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A rivalidade entre Estados Unidos e China pode estar seguindo os caminhos que levam à Armadilha de Tucídides? Neste episódio, analisamos como episódios envolvendo Venezuela, Irã e Ucrânia revelam um processo de acúmulo de tensões entre grandes potências e por que essa dinâmica não significa, necessariamente, que uma guerra seja inevitável.
A criação da WAICO revela uma nova frente da disputa tecnológica entre China e Estados Unidos. Entenda os desafios para a governança global da inteligência artificial.
As Contribuições Nacionalmente Determinadas são um dos principais instrumentos do Acordo de Paris. Mas até que ponto elas conseguem transformar compromissos internacionais em ação climática efetiva? Neste episódio, analisamos os avanços e as fragilidades das NDCs, a influência da política doméstica dos Estados e as consequências da crise climática para os direitos humanos e as populações mais vulneráveis.
Neste episódio, analisamos o Estado Islâmico, o recrutamento digital e a radicalização, mostrando como propaganda e redes sociais ampliaram sua mobilização global.
A designação do PCC e do Comando Vermelho pelos Estados Unidos como organizações terroristas redefine os riscos para empresas que atuam no Brasil. Neste episódio, discutimos a infiltração do crime organizado na economia formal, os impactos sobre compliance e a importância de seguir o dinheiro para combater o capital ilícito.
A cidade é realmente um espaço para todos? Neste episódio, discutimos como a aporofobia, as políticas higienistas e a arquitetura hostil contribuem para a exclusão de pessoas em situação de rua e limitam seu direito à cidade. A partir dessa realidade, refletimos sobre os caminhos para uma urbanização mais inclusiva, passando pelo combate à discriminação, pela fraternidade e pelo modelo Housing First.
A ressocialização de adolescentes em conflito com a lei vai além da punição. Neste episódio, discutimos os desafios das políticas públicas brasileiras, o estigma social, a educação, a desigualdade e a importância de uma rede de apoio para garantir uma reintegração verdadeiramente digna.
Segurança pública e defesa nacional vão muito além da proteção do território. Neste episódio, discutimos como essas áreas contribuem para a estabilidade econômica, a capacidade estatal, a inovação e a soberania, além do papel estratégico da Base Industrial de Defesa nesse processo.
A crise climática costuma ser tratada como uma questão técnica, mas, na Amazônia, ela envolve uma disputa mais profunda: quem define as soluções e quais conhecimentos são considerados legítimos? Neste episódio, discutimos o protagonismo dos povos indígenas na construção de uma nova perspectiva de justiça climática e governança ambiental. A floresta não pode ser reduzida a recursos naturais, carbono ou serviços ecossistêmicos: para os povos amazônicos, ela integra uma rede de relações entre humanos, animais, plantas, rios e território. Nesse cenário, organizações como COIAB, APIB e COICA articulam redes transnacionais e ampliam a participação indígena nos espaços de decisão. Instrumentos como a NDC Indígena e o G9 da Amazônia Indígena mostram essa transformação, ao colocar os povos originários não apenas como beneficiários, mas como formuladores e negociadores de agendas climáticas. A discussão também questiona uma governança centrada exclusivamente nos Estados e reforça a importância da autodeterminação, da soberania territorial e dos conhecimentos indígenas. Afinal, enfrentar a crise climática também exige reconhecer quem historicamente protege a floresta e garantir que esses povos tenham voz nas decisões sobre seu futuro.
Neste episódio, analisamos a doutrina da guerra preventiva e os limites impostos pelo Direito Internacional ao uso da força pelos Estados. A partir das regras estabelecidas pela Carta das Nações Unidas, discutimos a diferença entre legítima defesa e ataques preventivos, além dos riscos de transformar ameaças potenciais em justificativas para conflitos armados. A Guerra do Iraque de 2003 ocupa um papel central nessa análise, especialmente diante das justificativas apresentadas pelos Estados Unidos e da ausência de confirmação das supostas armas de destruição em massa. O episódio também aborda as consequências humanitárias dessa lógica de guerra, incluindo ataques contra civis, uso de munições de fragmentação e violações das Convenções de Genebra. Ao longo da discussão, a questão central permanece: até que ponto interpretações unilaterais da política externa podem enfraquecer as normas construídas para preservar a paz internacional? E o que acontece quando a proibição do uso da força permanece apenas no plano jurídico, sem mecanismos internacionais capazes de garantir sua aplicação efetiva?
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