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Passámos intervenções dos partidos e movimentos com assento na Assembleia Municipal de Coimbra sobre a Estratégia Local de Habitação. A Assembleia Municipal de Coimbra que discutiu o assunto realizou-se em 29 de dezembro de 2020. Do programa não consta a intervenção da CDU, uma vez que o trabalho apresentado pelo vereador da habitação social, Francisco Queirós, eleito pela CDU para o executivo da Câmara Municipal de Coimbra foi divulgado no "Há vidas Nesta Cidade" no sábado dia 9 de janeiro.
Até 2024 a Câmara de Coimbra prevê investir cerca de 33 milhões de euros em habitação no âmbito do Programa de Apoio ao Acesso à Habitação, Primeiro Direito. Estão previstos para já empreendimentos municipais em Santa Eufémia, na Fonte do Castanheiro e na Estrada de Vale de Figueiras e outras medidas, entre elas o incentivo à renda a custos controlados.
Em 22 de dezembro , o vereador da habitação social, Francisco Queirós, em conferência de imprensa, comunicou que com a solução proposta pela candidatura ao programa de habitação Primeiro Direito, a cumprir-se o planeado, a lista de espera para habitação social no Município que neste momento ronda as 485 famílias se podia aproximar do zero.
Observatório de dia 15 de Janeiro - Comentário de Luis de Matos
O comentário do Observatório de dia 14 de janeiro esteve por conta do professor da faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, Licinio Lopes.
O comentário do Observatório de dia 13 de janeiro esteve por conta do Provedor do Estudante da Universidade de Coimbra, Paulo Peixoto.
O comentário do programa Observatório esteve a cargo de Ernesto Costa, professor da Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade de Coimbra.
O programa teve como eixo central o ensino superior e as externalidades do atual contexto pandémico nas Universidades Portuguesas. Com novo confinamento à porta, muitos são aqueles que pedem o encerramento das Universidades. Ernesto Costa opta por outro caminho e classifica o episódio verificado na Faculdade de Medicina da UC como um “incidente”. De acordo com a experiência acumulada nos últimos meses, Ernesto Costa, considera a Universidade de Coimbra um espaço seguro e recorda que seria uma “enorme confusão” regressar ao modelo de exames virtual em plena época de exames.
Outras das preocupações do professor catedrático da Universidade Coimbra, é o aumento das desigualdades provocado pelo atual contexto sanitário. O docente e investigador da UC defende que é necessário a participação de toda a comunidade académica para responder à atual crise no Ensino Superior. Ernesto Costa vai mais longe e critica o ministro da tutela, Manuel Heitor, acusando este de inação. Para o professor da FCTUC, o ministro está “chumbado por faltas e por mau comportamento”. Além do ministro, Ernesto Costa critica igualmente o conselho de Reitores. Na perspetiva do docente não há nem pode haver Universidades de primeira e outras de segunda. Nesse sentido, Ernesto Costa pede uma reação conjunta de todas as Universidades para responder ao problema em mãos.
O fim do programa foi dedicado às eleições presidenciais. Ernesto Costa mostrou-se critico do sistema de debates e admitiu que está preocupado com a falta de discussão ao longo da campanha. Programa conduzido por Tomás Cunha
Janeiro é sinónimo de época de exames na Universidade de Coimbra (UC). Quase um ano depois, os exames presenciais regressaram à Universidade mais antiga do país Nas próximas semanas a RUC vai conversar com todos os núcleos de estudantes da Universidade de Coimbra no sentido de perceber o que realmente se passa nas unidades orgânicas da UC. Nesse sentido, conversámos com os dois núcleos de estudantes da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra (FDUC). O núcleo de estudantes de administração pública privada da Associação Académica de Coimbra (NEAPP/AAC) e o núcleo de Direito da AAC (NED/AAC).
O Observatório de segunda-feira, 11 de janeiro, teve como comentador o presidente da ESEC, Rui Antunes
A Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos pediu ao Conselho de administração do CHUC que cumpra o plano de vacinação contra a Covid-19. A Secção da ordem tem recebido informação por parte de vários profissionais do CHUC de que os critérios de prioridade do plano de vacinação não estão a ser cumpridos. Há relatos de profissionais de serviços relacionados com a COVID que não foram vacinados durante o primeiro período de vacinação. A repórter RUC Ana Neves entrevistou o presidente da Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos, Carlos Cortes, que afirmou não se tratarem apenas de erros mas de decisões da administração hospitalar que desrespeitam o plano e que devem ser corrigidas no segundo período desta primeira fase do plano de vacinação.
O programa Observatório de sexta-feira, 8 de janeiro, contou com o comentário do presidente da Direção-Geral da Associação Académica de Coimbra João Assunção. Estiveram em análise a convocação da Assembleia Magna da AAC para discutir o corte de financiamento às Associações Académicas decretado pela portaria n286/2020 de 14 de dezembro, e as situações anormais que acontecem durante o período de exames e a preparação para o segundo semestre.
No comentário de João Assunção houve espaço para falar da Eleição para Presidente da Republica e da transição de poder nos EUA que ficou marcada pela invasão do Capitólio por apoiantes do presidente Donald Trump.
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