e pesquisador Américo Paim desmitificam as teorias da conspiração e mostram o porquê de a disciplinada Alemanha Ocidental, liderada por Fritz Walter e pelo técnico estrategista Sepp Herberger, ter batido os "mágicos magiares" da Hungria, de Hidegkuti e Ferenc Puskás.
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O terceiro episódio do podcast Rádio Copa fala das gerações perdidas em função dos torneios suspensos pela segunda guerra, de 1942 e 1946, e detalha o primeiro mundial no Brasil, em 1950.
A euforia do país, com estádios lotados e uma seleção forte, se transformou em tragédia, com a vitória de virada do Uruguai em pleno Maracanã lotado, com público estimado em quase 200 mil pessoas.
Mas o chamado "Maracanazzo" não se deveu exclusivamente à raça celeste e ao desempenho brasileiro dentro de campo. Saiba tudo sobre a Copa de 1950 em seu agregador de áudio favorito, assine o podcast em sua plataforma para receber as notificações de novos episódios e nos siga nas redes sociais: @radio_copa.
O segundo episódio do podcast Rádio Copa detalha o bicampeonato italiano nas copas de 1934, no próprio país da bota, e 1938, na França.
As histórias, revividas pelo jornalista Evilásio Júnior e pelo escritor e pesquisador Américo Paim, vão além da esquadra de Silvio Piola e Giuseppe Meazza e mostram de forma mais decisiva a influência da política dentro de campo, sobretudo dos ditadores Benito Mussolini e Adolf Hitler.
Se de um lado o fascista participou ativamente desde os preparativos do Mundial em casa, com vultoso investimento, construção de estádios, presença em jogos e até mudança do tradicional uniforme azzurro em homenagem ao seu partido, do outro o nazista protagonizou o primeiro WO do torneio, em função da anexação da Áustria ao império alemão e consequente desmantelamento do chamado "wunderteam".
Confira em detalhes tudo o que aconteceu dentro e fora de campo nos certames em seu agregador de áudio favorito, assine o podcast em sua plataforma para receber as notificações de novos episódios e nos siga nas redes sociais: @radio_copa.
No episódio de estreia do podcast Rádio Copa, o jornalista Evilásio Júnior e o escritor e pesquisador Américo Paim detalham tudo sobre a formação da Federação Internacional de Futebol (Fifa) e a Copa do Mundo de 1930, no Uruguai.
Entre os destaques estão os bastidores e objetivos da criação da entidade, as tensões entre paulistas e cariocas para a convocação da Seleção Brasileira e as curiosidades inerentes aos primórdios do esporte bretão, em uma época em que não havia numeração nas camisas nem segundo uniforme, além de poucos escudos, mas duas bolas diferentes na final.
Confira as deliciosas histórias que envolveram o primeiro mundial em seu agregador de áudio favorito, assine o podcast em sua plataforma para receber as notificações de novos episódios e nos siga nas redes sociais: @radio_copa.
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