Rádio Debate

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By Universitária FM 107.9News
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Rádio Debate episodes

  • Concentração da mídia e o impacto nas coberturas sobre cotas raciais e direitos sexuais
    Discutir comunicação é discutir democracia, e isso não é uma frase de efeito! O direito à comunicação é, de fato, algo que tem impacto profundo em todas as esferas da vida em sociedade.

    Um dos aspectos desse lugar de importância da comunicação para a democracia é a atuação da mídia no tratamento de temas de interesse social e seus impactos na esfera pública.

    Quem vem debatendo há vinte anos sobre esse campo é o Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social. Desde o dia 26 de abril, o coletivo está realizando a Caravana do Direito à Comunicação, promovendo uma série de diálogos sobre o tema.

    Nesta edição do Rádio Debate, 10 de maio de 2023, a gente pega carona nessa caravana pra discutir concentração midiática e o impacto nas coberturas sobre cotas raciais e direitos sexuais e reprodutivos; temas de pesquisas recentes produzidas pelo Intervozes. Participam do programa:

    > Gyssele Mendes, jornalista, graduada em Estudos de Mídia e mestra em Comunicação, ambos pela Universidade Federal Fluminense, e atualmente é coordenadora executiva de Comunicação do Intervozes;

    > Tamara Lopes, mulher, negra, bissexual, moradora de periferia e artista. Jornalista, Mestranda em Comunicação pela Universidade Federal do Ceará, e social media da agência Angola Comunicação;

    > Luizete Vicente, pesquisadora e militante negra. É doutora em comunicação pela UFC e especialista em Gestão Estratégica em Políticas Públicas pela Universidade Estadual de Campinas. Integra a Comissão Nacional de Jornalistas pela Igualdade Racial, vinculada à Federação Nacional dos Jornalistas.

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    Foto de Capa: Ilustração publicada no Le Monde Diplomatique Brasil
    Produção e Roteiro: Raquel Dantas
    Apresentação e Edição: Carolina Areal
    Operação de Áudio: Leandro Stigliano
    55 min
  • Como a ficção tratou a Inteligência Artificial
    Se hoje a Inteligência Artificial é uma realidade, na metade do século passado esse era um universo que só podíamos projetar através da ficção. Foi especialmente através do cinema que a IA ganhou vida em tramas que nos ajudaram a pensar na evolução das tecnologias e de seus impactos na vida humana.

    Nesta edição do Rádio Debate, dia 09 de maio de 2023, a gente discute como a ficção cinematográfica tratou a Inteligência Artificial, se ela se aproximou do que viveríamos hoje, e que dilemas a arte tem nos ajudado a enfrentar nesse campo.

    Participam do programa:

    > Adriano Oliveira, Graduado em Psicologia, Mestre e Doutor em Teorias e Crítica da Literatura e da Cultura, foi professor de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, e atualmente é professor do curso de Sistemas e Mídias Digitais da Universidade Federal do Ceará;

    > Duarte Dias, Pesquisador e Multiartista com atuação no Cinema, na Música, na Literatura e nas Artes Visuais, integrante da Academia Cearense de Cinema, e desde 2015 é o responsável pela programação e curadoria do Cinema do Cineteatro São Luiz.

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    Foto de Capa: Reprodução (Filme 2001: Uma Odisseia no Espaço)
    Produção e Roteiro: Raquel Dantas
    Apresentação: Carolina Areal
    Operação de Áudio e Edição: Leandro Stigliano
    53 min
  • CPMI dos Atos Golpistas
    Há exatos quatro meses, assistíamos ao vivo às cenas da invasão e depredação das sedes dos três poderes em Brasília.

    Naquele 8 de janeiro, cerca de 4 mil pessoas saíram do acampamento montado em frente ao Quartel General do Exército reivindicando um golpe de estado.

    1.390 pessoas foram denunciadas pela Procuradoria Geral da República pelos atos antidemocráticos, e 253 pessoas ainda permanecem presas.

    No último dia 26 de abril, o presidente do Congresso Nacional Rodrigo Pacheco oficializou a criação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito para investigar os atos de 8 de janeiro.

    Nesta edição do Rádio Debate, dia 08 de maio de 2023, a gente discute a tentativa de golpe de estado e o que esperar dos trabalhos da CPMI. Participam do programa:

    >Kamila Fernandes, jornalista, professora do Curso de Jornalismo da Universidade Federal do Ceará e apresentadora do podcast sobre política cearense e nacional As Cunhãs;


    > Newton de Menezes Albuquerque, professor do Departamento de Direito Público, da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Ceará.


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    Foto de Capa: Joedson Alves/ Agência Brasil
    Produção e Roteiro: Raquel Dantas
    Apresentação e Edição: Carolina Areal
    Operação de Áudio: Leandro Stigliano
    57 min
  • PL 2630 e a regulação das plataformas digitais
    Nas últimas semanas, o tema da regulação das plataformas digitais têm mobilizado diferentes setores da sociedade. O motivo é a tramitação, no Congresso Nacional, do Projeto de Lei 2630, de 2020, que institui a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet.

    O projeto, apelidado de PL das Fake News, cria, na verdade, mecanismos para combater a disseminação de desinformação no ambiente digital.


    Na última terça-feira, dia 02 de maio, a votação do PL que aconteceria na Câmara dos Deputados foi adiada após intensa pressão de empresas e parlamentares contrários ao projeto. O lobby contrário - com uso, inclusive, de notícias falsas - tem contribuído para esvaziar o debate público sobre um tema que é central para as democracias em todo o mundo.

    Por isso, esta edição do Rádio Debate abre espaço para discutir porque é necessário regular as plataformas digitais e como o PL 2630 propõe que isso seja feito.

    Participam do programa:

    > Marta Thaís Alencar, doutoranda em Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos com pesquisa sobre desinformação e factchecking, professora substituta de Jornalismo da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e integrante da da Rede Nacional de Combate à Desinformação; e

    > Helena Martins, professora da Universidade Federal do Ceará, onde lidera o grupo Telas – Laboratório de pesquisas em Economia, Tecnologia e Políticas de Comunicação, e integrante da organização Diracom - Direito à Comunicação e Democracia.
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    Data de veiculação: 04 de maio de 2023
    Foto de Capa: Pedro França/Agência Senado
    Produção e Roteiro: Raquel Dantas
    Apresentação e Edição: Carolina Areal
    Operação de Áudio: Leandro Stigliano


    54 min
  • Mercedes Sosa e as vozes da América Latina
    Ouvir o canto de Mercedes Sosa é mergulhar fundo nas veias abertas da América Latina.

    Uma voz que cantou a realidade e o desejo de liberdade dos povos lationamericanos, e que fez do ato de cantar um ato político contra opressões e silenciamentos. Por isso mesmo ficou conhecida como 'a voz dos sem voz'.

    Defensora da integração da América Latina, a cantora argentina usou a música como bandeira, se entranhando e se deixando entranhar nas letras e vozes de artistas de todo o continente.

    Nesta edição do Rádio Debate, dia 03 de maio de 2023, discutimos os temas e as vozes da realidade latinoamericana que Mercedes cantou e eternizou. Participam do programa:

    > Indiana Nomma, cantora hondurenha-brasileira, filha de pais brasileiros exilados durante a ditadura civil-militar de 1964. É conhecida no cenário do jazz e da música latino-americana, com seis discos lançados. Dentre eles, um dedicado a Mercedes Sosa, que virou o show "A Voz dos Sem Voz", reconhecido como o tributo oficial à Mercedes pelos herdeiros da cantora;

    > Lia Pinheiro, Doutora em Estudos Latino-Americanos pela Universidad Nacional Autónoma de México, professora da Universidade Estadual do Ceará e Líder do Grupo de Pesquisa Pensamento Social e Epistemologias do Conhecimento na América Latina e Caribe do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da universidade. Também é membro da Rede Latino-Americana de Pesquisa em Educação do Campo, Cidade e Movimentos Sociais.

    Foto de Capa: Arte de Latuff
    Produção e Roteiro: Raquel Dantas
    Apresentação e Edição: Carolina Areal
    Operação de Áudio: Leandro Stigliano

    56 min
  • Alfabetização de pessoas em situação de rua
    2.653 pessoas viviam nas ruas de Fortaleza em 2021. O dado é do segundo Censo Municipal da População de Rua, divulgado no ano passado pela Prefeitura de Fortaleza.

    Com o Censo foi possível descobrir que 18,8% dessa população não sabia ler nem escrever. Uma taxa de analfabetismo mais alta do que o percentual entre toda a população cearense maior de 18 anos, que era de 14,2%, de acordo com o IBGE, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

    A falta de letramento para esta parcela da população da cidade, e a baixa escolaridade para parte considerável de quem vive nas ruas, é uma barreira que consolida a situação extrema de exclusão a qual chegaram.

    Atentas a essa realidade, organizações da sociedade civil se somaram para construir uma escola com foco na educação de jovens e adultos em situação de rua. É a Escola Comunitária de Educação Popular Mandacaru.

    Essa iniciativa de alfabetização da população de rua é o tema desta edição do Rádio Debate, dia 02 de maio de 2023. Participam do programa:

    > Arlindo Ferreira, coordenador do Movimento Nacional da População de Rua no Ceará;

    > Lídia Valesca Pimentel, doutora em Sociologia, sócia-fundadora da Casa da Sopa, organização não-governamental que presta assistência à população em situação de rua em Fortaleza, e uma das responsáveis pelo projeto da Escola Comunitária de Educação Popular Mandacaru;

    > Paulo Probo, mestrando em Educação pela UFC, articulador comunitário e produtor cultural do movimento Viva o Centro Fortaleza, coordenador da Escola Comunitária Mandacaru e da Feira ARTLIVRE.

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    Foto de Capa: Arquivo/Rede Social Casa da Sopa
    Roteiro e Produção: Raquel Dantas
    Apresentação de Edição: Carolina Areal
    Operação de Áudio: Leandro Stigliano
    55 min
  • Entrevista com representantes das chapas à Reitoria da UFC
    A consulta para a escolha da nova gestão da Reitoria da Universidade Federal do Ceará acontece nos dias 25 e 26 de abril.

    Concorrem ao pleito as chapas: Unir para Avançar, com a candidata à reitora professora Elizabeth Daher, e o candidato a vice-reitor professor Almir Bittencourt; e UFC Viva e Democrática, com o candidato a reitor professor Custódio Almeida, e a candidata a vice-reitora professora Diana Azevedo.

    Para contribuir com a comunidade acadêmica e com a sociedade cearense no acesso às propostas e compromissos das chapas concorrentes, o Rádio Debate convidou os candidatos para conceder entrevista ao programa.

    O formato e o regulamento das entrevistas foram aprovados previamente pela Comissão Eleitoral. Cada chapa seria entrevistada em um bloco do Rádio Debate, com ordem de veiculação definida por sorteio. No entanto, apenas uma das chapas atendeu ao convite: a chapa UFC Viva e Democrática.

    Com a ausência da chapa Unir para Avançar, este Rádio Debate Especial sobre o processo eleitoral da UFC terá apenas o primeiro bloco. Participa do programa Custódio Almeida, candidato a reitor da UFC pela chapa UFC Viva e Democrática.

    Avisamos a quem nos acompanha que esta entrevista foi gravada.

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    Foto de Capa: Reitoria da UFC (CCSMI/UFC)
    Produção: Raquel Dantas
    Apresentação e Edição: Carolina Areal
    Operação de Áudio: Leandro Stigliano
    Roteiro: Setor de Radiojornalismo da Universitária FM
    27 min
  • O que aprendemos com a experiência dos Bancos Comunitários
    O primeiro banco comunitário e a primeira moeda social do Brasil nasceram em Fortaleza, no bairro Conjunto Palmeiras. Você certamente já ouviu falar no Banco Palmas. Agora em 2023 ele completa 25 anos de existência.

    A experiência daqui gerou frutos em várias partes do país, e hoje existe uma Rede Brasileira de Bancos Comunitários com 152 bancos associados.

    Nesta edição do Rádio Debate, dia 19 de abril de 2023, discutimos a experiência de desenvolvimento econômico e social a partir dos bancos comunitários, e o que o país aprendeu e ainda pode aprender com esse instrumento. Participam do programa:

    > Joaquim Mello, teólogo, educador e líder comunitário, idealizador e presidente do primeiro banco comunitário do Brasil, o Banco Palmas, criado em 1998 no Conjunto Palmeiras, aqui em Fortaleza; é também presidente da Rede Brasileira de Bancos Comunitários;

    > André Ferreira, professor do Departamento de Teoria Econômica da Universidade Federal do Ceará, e coordenador do Programa de Extensão e Pesquisa em Economia e Meio Ambiente (PROGEPA) e do Grupo de Extensão em Economia Solidária (GESOL);

    > Adinaldo do Nascimento Santos, prefeito da cidade de Indiaroba, no Estado de Sergipe. Ele implantou o Banco Municipal de Indiaroba, que integra a Rede Brasileira de Bancos Comunitários.

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    Foto de Capa: Beto Macário/UOL
    Roteiro e Produção: Raquel Dantas
    Apresentação e Edição: Carolina Areal
    Operação de Áudio: Leandro Stigliano
    56 min
  • Mulheres na cena do samba em Fortaleza
    Quando você pensa em samba, onde é que as mulheres estão? Puxando o canto na roda, solando a viola, marcando o ritmo no pandeiro, ou por trás da letra das canções?

    É claro que há muitas possibilidades, ainda mais sendo o samba um gênero tão plural. Mas assim como em outros gêneros da música, no samba as mulheres também tiveram que abrir caminhos para ocupar a roda.

    E nesta edição do Rádio Debate, dia 18 de abril de 2023, a roda é delas. A gente discute a história e a cena do samba em Fortaleza a partir da presença e da atuação das mulheres. Participam do programa:

    > Marina Cavalcante, cantora há 16 anos, cresceu no meio do samba e da MPB, e é também compositora. Lançou seu primeiro trabalho autoral em 2017, intitulado "Som de Dentro";


    > Vic Andrade, dançadeira, batuqueira e cantareira. É integrante da banda Viramundo, da Caravana Cultural, e brinca nos Afoxés Acabaca e Omorisá Odé, e no Tambor das Marias;


    > Marilene Sales, sambista, atua no samba desde a década de 1980 e tem como preferência o Samba Raiz. Integrou grupos de samba e fundou em 1998 o “Grupo Nobreza”. Atualmente canta em alguns bares da capital cearense, e é dona do título de madrinha do samba de Fortaleza.

    > Theresa Rachel Viana, cantora, compositora e violonista. Ela participou por áudio.

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    Foto de capa: Divulgação/Prefeitura de Fortaleza
    Roteiro e produção: Raquel Dantas
    Apresentação e edição: Carolina Areal
    Operação de áudio: Leandro Stigliano
    58 min
  • Disputa da memória sobre a ditadura civil-militar
    A disputa da memória sobre a ditadura civil-militar de 1964 a 1985 é um exemplo concreto de como o passado tem impacto sobre o presente.

    Desde que o regime democrático foi restabelecido, a tentativa de negar ou revisar a ditadura não havia sido tão evidente quanto agora.

    O negacionismo, o revisionismo - e porque não dizer - a desinformação histórica têm sido usados para atropelar os fatos sobre o período, o que interfere no direito à verdade, à justiça e à memória dos brasileiros sobre a sua própria história.

    Nesta edição do Rádio Debate, dia 17 de abril de 2023, 59 anos após o golpe civil-militar, a gente discute como essa disputa tem sido feita, que impactos ela tem provocado e o que fazer pra que essa memória ganhe o espaço da reflexão, e não mais de dúvida ou de contestação. Participam do programa:

    >Sônia Meneses, Pós-doutora em História pela Universidade de São Paulo. Publicou os livros "História, memória e direitos" e "Operação Midiográfica: o Golpe de 1964 e a Folha de São Paulo", e foi uma das organizadoras do livro "História Pública em debate: patrimônio, educação e mediações do passado". É professora da Universidade Regional do Cariri (URCA), onde coordena projeto de pesquisa sobre o fortalecimento do negacionismo na cena pública brasileira em relação à ditadura e outros temas.


    > Edmilson Alves Maia Júnior, Doutor em História pela Universidade Federal de Minas Gerais. Professor da Universidade Estadual do Ceará em Quixadá, na Faculdade de Educação, Ciências e Letras do Sertão Central, onde coordena o projeto de extensão "Fontes Históricas da Ditadura", vinculado ao curso de História.

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    Foto de Capa: Daniel Ramalho (AFP)
    Produção e Roteiro: Raquel Dantas
    Apresentação e Edição: Carolina Areal
    Operação de Áudio: Leandro Stigliano
    56 min

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