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Desta vez, troquei de lugar!
Habitualmente sou eu que faço perguntas, conto histórias e partilho reflexões. Mas neste episódio decidi entregar o microfone ao ChatGPT e deixar que fosse ele a entrevistar-me.
O desafio? Perceber se eu própria vivo aquilo que defendo no reEncontra.TE.
Falámos sobre ser a pessoa mais importante da nossa vida, sobre o burnout, sobre aquela necessidade de dar conta de tudo e de agradar aos outros.
Contei histórias pessoais, respondi a perguntas que me fizeram pensar e partilhei algumas das coisas que ainda hoje estou a aprender: pedir ajuda, fechar o computador a horas e encontrar prazer em passeios sem pressa.
E houve uma ideia que atravessou toda a conversa:
**Antes queria fazer tudo bem. Hoje quero fazer aquilo que me faz bem.**
Porque cuidar de nós não significa fazer tudo na perfeição. E, muitas vezes, uma vida melhor começa por coisas tão simples que quase nem damos por elas.
No final, deixo-te um desafio para levares para o teu dia.
🎧 Ouve esta conversa diferente e diz-me: que pergunta também gostavas que te fizessem?
Um beijinho e Cuida de TI. 🤍
Já deste por ti a pedir desculpa ou a dar explicações sem ninguém te ter pedido?
Neste episódio conto-te uma situação que me aconteceu aqui em casa: estava toda cheia de tinta, até nos óculos, quando a Madalena tocou à campainha. E a minha primeira reação foi pedir desculpa pelo meu aspeto.
Mas porquê? Estava em minha casa, a fazer uma coisa de que gosto.
A partir desta história, convido-te a refletir sobre a diferença entre explicar uma escolha e sentir necessidade de a justificar.
Porque é que nos preocupamos tanto com o que os outros vão pensar quando fazemos alguma coisa diferente do habitual?
E porque é que, às vezes, somos nós próprias que temos dificuldade em aceitar essa diferença?
Deixo-te duas perguntas para levares contigo:
“Estou a explicar ou estou a tentar justificar-me?”
“Esta escolha precisa realmente de aprovação?”
Porque não tens de pedir desculpa por não seres sempre a pessoa que os outros estão habituados a ver.
São 10 minutos para TI 🤍
Porque é que, quando a vida aperta, as primeiras coisas que deixamos de fazer são precisamente aquelas que nos ajudam a aguentá-la?
Foi exatamente o que me aconteceu.
Numa semana cheia de trabalho, imprevistos, o meu cão operado e mais sessões do que estavam previstas, fui apenas uma vez ao ginásio em vez das quatro habituais.
Não aconteceu nada. Não perdi tudo o que tinha construído e não entrei numa espiral de culpa.
Mas percebi uma coisa: senti falta. Sobretudo na cabeça.
Na semana seguinte, quando voltou a parecer que o ginásio não cabia, fiz diferente. Em vez de o eliminar, adaptei.
É sobre isso que falamos neste episódio: sobre aquilo que cortamos primeiro quando a vida aperta e sobre como podemos proteger o que nos sustenta sem cair na rigidez ou na procura da semana perfeita.
Deixo-te duas perguntas:
O que é que te ajuda a sustentar o resto?
E como podes adaptar isso em vez de eliminar?
Porque, numa semana difícil, não precisas da versão perfeita.
Precisas da versão possível.
E tu, o que é que queres?
Parece uma pergunta simples. Mas quando passamos anos a pensar primeiro no que os filhos querem, no que o marido prefere, no que dá mais jeito à família ou no que é preciso fazer, podemos deixar de nos fazer esta pergunta.
Neste episódio conto-te como comecei a reconhecer aquilo que quero nas coisas mais pequenas: estar sozinha em casa a ver um jogo de ténis, parar para beber um café e comer uma queijada ou ficar mais uns minutos debaixo do duche simplesmente porque me sabe bem.
Porque não precisamos de começar pelas grandes decisões da vida para voltarmos a ouvir-nos.
E há uma diferença importante: saber o que queres não significa fazer sempre aquilo que queres. Significa voltares a incluir-te nas tuas próprias decisões.
Deixo-te também um desafio muito simples para esta semana: uma vez por dia, perante uma escolha, pergunta:
“O que é que EU quero?”
E repara na resposta.
Porque não tens de escolher sempre o que tu queres. Mas tens de voltar a saber o que queres.
És mesmo desorganizada? Ou estás apenas a tentar funcionar com umaestrutura que não funciona para ti?
Neste episódio conto-te como eu e a minha filha conseguimos funcionar deformas completamente diferentes: eu preciso de ordem física à minha volta parater clareza mental; ela consegue estudar no meio do caos e éextraordinariamente rápida a pensar e a agir quando é preciso. Texto colado
E isso levou-me a questionar uma frase que dizemos tantas vezes:
“Eu sou desorganizada.”
Em vez de transformares aquilo que não está a funcionar num rótulo sobrequem és, proponho-te outra pergunta:
Onde é que me está a faltar estrutura?
Escolhe um ponto de fricção. Cria uma pequena estrutura. Testa. E ajusta. 🤍
Porque organização não é parecerorganizado. É ter uma estrutura que funciona para TI.
Durante anos, grande parte da minha vida foi organizada à volta dos meus três filhos. E agora eles estão a crescer, a ganhar autonomia e, dois deles, a construir a vida longe de casa.
A família muda. As relações mudam. E começa a aparecer um espaço que antes não existia.
Mas espaço não é necessariamente vazio. Pode ser possibilidade.
Neste episódio partilho contigo esta fase que estou a viver e deixo-te três perguntas para pensares no espaço que a tua própria vida te está a devolver:
O que mudou?
Que espaço é que essa mudança abriu?
E o que queres TU fazer com ele?
Porque talvez não tenhas de preencher imediatamente todo o espaço que se abre.
Talvez possas primeiro descobrir o que queres fazer com ele. 🤍
Quando o telemóvel chega aos 20% de bateria, começamos a procurar o carregador.
Mas connosco fazemos muitas vezes o contrário:percebemos os sinais e pensamos “ainda dá”,“é só mais isto”, “depois descanso”.
Neste episódio partilho contigo os meus próprios sinais de que a bateria está a baixar e uma pergunta que hoje faço muito mais cedo:
Como é que eu sei que estou nos meus 20%?
Porque o facto de ainda conseguires funcionar não significa que esteja tudo bem.
O desafio desta semana é simples: descobrir os teus sinais e aquilo que te ajuda a carregar antes de chegares aos 0%.
🎙️ 10 minutos para TI.
Um beijinho e Cuida de TI 🤍Teresa
Enganaste-teno caminho e o GPS não te julga. Não diz “outra vez?” nem “nunca aprendes”.Simplesmente reCalcula a partir do ponto onde estás e continua.
Mas será quefazemos o mesmo connosco quando somos nós a sair da rota?
Neste episódiofalamos sobre o nosso “eu sacaninha”, sobre a tendência para transformarmosaquilo que aconteceu numa definição de quem somos e sobre uma pergunta simplesque pode ajudar a mudar a perspetiva:
“Estou aqui.Qual é o meu próximo passo?”
Não precisasde voltar ao início. Precisas de reCalcular a partir de onde estás.
🎙️ 10 minutos para TI.
Um beijinho e Cuida de TI 🤍Teresa
Setembro chega e, quase sem percebermos, começamos outra vez a encher a agenda: trabalho, filhos, atividades, reuniões, consultas, compromissos.
Mas antes de voltares simplesmente à rotina, há uma pergunta importante: tu também cabes nela?
Neste episódio partilho contigo 4 perguntas para reAjustares a tua rotina à vida que tens hoje:
E um desafio: antes de encheres a agenda, marca os compromissos contigo mesma.
🎙️ 10 minutos para TI.
Um beijinho e Cuida de TI 🤍
Teresa
Quantas vezes pensaste: “Mas ele devia perceber…”?
Aquilo que é óbvio para TI pode não ser óbvio para o outro.
Neste episódio, falamos sobre aquilo que tantas vezes esperamos que os outros adivinhem: que estamos cansadas, que precisamos de ajuda, que algo nos magoou ou que queremos alguma coisa diferente.
E uso uma metáfora muito simples: quando conduzes e queres mudar de direção, fazes o pisca. Na vida, nem sempre fazemos o mesmo.
🎙️ 10 minutos para TI.
Um beijinho e Cuida de TI 🤍
Teresa
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