Rádio Debate

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By Universitária FM 107.9News
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Rádio Debate episodes

  • A racialização dos Nordestinos (Parte 1)
    O preconceito contra os nordestinos dentro do Brasil teve início antes mesmo de o Nordeste ganhar limites territoriais.  Na década de 1950, os originários desta região que migravam para São Paulo já eram encarados como um grupo inferior. Estudando este contexto, o sociólogo Pedro Vítor Gadelha Mendes afirma que os nordestinos sofreram um processo de racialização, sendo, portanto, alvos de racismo.  Em sua tese, o pesquisador estudou a racialização dos nordestinos em São Paulo a partir de representações na imprensa paulista do período e de entrevistas com migrantes. Pra falar sobre esse tema, contamos com a participação de: > Pedro Vítor Gadelha Mendes é Doutor em Sociologia pelo Programa de Pós-Graduação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Além de sua pesquisa sobre a racialização dos nordestinos, Pedro Vítor também estudou sobre racismo antinegro no Brasil e na América Latina. O programa se divide em duas partes. Neste episódio, discutimos porque é possível definir como racismo o preconceito direcionado aos nordestinos e tratamos de elementos históricos que comprovam a racialização. Na segunda parte, o diálogo gira em torno da percepção dos nordestinos como grupo racializado e sobre os mecanismos que sustentam os preconceitos contra quem nasce no Nordeste.  -- > Imagem da capa: Capa do livro "Um Nordeste em São Paulo: trabalhadores migrantes em São Miguel Paulista (1945-1966)", de Paulo Fontes
    > Produção: Raquel Dantas
    > Apresentação: Carolina Areal
    26 min
  • Por que taxar os super-ricos?
    A maior parte da população brasileira sabe bem o peso que os impostos representam no bolso, ainda mais em tempos de crise econômica como a que estamos vivendo. Por outro lado, os tributos são fundamentais, porque é através deles que o Estado garante políticas públicas. O problema é que no Brasil os mais pobres pagam muito mais do que os ricos. Por isso, a ideia de promover maior justiça fiscal no país tem ganhado importância no debate público. Mas como fazer isso?  É o que o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil e outras entidades têm buscado responder através da campanha “Tributar os Super-Ricos”.  Ela está sendo lançada hoje no Ceará pela Delegacia Sindical do Sindfisco no Estado. Nesta edição do Rádio Debate a gente discute por que e como taxar os super-ricos a partir das propostas formuladas pela campanha. Participa do programa: > Natália Nobre, auditora-fiscal da Receita Federal do Brasil, presidente da Delegacia Sindical do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Sindifisco) no Ceará, e 2ª vice-presidente do Sindifisco Nacional.  -- > Imagem da capa: Reprodução/Internet
    > Produção: Raquel Dantas
    > Apresentação: Carolina Areal
    23 min
  • Aves em extinção no Ceará: como impedir o desaparecimento das espécies
    O Soldadinho do Araripe é uma ave que só existe no sul do Ceará e está classificada como “criticamente em perigo” de desaparecer. Outra espécie em risco de extinção é o Uru, que foi descrita pela primeira vez em território cearense e é uma ave nativa do Nordeste. Essas são apenas duas das várias espécies de aves encontradas no nosso Estado que estão ameaçadas de extinção. São pelo menos 28, segundo dados do Ministério do Meio Ambiente. Esta edição do Rádio Debate fala sobre o que está causando o desaparecimento de aves no Ceará, quais as consequências ambientais quando uma espécie é extinta e o que fazer para impedir que isso aconteça. Participam do programa: > Giovanna Rodrigues, bióloga, doutoranda do Programa de Sistemática, Uso e Conservação da Biodiversidade da Universidade Federal do Ceará (UFC), com pesquisa sobre o periquito cara-suja, que é uma espécie em perigo de extinção. Ela também é uma das coordenadoras do projeto Vem Passarinhar CE; e  > Marco Aurélio Crozariol, biólogo e atualmente curador responsável pela coleção de aves do Museu de História Natural do Ceará Prof. Dias da Rocha, da Universidade Estadual do Ceará (UECE). -- > Foto da capa: Rick elis.simpson sob licença Creative Commons, disponível em https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Araripe_Manakin_%281%29.jpg
    > Produção: Carolina Areal e Raquel Dantas
    > Apresentação: Carolina Areal
    58 min
  • A experiência da UFC na construção dos Planos Integrados de Regularização Fundiária em Fortaleza
    As Zonas Especiais de Interesse Social (ZEIS) são áreas da cidade ocupadas por pessoas de baixa renda, onde o poder público tem a responsabilidade de promover melhorias urbanas, recuperação ambiental e regularização fundiária. Mas para que essas zonas da cidade sejam regulamentadas, é necessária a produção de um instrumento urbanístico: o Plano Integrado de Regularização Fundiária.  A Universidade Federal do Ceará (UFC), em parceria com o Instituto de Planejamento de Fortaleza, realizou o processo de construção dos planos das ZEIS do Pici, do Poço da Draga e do Bom Jardim. O trabalho foi realizado através de projeto de extensão, entre 2019 e 2020, e contou com uma equipe multidisciplinar.  É para discutir essa experiência que esta edição do Rádio Debate recebe pesquisadoras de três áreas distintas envolvidas no projeto: > Irlys Barreira, cientista social, professora titular aposentada do Departamento de Ciências Sociais da UFC. Ela coordenou a equipe da Universidade envolvida na construção dos Planos Integrados de Regularização Fundiária;  > Clarissa Freitas, professora do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura, Urbanismo e Design da UFC. Ela coordenou a equipe de Urbanismo da Universidade que participou da elaboração dos Planos de Regularização Fundiária; e > Lígia Melo, professora do Departamento de Direito Público da UFC, pesquisadora na área de Direito Administrativo e Direito Urbanístico, e Coordenadora Regional do Instituto Brasileiro de Direito Urbanístico. Foi a responsável pela equipe da área do Direito no projeto. -- > Foto da capa: Reprodução/Prefeitura de Fortaleza
    > Produção: Raquel Dantas
    > Apresentação: Caio Mota
    53 min
  • Maternidade e vida acadêmica
    Conciliar a maternidade com a vida acadêmica é um desafio e tanto para estudantes e professoras na pós-graduação. Há inúmeras barreiras que reforçam as desigualdades de gênero na academia e dificultam o desenvolvimento das carreiras científicas das mulheres. Para mudar essa realidade, pesquisas sobre o tema têm sido fundamentais. Elas colocam lentes de aumento sobre políticas e estratégias que garantam às mulheres o direito e as condições adequadas para dar continuidade a vida acadêmica durante a maternidade.  Participam desta edição do Rádio Debate: > Narjara Pires, servidora da Universidade Federal do Ceará (UFC), mestre em Avaliação de Políticas Públicas e uma das embaixadoras do movimento Parent in Science no Nordeste;  > Jaqueline Sobreira, psicóloga, professora universitária e mestre em Psicologia com trabalho sobre sobre a interação família e trabalho de mulheres mães que são docentes na pós-graduação; e > Francisca Galileia, professora adjunta da UFC, associada ao Programa de Pós-Graduação em Filosofia. -- > Foto da capa: Charles Deluvio/Unsplash
    > Produção: Raquel Dantas
    > Apresentação: Caio Mota
    58 min
  • Quanto vale o jornalismo e o trabalho dos jornalistas?
    O jornalismo tem vivido um período complexo entre a crise de credibilidade e o reforço de sua relevância para a democracia. No pano de fundo deste cenário está a era digital e a série de transformações que ela trouxe ao exercício da profissão, sendo também o contexto de inúmeras fragilidades trabalhistas enfrentadas pelos profissionais da área. Este mês de agosto marca o início das novas gestões do Sindicato dos Jornalistas do Ceará e da Federação Nacional dos Jornalistas. Aproveitando a ocasião, o Rádio Debate traz as duas entidades representativas dos jornalistas, em âmbito local e nacional, para discutir quanto vale o jornalismo e o trabalho dos profissionais neste período da história brasileira. Participam do programa: > Samira de Castro, primeira cearense eleita para a presidência da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ); e > Rafael Mesquita, presidente reeleito para o Sindicato dos Jornalistas do Ceará (SINDJORCE), e representante do estado na FENAJ, como titular da Secretaria de Mobilização, Negociação Salarial e Direito Autoral. -- > Foto da capa: Reprodução/Internet
    > Produção: Raquel Dantas:
    > Apresentação: Caio Mota
    56 min
  • Qual a importância do aleitamento materno?
    O leite materno é um alimento precioso nos anos iniciais da vida de uma criança. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), todos os anos seis milhões de bebês são salvos devido à amamentação exclusiva até o sexto mês de vida e não exclusiva até os dois anos de idade.  Desde abril de 2017, o mês de agosto é inteiramente dedicado à importância do aleitamento materno por meio da campanha nacional Agosto Dourado. Nesta edição do Rádio Debate, você vai ficar sabendo como o leite materno impacta no desenvolvimento do recém-nascido; quais as dificuldades no momento da amamentação e qual a importância da doação de leite para a saúde dos bebês. Participam do programa: > Bárbara Montezuma, farmacêutica, mestre em patologia pela Universidade Federal do Ceará (UFC) e responsável pelo controle de qualidade do Banco de Leite Humano da Maternidade-Escola Assis Chateaubriand (MEAC); e  > Rosalina Ramos, pediatra e neonatologista. É também coordenadora da Unidade Canguru e do Banco de Leite Humano da MEAC. -- > Foto da capa: Yulia Sutyagina/Getty Images
    > Produção: Carolina Areal e Raquel Dantas
    > Apresentação: Caio Mota
    54 min
  • O que Patativa do Assaré ensinou ao Brasil?
    Nascido Antônio Gonçalves da Silva e eternizado Patativa do Assaré, o poeta do povo soube como ninguém traduzir o encantamento e a aspereza da realidade do sertão, dando nome às injustiças que o cercavam.  Patativa ficou assim conhecido porque comparavam a beleza de sua poesia ao canto de ave nativa da Chapada do Araripe; e Assaré, em referência ao município onde nasceu e se encantou. Já são 20 anos sem Patativa entre nós, mas seguimos acompanhados da profundidade de sua sabedoria, imortalizada em poesia, canto e voz.   Nesta edição do Rádio Debate, a gente discute o que Patativa do Assaré ensinou e segue ensinando ao Brasil.  Participam do programa: > Socorro Pinheiro, Doutora em Literatura e Interculturalidade pela Universidade Estadual da Paraíba e professora Adjunta da Faculdade de Educação, Ciências e Letras de Iguatu, da Universidade Estadual do Ceará. Sua dissertação de Mestrado em Letras pela Universidade Federal do Ceará foi sobre "A criação poética de Patativa do Assaré". É também autora de várias publicações sobre o poeta; > Caio Gérson, graduado em História pela Universidade Regional do Cariri e especialista em História e Cultura do Brasil. Foi coordenador de Gestão Cultural da Secretaria da Cultura de Assaré, e é presidente da Escola de Saberes Ave Poesia, que leva nome em homenagem ao poeta, em referência ao título de documentário do cineasta Rosemberg Cariry sobre Patativa;  > Tadeu Feitosa, pesquisador da área de cultura e mídia. Organizou e publicou livros sobre Patativa, além de ter orientado vários trabalhos acadêmicos sobre o poeta. É professor da UFC e doutor em Sociologia pela mesma universidade, com a tese "Patativa do Assaré: a trajetória de um canto". Através deste trabalho, manteve diálogo contínuo com o poeta durante seis anos.  --
    > Foto da capa: Dário Gabriel
    > Produção: Raquel Dantas
    > Apresentação: Caio Mota
    53 min
  • LAMUR e as Fortalezas Sensíveis
    Você já pensou na relação de memória, afeto, encanto ou desencanto, luta, tristeza ou revolta que a gente estabelece com nossa cidade?   O LAMUR - Laboratório Artes e Micropolíticas Urbanas, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Artes da Universidade Federal do Ceará (UFC), é um espaço de pesquisa e intervenção que observa, vive e experimenta as relações e os sentidos que estabelecemos com a cidade. Ou, melhor, com as diversas cidades que fazem parte do nosso imaginário cotidiano.      Desde 2020, o LAMUR tem trabalhado com o projeto “Fortalezas Sensíveis: Escritas com as Cidades”, exercitando a pesquisa e a escrita coletiva e transdisciplinar sobre esses sentidos, e provocando como a universidade se relaciona estética e politicamente com a cidade.   Esta edição do Rádio Debate traz uma conversa sobre o projeto e sobre os processos de intervenção e invenção do LAMUR. As convidadas e convidado são pesquisadores e integrantes da coordenação colegiada do Laboratório Artes e Micropolíticas Urbanas. São eles:  > Deisimer Gorczevski, professora e pesquisadora no Instituto de Cultura e Arte, da UFC;  > João Miguel Lima, sociólogo, artista visual e pesquisador interdisciplinar; e > Aline Albuquerque, artista visual e professora. Atualmente coordena o Laboratório de Artes Visuais da Escola de Formação e Criação do Ceará - Porto Iracema das Artes.
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    > Foto da capa: Marcos Pardana
    > Produção: Raquel Dantas
    > Apresentação: Caio Mota
    58 min
  • Precisamos de uma Renda Básica?
    Há pelo menos uma década, a proposta de adoção de uma Renda Básica é um tema que vem ganhando força globalmente. No Brasil, a proposta de o Estado garantir uma renda mínima para a população mais vulnerável deu origem aos programas federais de transferência de renda no início dos anos 2000.  Hoje, o aumento do desemprego e da miséria - no país e em várias partes do mundo - é uma realidade que fortalece a discussão sobre a renda básica como direito. Esta edição do Rádio Debate discute argumentos e experiências que sustentam o porquê de se adotar a renda básica como política pública, e de que forma ela pode ser implementada. Participam do programa: > Paola Loureiro Carvalho, assistente social, especialista em Gestão de Políticas Públicas na perspectiva de gênero e promoção da igualdade racial, doutoranda na Faculdade de Economia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), e diretora de Relações Institucionais e Internacionais da Rede Brasileira de Renda Básica; e > Valéria Pinheiro, diretora-presidente da ONG Ser Ponte, planejadora urbana pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), doutoranda em Sociologia, pesquisadora do Laboratório de Estudos da Habitação (LEHAB) da Universidade Federal do Ceará (UFC), e membro da Frente de Luta por Moradia Digna.  -- > Foto da capa: Filipe Castilhos/Sul21.com.br | Direitos autorais: 2014 CC BY-NC-SA 3.0 BR Filipe Castilhos
    > Produção: Raquel Dantas
    > Apresentação: Caio Mota
    58 min

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