A pandemia e o receio de contrair a infecção pelo coronavírus mudou a percepção de algumas pessoas sobre a fragilidade da vida, fazendo com que decidissem registrar um testamento. Na Bahia, a emissão de testamentos entre os meses de julho a dezembro do último ano foi 71,26% maior que no primeiro semestre de 2020, no início da pandemia, que teve 247 atos realizados. Além de evitar disputas familiares pelo patrimônio, o testamento impede a perda de parte dele, já que pode reduzir os altos custos, a burocracia e os impostos de um inventário. Nesta terça-feira, o Balanço Geral recebe o advogado especialista em direito civil e sócio do Pedreira Franco e Advogados Associados, Roberto Figueiredo, que irá falar sobre como dar entrada em um testamento e evitar a perda do patrimônio.