A Floresta Amazônica está há dias sendo devastada por inúmeros incêndios, o que pode trazer graves consequências não só para o Brasil, mas para todo planeta. A situação já está mobilizando as redes sociais com a hashtag #prayforamazonas, o que significa reze pelo amazonas, uma crítica às ações das autoridades no combate às queimadas.
Segundo o Instituto Amazon, a área desmatada na amazônia, entre agosto de 2018 e julho deste ano foram mais 5 mil km quadrados. Três vezes maior que a área total da cidade de São Paulo. O estado do Pará foi o mais atingido, seguido pelo Amazonas, Rondônia e Acre. O estudo aponta que o desmatamento cresceu principalmente no mês passado. Um aumento de 66 por cento em relação ao mesmo período de 2018.
O fotógrafo Arakén Alcantara, que é daqui de Santos, a partir de sua lente registrou o gesto desesperado pela sobrevivência da fauna amazônica. Ele fotografou um tamanduá mirim, que estava cego, fugindo das queimadas. um registro impressionante, que já correu o mundo, como ele mesmo comenta.
Uma situação muito grave. o "RBA nas Ruas" de hoje é sobre isso. A repórter Yarmila Muniz foi conferir nas ruas a opinião das pessoas sobre desmatamento.
Vale informar que satélites registraram do espaço a espessa nuvem de fumaça sob pontos da floresta amazônica. Por outro lado o Presidente Bolsonaro, acusou sem provas, ONGS que atuam na região. Ele disse que as queimadas podem ter sido provocadas por essas organizações socias.
Contratos da CODESP estão na mira da Polícia Federal. Foi deflagrada hoje uma operação que apura fraude nesses documentos. Estão sendo cumpridos mandados de prisão temporária, além de busca e apreensão em endereços da Capital. Interior, Baixada Santista e Rio de Janeiro
A Ponte dos Barreiros, em São Vicente, poderá receber tráfego de veículos por mais 180 dias, de acordo com o novo laudo emitido pela perícia contratada pela prefeitura. O documento, entregue na última segunda-feira, mantém as restrições recomendadas pelo antigo laudo do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do estado de São Paulo, o IPT, que é de dezembro de 2018. Apenas veículos leves, micro-ônibus, ônibus intermunicipais e caminhões com dois eixos tem permissão para fazer a travessia da ponte, com a velocidade máxima de 40km por hora. Veículos que ultrapassem a carga total de 24 toneladas seguem proibidos.