Ontem eu comecei a falar aqui com você sobre o orgulho e eu vou lhe contar um ocorrido que aconteceu numa igreja, pra ilustrar isso pra você. Diz que uma vez, teve um pastor que faz um baita dum sermão sobre o orgulho. Foi assim muito tocante mesmo. E é interessante que ele tinha pregado justamente sobre o orgulho e a imaginação. E aí, depois que o ministro pregou o sermão contra o orgulho, uma mulher que estava ali na igreja e tinha ouvido o sermão ficou esperando que ele terminasse. Esperou que ele despedisse todos os fiéis que tinham assistido o culto, daí ela chegou pra ele e disse que estava muito angustiada. E ele perguntou: “Mas é mesmo, minha irmã?. Mas o que é que te angustia?” Ela disse assim: “Ih pastor, na realidade, eu gostaria de confessar um grande pecado”. E o pastor perguntou qual era o pecado daquela pobre sofredora. Ela respondeu: “O meu pecado, pastor, é o pecado do orgulho.” “Como Assim, irmã?”, disse o Pastor. “Pastor, o problema é que eu passo dias, sentada, por muito tempo, as vezes gasto até horas, na frente de algum espelho admirando minha beleza.”, explicou a irmã. “Ah, minha irmã, mas então você não tem o pecado do orgulho!”, esclareceu o pastor. Ela ficou admirada, “Não pastor? Serio?”. Então o pastor responde: “Sério, irmã. Esse não foi um pecado de orgulho, foi um pecado da imaginação!” Rsrs. Já pensou? Leia Isaías 16.