Live:03/05/2024
#101 APOCALIPSE POR HONÓRIO
TEMA: O PODER DO CAVALEIRO CHAMADO DESTRUIÇÃO
Apresentação: Carlos Alberto Braga Costa
Interpretação do Apocalipse à luz da Doutrina Espírita em Nova Temporada. Carlos Alberto resgata os estudos coordenados por Honório Onofre de Abreu nos anos 2000.
Fonte: Apocalipse, 6:8
6:8 E olhei, e eis um cavalo amarelo, e o que estava assentado sobre ele tinha por nome Morte; e o inferno o seguia; e foi-lhes dado poder para matar a quarta parte da terra, com espada, e com fome, e com peste, e com as feras da terra.
E OLHEI, E EIS UM CAVALO AMARELO. Identificação das consequências. Essa questão dos CAVALOS trata de uma dinâmica existencial. Ora estou desencarnado em uma colônia sob a influência do CAVALO BRANCO aprendendo. Ora estou encarnado no âmbito do CAVALO VERMELHO, operando a mudança. Ora me deixo levar pelas paixões e me encontro mergulhado em queda no território do CAVALO PRETO. Noutro momento, em função do mergulho proporcionado pela emersão das paixões, típicas do CAVALO PRETO, eis que me encontro no regime das expiações, a esfera do CAVALO AMARELO, a das consequências.
FOI-LHES DADO PODER PARA MATAR A QUARTA PARTE DA TERRA, COM ESPADA, FOME, PESTE E FERAS DA TERRA. Mostrando que na hora que nós vimos o cavalo preto e ele ainda tem domínio sobre nós, nós começamos a estar sujeitos a esse cavalo amarelo, que representa uma presença desconfortável, seja pela presença da ESPADA, numa mistura nossa, de novos padrões de aprendizado; a FOME, que nós vamos ter que ingerir novos alimentos no campo positivo; a PESTE definindo as oscilações que abrem válvulas em nosso psiquismo, na nossa estrutura psíquica, que proporcionam a invasão de elementos mórbidos, de elementos negativos, criando o estado de peste ou com as feras da Terra, definindo aspectos outros que não ferem o corpo, no seu sentido instaurador, de um processo de dentro para fora, mas agride o corpo de fora para dentro. Como alguém que está vivendo com uma pessoa hoje, que é um carma fechado; ele abriu condições a ser agredido pelas feras da Terra. Essas FERAS, normalmente, representam facetas do nosso subconsciente, que se refletem no semelhante que nos agride.