Para a convidada, que é pastora na Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil, "precisamos conversar sobre as inúmeras violências contra populações em vulnerabilidade e compreender que nenhuma dessas práticas de violência é compatível ou coerente com a fé cristã". Romi defende que não devemos temer o diálogo, precisamos acreditar no diálogo e reconhecer que somos capazes de dialogar.