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Esta semana surgiu uma nova ministra da Saúde, saiu a rija para dar lugar à empática; discutiu-se se ler nomes de crianças no parlamento é liberdade ou discurso de ódio e regressou José Sócrates, o animal feroz. As eleições de 18 de maio deram ao parlamento a representatividade mais inclinada à direita de sempre. A esquerda que suportou o governo mais estável dos últimos 10 anos está relegada para meia dúzia de lugares sem capacidade para influenciar a governação. Em entrevista ao Facto Político, Paulo Raimundo, secretário-geral do Partido Comunista Português, justifica a queda na representação parlamente com “o ambiente que se vive”, revela as ambições autárquicas e acusa Gouveia e Melo apresentar uma “candidatura populista”. O programa foi emitido na SIC Notícias a 12 de julho.
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Esta semana surgiu uma nova ministra da Saúde, saiu a rija para dar lugar à empática; discutiu-se se ler nomes de crianças no parlamento é liberdade ou discurso de ódio e regressou José Sócrates, o animal feroz. As eleições de 18 de maio deram ao parlamento a representatividade mais inclinada à direita de sempre. A esquerda que suportou o governo mais estável dos últimos 10 anos está relegada para meia dúzia de lugares sem capacidade para influenciar a governação. Em entrevista ao Facto Político, Paulo Raimundo, secretário-geral do Partido Comunista Português, justifica a queda na representação parlamente com “o ambiente que se vive”, revela as ambições autárquicas e acusa Gouveia e Melo apresentar uma “candidatura populista”. O programa foi emitido na SIC Notícias a 12 de julho.
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