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Gostamos muitos de falar sobre relações. É o que é. Torcem o nariz quando ouvem falar de diferenças de idade acentuadas? E padrões de masculinidade avessos à partilha de emoções? Estamos numa de desconstruir coisas e não é nenhuma homenagem a Derrida. No(s) entretanto(s), projectam-se casas e filhos. Assim de repente, parece que estamos numa de decidir a vida. Deve ser por estarmos em Dezembro.
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O 13º é místico, espiritual e transcendente. Como nós. Ou não. Também jogam ao jogo do sério e matam artes? De vez em quando, abrimos com polémica e fechamos com meias.
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Sabem o que são dicas? Listas com padrões sobre boas relações amorosas. De vez em quando, há quem tente aplicá-las em ginásios. Se resulta ou não, depende de vocês. Imagine-se poder ligar a quem atende ou ser uma criação fictícia.
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As minudências irrelevantes irritam, mas quantas vezes sentimos orgulho em nós? Cantando no "Ídolos", talvez. Daí a ter o cérebro de outra pessoa vai um passo curto. Arrumem os esqueletos do passado.
Skinniness is back: https://www.theguardian.com/lifeandstyle/2022/nov/13/skinniness-is-back-in-fashion-but-did-it-ever-really-go-away?fbclid=IwAR2ES_1JE0OKN-i3fcXRocllJ35sjN46LIX5gqsA9KjJRlP2ICWZyOxg950
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O 10º episódio polariza e não é só porque falamos de género. Sexo no primeiro encontro é uma questão? Materializam-se ideias, que não devem esgotar o pináculo da inspiração: fazer. Um pé no mundo das marcas e no da música, para não frustrar expectativas. 10 semanas de Rastilho e tamos aí.
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A liberdade conquistada com sair de casa toca a desconstrução do fim, que não existe. O que parece existir é poder no artesanal e no tête-à-tête entre pessoas escolhidas a dedo. A nona voltinha de rastilho. O último número ímpar antes das duas mãos cheias. De quê? Cérebros.
Errata: "deslargar" não é um erro ortográfico. Perdão.
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O impulso para ser um fazer entrelaça-se com a confusão mediática da (bar)tolice. Aplicações de encontros aplicadas à vida, sem que exista redundância nisso que é fruir cinema de novo. Se existem descrições circulares? Sim. Se elas fazem parte do bolo? Claro.
Link para o texto do Rui Silva:
https://twitter.com/rpsilva/status/1583896032521641984
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"Quem me dera ter a tua vida" e a futuração da arte pela moda. Há modos de ver o passado e escolhas quanto às modalidades de ser. Não somos eruditos, mas corremos pelo híbrido música-cinema, nunca esquecendo que existe um rácio a manter.
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O sonho esgota-se na sua concretização ou perdura na repetição infinita? Há expectativas de que o Outro ofereça e essa dádiva pode surgir num caramelo de marca branca. Do bunker para a cozinha internacional, escolhas culturais ditam a capacidade de se inverter uma decisão já tomada.
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