Rádio Debate

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By Universitária FM 107.9News
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Rádio Debate episodes

  • O Conselho Universitário e a participação dos técnico-administrativos
    O CONSUNI (Conselho Universitário) da Universidade Federal do Ceará vai voltar a ter representantes dos servidores técnico-administrativos em educação. Os TAEs estão sem representação desde 2020. No último dia 10 de fevereiro, o SINTUFCE (Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Federais no Estado do Ceará) divulgou resultado das eleições para as três vagas dos técnico-administrativos no conselho.  O Consuni é o órgão máximo de deliberação da universidade, e, portanto, espaço político fundamental para a comunidade acadêmica. Nesta edição do Rádio Debate, do dia 15 de fevereiro de 2023, nós discutimos a atuação dos servidores técnico-administrativos no Conselho Universitário e a democracia na universidade. Participam do programa os TAEs eleitos para o Consuni: > Eudiana Vale, farmacêutica, Mestre e Doutora em Ciências Farmacêuticas pela UFC, e servidora técnica-administrativa no Departamento de Farmácia no Campus do Porangabuçu; > Heveline Ribeiro, Mestre em Políticas Públicas e Gestão pela UFC. É servidora técnica-administrativa do Instituto de Cultura e Arte, e foi membro da Comissão Interna de supervisão da carreira dos TAEs, que é vinculada à Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas da universidade;  > Daniel Fonsêca, Doutor em Comunicação e Cultura, militante no campo da Comunicação e da Educação, servidor da UFC desde 2004, e atualmente produtor cultural na Casa de José de Alencar.  -- Foto de Capa: Registro de reunião presencial do Conselho Universitário da UFC em 2019 (Viktor Braga/UFC)
    Produção: Raquel Dantas
    Apresentação: Carolina Areal
    Operação de Áudio e Edição: Leandro Stigliano
    56 min
  • A que se deve a resiliência do rádio
    Em treze das maiores regiões metropolitanas do Brasil, 83% da população escuta rádio, seja pelo dial ou pelas plataformas digitais.  O dado é da pesquisa de 2022 da Kantar IBOPE Media, divulgada em setembro, quando o rádio completou oficialmente seu centenário no Brasil.  Por este número tão expressivo, dá pra dizer que ele soube se adaptar e seguir relevante entre tantas novas formas de comunicação que surgiram com o avanço da tecnologia.  Mas a que se deve essa resiliência do rádio, e quais são as condições da produção radiofônica no país? É o que a gente discute nesta edição do Rádio Debate, dia 14 de fevereiro de 2023. Participam do programa: > Bruno Balacó, jornalista da equipe de esportes do Grupo Cidade de Comunicação, o Camisa 8. É também doutorando em Comunicação pela Universidade Federal do Ceará, membro dos grupos de pesquisa PráxisJor (da UFC), Rádio e Mídia Sonora (da Intercom) e do Núcleo de Estudos de Rádio (da Universidade Federal do Rio Grande do Sul); >Thais Aragão, jornalista, doutora em Ciências da Comunicação pela UNISINOS, integrante do Rádia Livres - Coletivo de Radialistas do Brasil, e programadora musical aqui da Rádio Universitária;  > Marcelo Kischinhevsky, diretor do Núcleo de Rádio e TV da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), professor do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade do Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e membro da Rede de Rádios Universitárias do Brasil, a RUBRA.  -- Foto de Capa: Reprodução/Internet
    Produção: Raquel Dantas
    Apresentação: Carolina Areal
    Edição e Operação de Áudio: Leandro Stigliano
    56 min
  • Como consolidar uma política de valorização do carnaval de Fortaleza
    Depois de quase três anos de pandemia, enfim, o carnaval vai poder tomar conta das ruas de Fortaleza novamente.   Foi tempo demais para os foliões sedentos pela festa, e principalmente pra quem tem com o carnaval uma relação de afirmação de identidade cultural e também de trabalho.  No entanto, este retorno também reacende um cenário de desalento na cidade. Fortaleza ainda não conseguiu consolidar uma política de valorização do carnaval, festa que é patrimônio imaterial do município.  As razões pra isso e como consolidar esta política é o que a gente discute nesta edição do Rádio Debate  (10 de fevereiro de 2023). Participam do programa: >Lourdes Macena, docente do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará; além de artista e pesquisadora, atuando com Teatro e Cultura Popular, danças tradicionais e demais matrizes estéticas da tradição;  >Evan Teixeira, integrante do bloco Iracema Bode Beat.  Obs: Carlos Brito, presidente e fundador do Maracatu Nação Pici, também foi convidado para participar do programa. Infelizmente, sua participação foi inviabilizada por conta de problemas com a internet. -- Foto de Capa: Cortejo do Bloco Iracema Bode Beat em 2019/ Mateus Dantas/ O Povo
    Produção: Raquel Dantas
    Apresentação: Carolina Areal
    Edição e operação de áudio: Leandro Stigliano
    1 hr
  • Democracia e emancipação: o papel da educação e da classe trabalhadora
    A democracia brasileira não está por um fio. Mas hoje a gente sabe que uma parcela da sociedade topa tudo para derrubá-la.  Essa constatação tem exigido dos mais diferentes setores a defesa enfática do estado democrático. É o caso dos professores do ensino superior. A ADUFC (Sindicato dos Docentes das Universidades Federais do Estado do Ceará) está comprometida com esta frente de luta e propõe aprofundar a compreensão sobre o contexto que vivemos. O sindicato dá início nesta quinta-feira ao Ciclo de Debates “Democracia e emancipação: o papel da educação e da classe trabalhadora”. E é sobre o tema deste ciclo que a gente discute nesta edição do Rádio Debate. Participam do programa: > Luma Andrade, professora e diretora do Instituto de Humanidades da UNILAB, a Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira;  > André Ferreira, professor do Departamento de Teoria Econômica da Universidade Federal do Ceará, e diretor de Relações Intersindicais da ADUFC-Sindicato.  -- Foto de Capa: Tânia Rego/Agência Brasil
    Produção: Raquel Dantas
    Apresentação: Carolina Areal
    Operação de Áudio e Edição: Leandro Stigliano
    59 min
  • Como manter viva a memória e a obra de Sérvulo Esmeraldo
    Da orla de Fortaleza, percorrendo o centro, Cocó, Passaré, chegando até a Messejana, é possível construir um mapa da cidade através das obras e esculturas criadas pelo artista cearense Sérvulo Esmeraldo.  Algumas talvez você associe logo de cara ao criador, como o “Monumento ao Saneamento Básico de Fortaleza”, obra em formato de “V” localizada na Praia do Naútico.  Mas há muitas outras célebres criações que se fundem com a cidade e seus diferentes contextos que nem sempre o fortalezense sabe de quem é a autoria.  Sérvulo Esmeraldo partiu há 6 anos, no dia 1º de fevereiro de 2017, e no dia 27 deste mês faria 94 anos. A data é também aniversário de 10 anos do Instituto Sérvulo Esmeraldo, criado com a missão de manter viva a memória e a obra do artista-inventor.  E é sobre esta missão que a gente discute nesta edição do Rádio Debate, dia 08 de fevereiro de 2023.   Participam do programa: >Dodora Guimarães, curadora e presidente do Instituto Sérvulo Esmeraldo, além de esposa do artista;  > Romeu Duarte, arquiteto e urbanista e professor do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Ceará. Está atuando no Projeto de Tombamento das obras e esculturas públicas de Sérvulo Esmeraldo no Ceará através do Instituto.  -- Foto de Capa: Obra La Femme Bateau - Mateus Dantas/ O Povo
    Produção: Raquel Dantas
    Apresentação: Carolina Areal
    Operação de áudio: Leandro Stigliano

    1 hr
  • Riscos à vida dos povos indígenas no Ceará
    Os indícios de um crime de genocídio em pleno século XXI  revelam até que ponto podem chegar as violações contra os povos originários no Brasil.  A crise humanitária que atinge o povo Yanomami é o cenário mais perverso desta realidade.  Mas, neste momento, outras ameaças colocam em risco a vida das populações originárias em diferentes partes do país.  No Ceará, a especulação imobiliária, a mineração, grandes empreendimentos e o tráfico de drogas são algumas delas. O estado é o mais atrasado do Brasil em demarcações de terras, contexto que facilita a ocorrência das violações.  Nesta edição do Rádio Debate, nós discutimos as condições que tem representado riscos à vida dos povos originários no Ceará. Participa do programa: > Cacique Jorge Tabajara, liderança indígena do povo Tabajara de Poranga, e advogado do Ybi, Escritório de Advocacia Popular Indígena. Ele também assessora a Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo (Apoinme) e atuará secretário executivo da Secretaria Estadual dos Povos Indígenas do Estado do Ceará. -- Foto de Capa: Yanahin Matala Waurá/Amazônia Real
    Produção: Raquel Dantas
    Apresentação: Carolina Areal
    Operação de Áudio e Edição: Leandro Stigliano
    47 min
  • Que Brasil nos aguarda em 2023
    Chegamos ao último Rádio Debate de 2022. Pra encerrar essa temporada olhando para o futuro próximo e para o cenário que certamente trataremos em muitos debates, a gente fala sobre o novo governo do Brasil. Vamos discutir o processo de transição,  o que já se desenha sobre o governo Lula e que desafios sociais, políticos e institucionais o Brasil enfrentará em 2023. Participam do programa:  > Weibe Tapeba, liderança indígena, advogado, vereador do município de Caucaia e coordenador geral da FEPOINCE - Federação dos Povos Indígenas no Ceará. Está na equipe de transição do novo governo federal, no Grupo de Trabalho dos Povos Originários, e é um dos nomes cotados para assumir o prometido Ministério dos Povos Originários; > Newton Albuquerque, professor do Departamento de Direito Público, da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Ceará. Também fizemos o convite à jornalista e professora da UFC Helena Martins, uma das coordenadoras do GT Comunicações da equipe de transição do Governo. Por conta da intensificação dos trabalhos nesta reta final da transição, ela, infelizmente, não pôde estar com a gente. -- Foto de Capa: Pronunciamento de Lula após o resultado das eleições presidenciais de 2022 (Crédito: Rovena Rosa/Agência Brasil) Apresentação: Carolina Areal Produção e edição: Raquel Dantas Operação de áudio: Assis Lima
    58 min
  • Por que a Justiça Federal anulou processo de reconhecimento da comunidade quilombola do Cumbe
    A comunidade tradicional do Cumbe busca reconhecimento para demarcação e titulação do território como quilombola desde 2015. Parecer do Ministério Público Federal e estudos antropológicos realizados pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) reforçam a auto-identificação quilombola da comunidade. No entanto, o processo de reconhecimento foi anulado no final de novembro pelo juiz da décima quinta Vara Federal Bernardo Lima Vasconcelos Carneiro. A gente discute porque a Justiça Federal anulou o processo e quais as implicações desta ação para a comunidade. Participam do programa: > João Joventino do Nascimento, mais conhecido como João do Cumbe, liderança quilombola e representante da Associação Quilombola do Cumbe; militante do Movimento Quilombola do Ceará, do Movimento de Pescadores e Pescadoras Artesanais e da Organização Popular do Aracati. E ele também é doutorando em História pela Universidade Federal do Ceará; > Ana Nobre, antropóloga e assessora do Instituto Terramar; > Fernando Holanda, defensor público federal da Defensoria Pública da União no Ceará. -- Foto de Capa: Galba Nogueira/Brasil de Fato Apresentação: Carolina Areal Produção e edição: Raquel Dantas Apoio de Produção: Lara Lima Operação de áudio: Assis Lima
    1 hr 1 min
  • Fronteiras entre futebol e política na Copa do Mundo
    A Copa do Mundo da FIFA no Qatar é a mais cara já realizada até hoje. O custo estimado é de até 220 bilhões de dólares, o equivalente a mais de 1 trilhão de reais. A Copa mais cara parece ser também a mais questionada. As críticas envolvem as suspeitas de corrupção no processo de escolha da sede, e a decisão da FIFA em realizar o seu mais importante evento em um país de regime autoritário, que acumula uma série de denúncias de violações de direitos humanos. Neste Rádio Debate a gente discute as fronteiras entre futebol e política no contexto da Copa do Mundo. Como interesses políticos e econômicos movimentados pela FIFA, Federações de futebol e governos impactam os países que sediam o evento, e como também interferem no próprio futebol. Participam do programa:  > Márcio Renato Benevides, doutor em Sociologia; integrou o Comitê Popular da Copa aqui em Fortaleza durante a Copa do Mundo no Brasil - comitê organizado para monitorar, denunciar e atuar pela reparação das violações de direitos humanos relacionados ao evento; e é apresentador do canal e podcast "Glória e Tradição", dedicado à cobertura do Fortaleza Esporte Clube; > Milly Lacombe, jornalista, escritora e roteirista; uma das mulheres pioneiras no jornalismo esportivo no Brasil. Atualmente é colunista de esporte no UOL, sempre oferecendo às leitoras e leitores reflexões sobre as questões políticas que se dão no universo futebolístico; > Emanuel Leite Júnior, é bacharel em direito e jornalista, cobriu a Copa do Mundo no Brasil pelo Diário de Pernambuco e pelo Estado de São Paulo como correspondente no Recife. É Doutor em Políticas Públicas na Universidade de Aveiro, em Portugal, com pesquisa sobre o plano de desenvolvimento do futebol chinês. Integrante da Rede Nordestina de Estudos em Mídia e Esporte (ReNEme) e em janeiro será professor e pesquisador da International College of Football da Tongji University, de Shanghai, na China. -- Foto de Capa: Pablo Porciuncula/AFP  Apresentação: Carolina Areal Produção e edição: Raquel Dantas Apoio de Produção: Lara Lima Operação de áudio: Assis Lima
    1 hr
  • Contra-dados de feminicídio no Ceará
    Quando a Lei 13.104 -  a Lei do Feminicídio -, foi aprovada em 2015, a expectativa era de que houvesse o registro adequado dos assassinatos de mulheres cometidos em razão do gênero. Ou seja, pelo fato de serem mulheres. No entanto, quando encaramos a realidade do Ceará, o objetivo da legislação ainda não foi alcançado. É o que apontam dados levantados pelo Fórum Cearense de Mulheres sobre os casos de feminicídio no Estado. A partir de 2018, o Fórum passou a fazer o monitoramento de dados da violência letal contra mulheres. E desde então o que se vê é uma diferença significativa em relação aos números apresentados pela Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Estado do Ceará. No Rádio Debate a gente discute os dados e contra-dados do feminicídio no Ceará e o que pode e deve ser feito para que a sociedade e o Estado tenham a real dimensão da violência contra as mulheres. Participam do programa:  > Rose Marques, advogada e integrante do Fórum Cearense de Mulheres; > Eliana Maia Soares, titular da Delegacia de Defesa da Mulher de Fortaleza da Polícia Civil do Estado do Ceará. -- Foto de Capa: Reprodução/Internet Apresentação: Carolina Areal Produção e edição: Raquel Dantas Apoio de produção: Lara Lima Operação de áudio: Assis Lima
    59 min

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