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O episódio desta semana, 14 de maio de 2020, versa sobre o feminismo e a pornografia. Flávia Biroli apresenta que o debate sobre pornografia se deu, sobretudo nos Estados Unidos, nas décadas de 1980 e 1990 e vem sendo discutido predominantemente a partir da questão do controle à produção e à circulação de material pornográfico. O corpo feminino, a censura destes materiais, a autonomia das mulheres, ou a proteção das mesmas diante das possíveis violências que estes materiais trazem, são elementos fundamentas para que compreendemos, os elementos que circunstam esse debate. Uma das críticas principais às feministas anti-pornográficas é precisamente a de que as demandas por regulação se apoiariam na vitimização das mulheres, promovendo a mulher que pede proteção ao centro do debate político e jurídico Então, parece que ficamos restritas à busca pelo amor e que o prazer ficaria apenas para os homens. O mercado do sexo e da moda parecem estar conectados, estimulando ao imaginário coletivo a mulher como mercadoria na sociedade capitalista.
O quarto episódio do podcast Papo Feminista traz o debate sobre o aborto do ponto de vista da teoria crítica feminista, tendo como fundamentação teórica o livro Feminismo E Política. No Brasil, este debate foi permeado, recentemente, de um debate sobre o papel do Estado e da própria democracia. A centralidade das disputadas políticas em torno do assunto, relacionada aos corpos — como por exemplo, a cirurgia de resignação sexual, realizada pelo sistema único de saúde e o aborto nos casos permitidos por lei, como em caso de estupro. A discussão entre a esfera pública e a esfera privada é um “jogo de queda de braço” que está sobre o julgo do patriarcado, principalmente na sociedade brasileira e principalmente, no ponto de vista da “guinada” aos conservadorismos que estão no poder. A reação conservadora na sociedade brasileira procura desmontar as conquistas feitas nos anos noventa, na redefinição da concepção de termos de cidadania. No Brasil, todos os casos de aborto — com exceção dos previstas em lei, como gravidez resultante de estupro, o risco de morte da mãe e a anencefalia fetal — são criminalizados pela legislação. Dentre outros pontos debatidos neste episódio, iremos abordar a idealização da maternidade, o feminismo pró-escolha, a propriedade de si mesmo estendendo-se para as mulheres e a privacidade para a integração de outros arranjos familiares. O aborto ganha destaque na agenda feminista também seguindo a defesa da liberdade sexual (segunda onda do movimento feminista).
Nunca falamos tanto de democracia como temos ouvindo nos últimos tempos. Nesta conversa (Aulão) iremos abordar como o Brasil sempre esteve em meio a debates autoritários que colocaram em cheque o estado democrático. No 2ª Episódio do nosso podcast história teremos a participação dos professores de história Kelson Oliveira e Sandra de Assis com a participação do professor de música João Gomes, todos professores do IFRN campus Caicó. Você também pode assistir esta aula no nosso canal no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=P2WepsP-Yhs&t=5647s
E O SETOR PRODUTIVO? Já estamos vendo as consequências da pandemia em diversos setores de produção, indústrias funcionando com produção reduzida ou totalmente paradas ou alteraram a linha de produção ou resolveram produzir itens relacionados a área da saúde etc. Aqui na região do Seridó concentra-se a maior quantidade de oficinas de costura do RN, cerca de 130 oficinas, empregando, em média, 5.000 colaboradores diretos e indiretos e produzindo 40 mil peças por dia (ABIT, 2019), mas e agora, como estas empresas e colaboradores estão lidando com o cenário que estamos vivendo? Para entender melhor, a profa. Duciane Furtado bateu um papo muito interessante com Adelange Azevedo, proprietário da Águia Confecções de Parelhas/RN e com Kaliane Dantas, costureira em uma oficina de costura em São José do Seridó/RN.
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O MUNDO MUDOU! Como será o mundo pós-pandemia? Não sabemos ao certo, mas podemos prever por meio da análise do panorama atual, da observação dos comportamentos e das projeções futuras. Compreender o que cenário atual é o primeiro passo, a nossa mesa redonda traz convidados de Caicó/RN para fazer uma análise de seus negócios e comportamentos durante a pandemia e pensar em estratégias de reinvenção para a nova realidade. O bate-papo mediado pelo aluno do curso de Design de Moda do IFRN Campus Caicó, Mozany, conta com a presença de Nara Pereira, proprietária da empresa Bella Grávida; Josenísia Braga, proprietária do ateliê Josenísia Braga e professora; Paloma Brito, prestadora de serviços no ateliê Josenisía Braga e aluna do curso técnico em vestuário e Karina Ursula, designer de moda e trabalha no marketing digital na empresa Nira Vest.
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Você já se perguntou #quemfezminhasroupas? #doquesãofeitasminhasroupas? É isto que a #SemanaFashionRevolution visa instigar em cada um de nós. Nós amamos a moda, mas não queremos que nossa paixão explore o meio ambiente e as pessoas.
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O terceiro episódio do podcast Papo feminista está dedicado a ideia de identidade, diferença, igualdade e a diferença, gerando um grande debate para a teoria crítica feminista pelo ponto de vista de Luis Felipe Miguel, cientista político da UnB. Para as devidas análises, a igualdade é a reivindicação óbvia levantada por qualquer movimento que queira falar em nome de grupos oprimidos, desta forma, o movimento feminista foi erguido tendo a igualdade como bandeira fundamental. As primeiras manifestações já reivindicavam o acesso a liberdade iguais aos homens. Essa igualdade de direito (presente até hoje nas bandeiras do feminismo), é embasada na afirmação fundamental entre homens e mulheres.
O segundo episódio de nosso podcast versará sobre a dicotomia entre o público e o privado. Vamos trabalhar com um texto de Flavia Biroli (Cientista Política). Neste sentido, debateremos sobre a separação de gênero do espaço público e o espaço privado, como elemento fundamental do sujeito político universal, gerando assim a exclusão das mulheres neste espaço. A domesticidade, como construção do feminino, irá definir o doméstico como o espaço de experiências de agressões e exploração aguda das relações de trabalho. A autora usa o conceito domina e a privacidade com o mecanismo de manutenção da dominação masculina no espaço privado.
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