Nebuloso. Assim é classificado o cenário dos centros culturais mantidos pelo Banco do Nordeste. Pelo menos na perspectiva dos funcionários ligados aos três equipamentos culturais, localizadas em Fortaleza, Juazeiro do Norte, no Cariri, e Sousa na Paraíba. Em conversas sigilosas realizadas com a reportagem do O POVO ao longo da última semana, eles informaram que, internamente, a determinação é que nenhum artista deve ser contratado a partir dos próximos meses.
Para se ter uma ideia, a estimativa é que a redução na programação neste mês de julho fique em torno dos 70%. As programações de música, literatura, teatro, cinema e artes visuais ficam comprometidas. Nesta quarta-feira, artistas e produtores culturais realizaram protesto na frente da agência do Banco do Nordeste, na Aldeota. A ideia de levar o ato para uma agência bancária é uma tentativa de chamar atenção para outros públicos, além de quem já frequenta o equipamento. Eu sou Ítalo Coriolano.
Hoje o RECORTE discute os desacertos da cultura que têm se tornando uma verdadeira angústia no cenário artístico. Para essa discussão, Maísa Vasconcelos e Italo Coriolano recebem os editores de Cultura & Entretenimento do O POVO, Cinthia Medeiros e Marcos Sampaio
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Roteiro e produção:
Ana Rute Ramires e Rubens Rodrigues
Edição e produção:
Bruno Melgacio
Publicação:
Dyego Viana
Áudio:
André Silvestre
Coordenação de produção:
Chico Marinho
Estratégia digital:
João Victor Dummar