Live: 06/05/2025
Estudo: O LIVRO DOS ESPÍRITOS
Tema: JESUS ENSINOU AS VERDADEIRAS LEIS DE DEUS
Apresentação: Carlos Alberto Braga Costa
Reunião Pública realizada na Fraternidade de Estudos Espírita Allan Kardec com público presencial, transmitida pelos Canais GÊNESETV e RAETV. Estudo sequencial da Obra Básica da Doutrina Espírita.
***Fonte: O Livro dos Espíritos Qs 626-627
626. As Leis divinas e naturais só foram reveladas aos homens por Jesus?
Antes dele, as pessoas só as conheciam por intuição?
“Já não dissemos que elas estão escritas por toda parte? Todos os homens
que meditaram sobre a sabedoria puderam compreendê-las
e ensiná-las, desde os séculos mais remotos. Por meio de seus ensinos,
mesmo incompletos, prepararam o terreno para receber a
semente. Estando as Leis divinas escritas no livro da Natureza, o
homem pôde conhecê-las quando quis procurá-las. É por isso que
os preceitos que elas consagram têm sido proclamados em todos
os tempos pelos homens de bem, e é também por isso que encontramos
os seus elementos na doutrina moral de todos os povos que
já saíram da barbárie, mesmo que incompletos ou desfigurados
pela ignorância e pela superstição.”
627. Já que Jesus ensinou as verdadeiras Leis de Deus, qual a utilidade do
ensino dado pelos Espíritos? Terão eles mais alguma coisa a nos ensinar?
“Muitas vezes a palavra de Jesus era alegórica e em forma de parábolas,
porque Ele falava de acordo com a época e os lugares.
Agora, é preciso que a verdade seja inteligível para todos. É necessário
explicar e desenvolver aquelas leis, já que pouquíssimos são
os que as compreendem e menos ainda os que as praticam. Nossa
missão é abrir os olhos e os ouvidos de todos para confundir os
orgulhosos e desmascarar os hipócritas, que da religião e da virtude
só guardam a aparência, a fim de ocultarem suas torpezas.
O ensino dos Espíritos deve ser claro e sem equívocos, de sorte
que ninguém possa alegar ignorância e todos possam julgá-lo e
apreciá-lo com a razão. Estamos incumbidos de preparar o reino
do bem anunciado por Jesus. Daí a necessidade de que ninguém
possa interpretar a Lei de Deus ao sabor de suas paixões, nem
falsear o sentido de uma lei toda de amor e de caridade.”