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O retorno dos anos 2000 não é apenas estética: é sociológico. Para uns, revisitar o Y2K (year 2000 – ano 2000) é observar de novo o brilho do CD recém comprado; para outros, é virar o passado do avesso com glitter e ironia. Entre a saudade dos 30+ e a rebeldia dos 20-, algo mais profundo acontece: estamos reeditando uma memória coletiva para testar os limites entre conforto e crítica.
Texto fonte:
Y2K: Entre a saudade e a rebeldia
https://ramosdaciencia.com.br/y2k/
Publicado em 14/10/2025
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A tecnologia moderna vende promessas de alívio: delegar a memória a um banco de dados, a decisão a um algoritmo, a dor a um atalho. Mas, quando a fricção some, sobra o quê de “pessoa”? O debate da identidade aqui não é de laboratório – é de arquitetura.
Texto fonte:
3 Livros Sci-Fi para Questionar a Identidade
https://ramosdaciencia.com.br/3-livros-crise-identidade-substituicao/
Publicado em 01/11/2025
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A ciência não avança só com descobertas; ela avança quandoaprende a justificar. Mill escreve como quem ajusta as ferramentas antes de construir: linguagem, inferência, indução, método, falácias e, por fim, o terreno humano. Se a obra é longa, a ambição é simples: menos brilho retórico, maislastro.
Texto fonte:
Sistema de Lógica: John Stuart Mill
https://ramosdaciencia.com.br/sistema-de-logica-john-stuart-mill/
Publicado em 07/01/2026
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Engrenagens, carros voadores e laboratórios – alguns modos de imaginar futuros alternativos que, na imaginação, podem ser imperfeitos para alguns e mais que perfeitos para outros. Essas vertentes ‘punk’ discutem poder, tecnologia e corpo humano através de temporalidades complexas. Então, em vez de rótulos simplistas, aqui vai um mapa rápido para reconhecer algumas das principais vertentes “punk” no cinema.
Texto fonte:
Vertentes “punk” no cinema: cyberpunk, steampunk e biopunk
https://ramosdaciencia.com.br/vertentes-punk-no-cinema/
Publicado em 12/09/2025
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Blockbusters com temas científicos costumam misturar realidade, técnica e licença poética. Esse mix, por vezes, funciona; em outras, tropeça feio. Aqui, a proposta é separar ideias plausíveis das que pedem mais fé do que a religião. Então, para entender desse gênero com mais propriedade, saiba como avaliar a ciência sci-fi.
Texto fonte:
Como avaliar a ciência no sci-fi: 5 critérios essenciais
https://ramosdaciencia.com.br/como-avaliar-a-ciencia-no-sci-fi/
Publicado em 12/09/2025
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Sabe aquela sensação de já ter visto a história, o personagem – ou até o ambiente? Pois é: nem sempre é memória pregando peça; muitas vezes são reedições de ideias calculadas pelo mercado cinematográfico. Para entender um pouco a respeito dessas reproduções, apresentamos o que é remake, reboot, spin-off e outros déjà-vus do cinema.
Texto fonte:
Déjà-vus do cinema: remake, reboot, spin-off e outras estratégias de continuação
https://ramosdaciencia.com.br/deja-vus-do-cinema/
Publicado em 10/09/2025
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Enquanto cientistas debatiam em círculos fechados, ele levou o cosmos para a sala de estar, usando TV e livros para conectar humanos a galáxias distantes. Em frases como “Somos feitos de poeira estelar” ele explicava astronomia, ao mesmo tempo em que nos desafiava a repensar nossa existência. Mais que um cientista, ele foi um tradutor do infinito, demonstrando que ciência e poesia podem coexistir. Por esses, e muitos outros motivos, o mundo nunca irá se esquecer de Carl Sagan.
Texto fonte:
Carl Sagan: A voz do Cosmos
https://ramosdaciencia.com.br/carl-sagan/
Publicado em 11/03/2025
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In this episode of Ramos da Ciência, Podcast edition, we bring a complex question about how race has been constructed, imposed, and contested in three different national contexts: South Africa, the United States, and Brazil. Far from being something natural or given, race is a phenomenon that is socially, politically, and historically constructed, and has been used to maintain hierarchies, organize economies, and shape national identities. This topic was the subject of a lecture held at the Santana Campus of the Federal Institute of Amapá. The reflection was presented by Professor Marcelle Mentor, from the University of Massachusetts, Boston.
Lecture title
Race-Making and Racial Domination: A Comparative Analysis of South Africa, the United States, and Brazil
Presentation date: August 25, 2025
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Neste episódio do Ramos da Ciência, versão Podcast, vamos trazer uma questão complexa a respeito de como a raça tem sido construída, imposta e contestada em três contextos nacionais distintos: África do Sul, Estados Unidos e Brasil. Longe de ser algo natural ou dado, a raça é um fenômeno socialmente, politicamente e historicamente construído, que tem sido usado para manter hierarquias, organizar economias e moldar identidades nacionais. Esse assunto foi tema de uma palestra que aconteceu no Campus Santana do Instituto Federal do Amapá. A reflexão foi apresentada pela professora da University de Massachusetts, em Boston, a doutora Marcelle Mentor
Título da palestra
Race-Making and Racial Domination: A Comparative Analysis of South Africa, the United States, and Brazil
Apresentação em 25/08/2025
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Em meio a televisores que ocupam paredes inteiras e fones que isolam as pessoas da realidade, surge a história de Guy Montag, um homem dividido entre o cumprimento de ordens e a busca de sentido. Escrita nos anos 1950, a obra de Ray Bradbury permanece como uma advertência viva sobre os riscos da censura. Esta é a realidade de FAHRENHEIT 451.
Texto fonte:
Psicomotricidade: Uma Dança entre o Corpo e as Emoções
https://ramosdaciencia.com.br/fahrenheit-451/
Publicado em 18/08/2025
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