Rádio UFRJ - Ouve Essa

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Rádio UFRJ - Ouve Essa episodes

  • Exaltação ao país
    “Onde o céu azul é mais azul”, de Braguinha, Alcyr Pires Vermelho e Alberto Ribeiro, é um clássico do samba-exaltação, o gênero que ganhou força no Estado Novo, de Getúlio Vargas. Valoriza as belezas nacionais e a força do povo trabalhador em contraposição ao “malandro”, tão exaltado no samba tradicional. A gravação de Jorge Goulart, de 1956, reúne outros elementos do gênero, como o arranjo pomposo (de Radamés Gnatalli) e a potência da voz do intérprete.

    Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos
    Edição: Filipe Di Castro
    6 min
  • Fado de sucesso
    O português Francisco José já tinha gravado “Olhos castanhos”, de Alves Coelho Filho, sem qualquer sucesso em 1957. Era um fado autêntico, acompanhado de guitarras tradicionais. Em 1960, ele voltou a gravar a música, mas acompanhado de grande orquestra. O resultado foi a venda de mais de um milhão de discos. 

    Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos
    Edição: Filipe Di Castro
    6 min
  • Hino do violão
    A valsa “Abismo de rosas”, de Américo Jacomino, o Canhoto, é considerada um hino do violão brasileiro. A gravação por Dilermando Reis, de 1952, a transformou num clássico maior ainda. Estaria para o violão como a gravação de “Chega de saudade”, por João Gilberto, está para a MPB. 

    Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos
    Edição: Filipe Di Castro
    5 min
  • Carmen Miranda celebra o Rio
    A marchinha “Primavera no Rio”, de João de Barro, o Braguinha, foi gravada por Carmen Miranda em agosto de 1934 para ser lançada no final de setembro e comemorar a chegada da estação das flores. É um dos hinos do paraíso carioca. Ao fundo, dirigido por Pixinguinha, o conjunto Diabos do Céu.

    Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos
    Edição: Filipe Di Castro
    5 min
  • A chegada do amor na voz de Carlos Lyra
    “Chora tua tristeza” tem interpretação elegante, como Carlos Lyra sabia fazer bem. Mas a composição não é dele, e sim de Oscar Castro Neves e Luvercy Fiorini. Foi lançada em 1960, quando a bossa nova afirmava sua força – ou melhor, sua suavidade. O título assusta, mas não é bem assim. “Saudade vai passar/ E o amor já vai chegar”, promete a letra.

    Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos
    Edição: Filipe Di Castro
    5 min
  • Suingue e romantismo
    Miltinho foi ao mesmo tempo o rei do ritmo, capaz de suingar malandro no sambalanço, e ser reconhecido como um cantor sofisticado do samba-canção. “Lembranças”, de Raul Sampaio e Benil Santos, gravado em 1961, é deste segmento.

    Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos
    Edição: Filipe Di Castro
    5 min
  • Emilinha Borba ‘escandalosa’
    As paradas de sucesso estavam cheias de ritmos latinos quando, em 1947, Emilinha Borba seguiu a onda e gravou a rumba “Escandalosa”, de Moacir Silva e Djalma Esteves. A letra, com "muchachos sabidos” dizendo aos ouvidos de uma mulher “es deliciosa”, era avançada para a época.

    Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos
    Edição: Filipe Di Castro
    6 min
  • O baião de Carmélia, Humberto e Sivuca
    A onda dos ritmos nordestinos estava no auge, em 1951, quando Carmélia Alves, a Rainha do Baião, gravou “Adeus Maria Fulô”, de Sivuca e Humberto Teixeira, também advogado e por isso aclamado como o Doutor do Baião. Na segunda parte da gravação, Carmélia divide o canto com seu marido, Jimmy Lester. O acompanhamento é de Sivuca e seu conjunto.

    Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos
    Edição: Filipe Di Castro
    6 min
  • O edredom em um samba-canção
    A primeira opção de Herivelto Martins para gravar o seu “Edredom vermelho” era Jamelão, mas o cantor achou que, por suas referências domésticas – além do edredom, fala em quarto, tapete, cama, espelho, criado mudo –, o samba-canção ficaria melhor na voz de uma mulher. Isaurinha Garcia gravou em 1945 e lançou no ano seguinte.

    Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos
    Edição: Filipe Di Castr
    5 min
  • O vozeirão de Agnaldo Rayol
    Agnaldo Rayol era um jovem cantor-galã da recente televisão brasileira quando gravou, em 1962, o samba-canção “E a vida continua”, de Evaldo Gouveia e Jair Amorim. O cancioneiro da era de ouro do rádio se encontrava com o moderno veículo de comunicação. 

    Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos
    Edição: Filipe Di Castro
    5 min

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