Reavivados por Sua Palavra

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Reavivados por Sua Palavra episodes

  • Nem só de Pão… Bençãos Atuais e Serviço Futuro ( Deuteronômio 3) #rpsp
    O povo de Israel tinha razão para ter medo. Ele não era bem armado. Não tinha experiência militar. No entanto, Israel não precisava ter medo. Deus lutava com ele. Quando Israel lutou e Deus lutou junto, Israel venceu, mesmo quando os adversários eram mais fortes. Quanto a nós, de que temos medo? Por que temos medo? Temos medo porque nos ensinaram a ter medo. Ensinaram-nos a não nos arriscarmos e nós aceitamos isso. Disseram que o novo é perigoso e nós acreditamos. Temos medo porque não vemos Deus ao nosso lado, embora ele esteja. Temos medo porque nos sentimos lutando sozinhos. Somos chamados a não ter medo. O medo nos impede de viver com qualidade. Por exemplo, quem tem medo de viajar de avião fica impedido de conhecer o mundo ou de visitar um filho que more em outro continente. Quem tem medo do novo se impede de mudar de emprego ou de cidade, onde as coisas poderiam ser melhores. Se temos medo, precisamos de coragem para admitir a nossa condição de medrosos. Depois, precisamos tomar a decisão de deixar o medo ou de avançar, mesmo com medo. Em tudo, precisamos exercitar a nossa confiança em Deus, nosso Pai. E se o medo continuar a nos dominar, precisamos de coragem para procurar um profissional que nos ajude no caminho da vitória sobre o medo, que é sempre irracional. Há uma vida a ser conquistada. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia
    23 min
  • Nem só de Pão… Recomeçar (Deuteronômio 2) #rpsp
    Numa frase memorável, George Herbert Morrison recordou o êxodo hebreu, ocorrido segundo a Bíblia há 35 séculos, com as seguintes palavras: “Levou uma noite para tirar Israel do Egito, mas 40 anos para tirar o Egito de Israel”. Tirar Israel do Egito foi uma ação divina, que contou com uma mínima participação humana. Então, o povo começou a sua caminhada. Essa era a sua parte na libertação. No entanto, sua liberdade seria completa quando o Egito saísse da alma do povo. Essa era uma ação humana, com a participação (nunca mínima) de Deus. O Egito dentro de Israel era, por exemplo, a prática de recorrer aos deuses, como Ápis, o deus-boi, a quem os hebreus acabaram buscando no deserto. O Egito dentro de Israel era, também, uma memória corrompida, que tinha saudade dos melões da terra de Gosém, mas se esquecia dos gritos e dos chicotes dos capatazes nas olarias. Não guardamos o Egito dentro de nós também ainda hoje? Deus nos libertou sem nossa ajuda, e agora quer nos ajudar a nos libertar de nós mesmos, seja da nossa idolatria, seja das nossas amarguras, seja dos nossos vícios, seja do nosso egoísmo. Entre o que somos e o que podemos ser há um deserto que não precisamos percorrer sozinhos. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia
    31 min
  • Nem só de Pão… Nada temos a temer quanto ao futuro (Deuteronômio 1) #rpsp
    As mudanças são possíveis? A pergunta serve para todos os setores, seja o nosso coração ou as ruas das nossas cidades. As mudanças são possíveis se as desejamos. O desejo deve ser forte o suficiente para nos mover a pagar o preço por elas, se for o caso. O fácil também não existe. As mudanças são possíveis se não temos medo delas. O medo, geralmente baseado em experiências negativas anteriores, é pior que bomba de efeito moral ou mesmo de gás paralisante. As mudanças devem começar dentro do nosso coração. Se queremos o fim da corrupção, precisamos começar avaliando se as nossas próprias atitudes também não são corruptas ou corruptoras. Se queremos o respeito dos outros, devemos olhar com sinceridade para nós mesmos e nos avaliar: respeitamos os outros, mesmo que suas opiniões sejam contrárias às nossas? Se queremos o fim das desigualdades, precisamos refletir sobre como tratamos os outros ao nosso redor: como radicalmente iguais a nós? Devemos saber que as mudanças são possíveis se persistimos nos esforços para que aconteçam. Elas não acontecem de uma hora para a outra. Podem até começar com passeatas, em si mesmas insuficientes. À parte disso, as ações pelas mudanças não passam de espetáculos. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    35 min
  • No Deserto: Nas Planícies de Moabe… a última parada (Números 36) #rpsp
    A história das filhas de Zelofeade (Macla, Noa, Hogia, Milca e Tirza) é reveladora da preocupação divina com a justiça (conforme lemos também em Números 27.1-11) A legislação mosaica visava a promover a justiça. No entanto, nem todas as áreas eram cobertas e precisavam ser complementadas. Deus aceita a nossa participação. Houve um caso específico em que a justiça era injusta. Por serem mulheres, não tinham direito à herança, de modo que os bens dos seus pais, que só tivera filhas, passariam para o domínio público. Elas consideraram a lei injusta. Foram à justiça. Moisés buscou de Deus uma orientação. A resposta veio clara: elas também tinham direito. O pleito foi aceito. A história nos convida a tirar lições para a nossa vida. A primeira lição é que os líderes não têm como ver tudo e perceber todas as dificuldades e insuficiências. Precisam da cooperação de todos. A segunda é que os líderes devem estar dispostos a ouvir. Devem também estimular as pessoas a se manifestarem. A terceira lição dessa história é que Deus ama a justiça. Portanto, todos os que amam a Deus devem também amar a justiça. Nosso Senhor é um Deus que ama e promove a justiça. A injustiça é um atentado contra Deus; por isso, deve ser também um atentado contra nós. Assim, temos, na Bíblia, a defesa do direito das mulheres. Assim, a Bíblia nos diz que devemos lutar pela justiça, tanto para nós mesmos quanto para os outros. A indignação cívica deve fazer parte do caráter cristão. Na Bíblia temos, então, mais uma indicação de que o nosso Senhor é um Deus que ama e promove a justiça. AZEVEDO, Israel Belo de Azevedo - Bíblia Sagrada Bom Dia
    22 min
  • No Deserto: A Pena de Morte e as Cidades de Refúgio (Números 35) #rpsp
    Não tem jeito: a raiva às vezes vem. Está com raiva? Não responda. Faça perguntas. Talvez não precise falar depois de ouvir todas as respostas. Está com raiva? Duvide da sua certeza de que estão tentando atingi-lo. Pode ser que a outra pessoa apenas pense de modo diferente mas quer o mesmo que você. Está com raiva? Não escreva uma carta ou email mostrando com força a sua indignação. Muito provavelmente você distribuirá cotoveladas até contra pessoas que sequer conhecem você. Está com raiva? Não telefone de volta, nervos à flor da pele, para despejar suas verdades nos ouvidos dos outros. Nem todos digerem facilmente os desabafos dos outros. Está com raiva? Não devolva a ofensa, imaginária ou real. Ofensa devolvida é candidata a ofensa devolvida, numa espiral cujo fim não se pode prever, mas se pode evitar. Está com raiva? Guarde suas razões. Guarde suas palavras. Guarde suas armas. Você não precisa desabafar. Afinal, você não gosta de ser o alvo dos desabafos dos outros. Você não precisa revidar. Os que promovem a paz é que são felizes. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia
    22 min
  • No Deserto: Provisões Geográficas (Números 34) #rpsp
    Na anti­guidade, não havia equipes de medição com instrumentos científicos para determinar as linhas divisórias das propriedades. Quando queriam definir fronteiras, as pessoas usavam cidades e elementos geográficos. O Senhor começou com a fronteira sul de Canaã (vv. 3-5), então passou à fronteira oeste, que era o mar Mediterrâneo (v. 6). Em seguida, apre­sentou a fronteira norte (vv. 7-9), depois a leste (vv. 10-13) e, por fim, o território das tribos da transjordânia (vv. 14, 15).
    O Senhor deu a seu povo uma terra vasta e boa, mas os israelitas não derrotaram seus inimigos nem se apropriaram de toda a terra pela fé (Js 15:63; 16:10; 17:11-13; Jz 1:21- 35). Sua fronteira leste não chegou ao Medi­terrâneo, pois aquele território ainda pertencia aos filisteus. Também não chegaram até Hamate ao norte. Do lado leste do Jordão, rumando para o norte a partir da fronteira de Manassés, havia focos de resistência em cida­des que Israel não conquistou nem destruiu. A previsão de Moisés se concretizou: os cana­neus tornaram-se como espinhos em seus olhos e como aguilhões em suas ilhargas e levaram alguns dos israelitas a pecar (Nm 33:55).
    Antes de julgarmos o povo de Israel, de­ vemos refletir sobre a situação da Igreja de hoje. Já nos apropriamos, pela fé, de tudo o que temos em Cristo? Ainda há em nossa vida focos de resistência que nos afastam do Senhor? "Esforcemo-nos, pois, por entrar na­ quele descanso, a fim de que ninguém caia, segundo o mesmo exemplo de desobediên­cia" (Hb 4:11). WIERSBE, Warren - Comentário Bíblico Expositivo
    10 min
  • No Deserto: Lembranças e Resoluções (Números 33) #rpsp
    Deus tinha um plano claro para os hebreus com base no conhecimento prévio que tinha da História. O povo deveria expulsar os habitantes de Canaã, que deveria ser conquistada. A razão era simples: o convívio com esses povos cananeus seria como farpas nos olhos e espinhos nas costas, causando-lhe sérios problemas. A maioria dos hebreus preferiu ignorar as instruções divinas, mas não por bondade para com esses antigos habitantes da terra. Na verdade, os hebreus queriam manter um pé nas religiões cananeias e outro na fé no Deus único. Não queriam escolher a quem servir. Queriam estar bem com os dois lados, em busca dos benefícios que imaginavam receber. Ao longo de todo o Antigo Testamento, esse povo é conclamado a escolher a quem servir. O perigo continua. Entre numa roda de palavrões e piadas indecorosas. No início, você vai abominar isso. Com o tempo, vai se acostumar. Mais tarde, vai soltar os seus palavrões e contar piadas impróprias. Na instrução para a posse de Canaã e consequente expulsão dos cananeus, há um detalhe que explica a razão da ordem divina: todo resquício de idolatria deveria ser destruído. Deus sabia o que aconteceria com o povo de Israel. Ele acabaria seguindo os deuses em vez de Deus. Essa não foi uma instrução violenta e arbitrária, mas a única possibilidade de preservação do povo. Aliás, o povo não obedeceu integralmente e deixou alguns antigos moradores habitando a terra. O resultado foi exatamente o que Deus queria evitar. Quando Deus nos dá uma ordem, a melhor sabedoria é obedecê-la integralmente. Ele sabe por que nos pediu tal coisa, embora nem sempre saibamos. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia
    18 min
  • No Deserto: Destinos Alternativos (Números 32) #rpsp
    As regras foram dadas claramente: a terra prometida deveria ser conquistada; não seria recebida “gratuitamente”. Duas tribos (Rúben e Gade) se contentaram com o que estavam vendo na terra localizada aquém do rio Jordão. Essa terra já conquistada poderia ser explorada mais facilmente. As tribos queriam ficaram livres de ter de conquistar a sua parte além do rio. Moisés não concordou. Se ele cedesse, além de desobedecer a Deus, outras tribos se acomodariam. Depois que o grande líder lhes recordou o que fizeram seus antepassados, as duas tribos se comprometeram a ir à guerra da conquista. Flexível, Moisés concordou que mulheres, crianças e animais ficassem, mas os homens de guerra atravessariam o Jordão. Moisés se mostrava firme quando tinha de ser firme, e flexível quando podia ser flexível. Que exemplo a ser seguido ainda hoje! AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia
    29 min
  • No Deserto: Guerra e Paz (Números 31) #rpsp
    Deus não é o Deus da guerra. Deus é o Deus da paz. Lendo, no entanto, alguns relatos bíblicos, como esse, parece que Deus é o Deus da guerra, não da paz. Se não lermos a Bíblia toda, podemos chegar a conclusões precipitadas. Se alguém quiser fazer guerra, faça em seu próprio nome, não no de Deus. Devemos ler cuidadosamente os relatos sagrados para podermos entender que há um projeto em curso: a caminhada do povo até Canaã. Essa caminhada tem um objetivo: estabelecer Israel, para Israel abençoar outras nações. O projeto de Deus não é exclusivista, mas inclusivista. Ele ama a terra toda e quer abençoar a terra por intermédio de um povo. Era esse o jeito; não havia outro. Assim, quem estivesse contra Israel estava contra a humanidade. Isso nos ajuda a entender a violência narrada no Antigo Testamento. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia
    36 min
  • No Deserto: A Santidade das Palavras (Números 30) #rpsp
    A distância entre fazer e cumprir um voto é a persistência. Perdemos quando não persistimos. Ganhamos quando, sendo bom e santo o propósito, persistimos. Se temos dificuldade em persistir, peçamos ajuda a Deus. Ele nos abençoa com o poder da perseverança. Leve sua a vida a sério: persista. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia
    Encontramos algumas verdades impor­tantes nessas prescrições, e uma delas é o poder da palavra. Quer as pessoas tenham consciência quer não, fazer uma promessa é comprometer-se com o Senhor. Os alicerces da sociedade de hoje estão corroídos por causa de promessas quebradas, sejam con­tratos oficiais, votos matrimoniais, compro­missos políticos ou palavras ditas no banco de testemunhas do tribunal. Esperamos que o Senhor cumpra suas promessas, e ele es­pera que cumpramos as nossas. A verdade é a argamassa que mantém a sociedade unida.
    Outra verdade contida nessas prescrições é a importância da autoridade e da subor­dinação na sociedade e no lar. Ao mesmo tempo que todas as pessoas são iguais dian­te de Deus e da lei, ainda há diferentes níveis de autoridade e de responsabilidade que de­vem ser respeitados (Ef 5:18 - 6:9). A moça solteira na casa de sua família está sujeita à vontade do pai, e a mulher casada está su­jeita à vontade do marido. Antes de fazer votos, a moça deveria consultar o pai; a es­posa, o marido; a moça noiva, o noivo. Os relacionamentos trazem responsabilidades, e precipitar-se em assumir compromissos in­sensatos significava expor-se a penalidades que poderiam ser altas. WIERSBE, Warren - Comentário Bíblico Expositivo: Antigo Testamento
    11 min

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