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Tem algo no rádio que nunca se explica.
E talvez nem precise.
É esse silêncio antes de apertar o botão,
essa respiração que vem antes da palavra,
essa certeza de que tem alguém do outro lado
mesmo que o outro lado esteja em qualquer lugar.
O radialista não fala pra multidões.
Fala pra uma pessoa.
Pra aquela que acordou antes do sol,
pra quem faz café e lembra da infância,
pra quem está no hospital,
ou no caminhão, estrada adentro.
O radialista é companhia.
É aquele amigo que não invade,
que chega devagar,
que não pergunta muito,
mas está sempre ali.
O rádio é o som que veste o tempo.
É o retrato invisível das cidades,
das colheitas, das esperas, das alegrias pequenas.
E quem faz o rádio
quem vive o rádio
carrega uma missão bonita:
a de emocionar sem ver,
a de consolar sem tocar,
a de estar presente mesmo à distância.
Por isso, hoje, a homenagem é pra eles.
Pra nós.
Pra quem vive essa vocação de falar com alma.
Porque o rádio não acabou.
O rádio se reinventa todo dia,
no jeito de contar,
de sentir,
de estar junto.
Enquanto houver alguém que escuta,
o rádio vai estar vivo.
E enquanto houver alguém com coragem de falar com o coração,
vai existir um radialista.
O resto é tecnologia.
Mas o rádio,
o rádio é emoção que atravessa o tempo.
By Grupo ArautoTem algo no rádio que nunca se explica.
E talvez nem precise.
É esse silêncio antes de apertar o botão,
essa respiração que vem antes da palavra,
essa certeza de que tem alguém do outro lado
mesmo que o outro lado esteja em qualquer lugar.
O radialista não fala pra multidões.
Fala pra uma pessoa.
Pra aquela que acordou antes do sol,
pra quem faz café e lembra da infância,
pra quem está no hospital,
ou no caminhão, estrada adentro.
O radialista é companhia.
É aquele amigo que não invade,
que chega devagar,
que não pergunta muito,
mas está sempre ali.
O rádio é o som que veste o tempo.
É o retrato invisível das cidades,
das colheitas, das esperas, das alegrias pequenas.
E quem faz o rádio
quem vive o rádio
carrega uma missão bonita:
a de emocionar sem ver,
a de consolar sem tocar,
a de estar presente mesmo à distância.
Por isso, hoje, a homenagem é pra eles.
Pra nós.
Pra quem vive essa vocação de falar com alma.
Porque o rádio não acabou.
O rádio se reinventa todo dia,
no jeito de contar,
de sentir,
de estar junto.
Enquanto houver alguém que escuta,
o rádio vai estar vivo.
E enquanto houver alguém com coragem de falar com o coração,
vai existir um radialista.
O resto é tecnologia.
Mas o rádio,
o rádio é emoção que atravessa o tempo.